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Santa Casa de Poços de Caldas chega a 95% de ocupação dos leitos SUS em meio ao aumento de doenças respiratórias

  • há 37 minutos
  • 2 min de leitura
Santa Casa de Poços de Caldas chega a 95% de ocupação dos leitos SUS em meio ao aumento de doenças respiratórias
Divulgação/Hospital tem 176 dos 185 leitos destinados ao SUS ocupados. Pediatria, UTIs e setores de clínica médica e cirurgia operam com lotação máxima durante o período de maior circulação de vírus respiratórios.
A Santa Casa de Poços de Caldas atingiu 95,1% de ocupação dos leitos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS), cenário provocado principalmente pelo aumento dos casos de doenças respiratórias durante o inverno.

Atualmente, dos 185 leitos SUS disponíveis na instituição, 176 estão ocupados, restando apenas nove vagas, distribuídas entre os setores de obstetrícia e da ala de queimados.

A situação é mais crítica em algumas áreas do hospital. Os setores de pediatria, UTI Neonatal, UTI Adulto, clínica médica e cirurgia geral estão com 100% de ocupação.
Além da alta taxa de internações, o pronto-socorro da Santa Casa mantém 14 pacientes aguardando transferência para enfermarias, mas que continuam na unidade devido à falta de vagas disponíveis.

Segundo o superintendente da instituição, Renan Rodrigues, o aumento da demanda está diretamente relacionado ao crescimento dos casos de doenças respiratórias, que costumam apresentar maior incidência durante os meses mais frios.

Outro fator que tem influenciado o fluxo de atendimento é a implantação do CORE, novo sistema estadual de regulação de vagas que substituiu o antigo SUSFácil.

De acordo com a direção do hospital, quando determinada especialidade atinge a capacidade máxima de ocupação, o sistema busca encaminhar os pacientes para outras unidades que tenham disponibilidade de vagas.

A mudança na dinâmica de regulação pode aumentar o tempo de permanência de pacientes em prontos atendimentos e hospitais até que seja encontrada uma vaga adequada para transferência.

O cenário de alta ocupação também tem sido observado em outras cidades do Sul de Minas, onde unidades hospitalares enfrentam aumento na procura por atendimento e internações relacionadas principalmente a infecções respiratórias.
Fonte: OndaPoços

Gazeta de Varginha

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