top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Suspeita de ataque com pacote-bomba em Mônaco é encontrada morta na Ucrânia

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
Reprodução



A ucraniana Anastasiia Berezovska, de 39 anos, procurada pela Interpol por suspeita de participação no atentado com um pacote-bomba que deixou feridos em Mônaco no fim de junho, foi encontrada morta a tiros nas proximidades de Kiev, na Ucrânia. A informação foi confirmada pelas autoridades ucranianas, que investigam as circunstâncias do homicídio.

Berezovska era alvo de um alerta vermelho da Interpol e era procurada pelas autoridades de Mônaco por suspeita de tentativa de homicídio, conspiração criminosa e uso de explosivos. Segundo a investigação, ela teria participado do ataque ocorrido em 29 de junho, quando um pacote-bomba explodiu em um edifício residencial do principado, ferindo o empresário de origem ucraniana Vadym Yermolaiev, uma mulher e uma criança.

De acordo com o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), o corpo da suspeita foi localizado após diligências conduzidas durante a investigação do crime. As autoridades informaram que a mulher apresentava ferimentos provocados por disparos de arma de fogo.

As investigações levaram à prisão de dois homens suspeitos de envolvimento no assassinato. Conforme o Ministério Público da Ucrânia, um deles é um oficial da inteligência militar ucraniana, que confessou ter cometido o homicídio e afirmou ter agido por iniciativa própria, sem autorização de seus superiores. O outro detido é um ex-integrante das forças de segurança do país.

Os investigadores também identificaram transferências bancárias e de criptomoedas entre os suspeitos e Berezovska, o que passou a integrar a apuração sobre a possível ligação entre o assassinato e o atentado em Mônaco. Durante as buscas, as autoridades ainda encontraram um porão descrito pelos investigadores como semelhante a uma câmara de tortura na residência do ex-policial preso.

Segundo a investigação conduzida por Mônaco, Berezovska teria deixado o principado logo após o atentado, passando por diferentes países europeus antes de retornar à Ucrânia. As autoridades dos dois países seguem cooperando para identificar quem planejou o ataque, esclarecer a motivação do atentado e apurar se outras pessoas participaram tanto da explosão quanto da morte da suspeita.

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page