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Tempo seco e excesso de telas ampliam casos da Síndrome do Olho Seco no Brasil

  • há 6 dias
  • 1 min de leitura

O avanço do uso de telas e as condições típicas do inverno brasileiro têm contribuído para o aumento dos casos da Síndrome do Olho Seco. No mês da campanha Julho Turquesa, especialistas reforçam a importância da conscientização sobre a doença, que já afeta milhões de brasileiros.
Segundo a Associação Brasileira de Portadores de Olho Seco (APOS), cerca de 34% dos adultos no País apresentam algum grau de secura ocular ou sintomas relacionados à condição.
Entre os sinais mais comuns estão sensação de areia nos olhos, ardor, queimação, vermelhidão, lacrimejamento excessivo, sensibilidade à luz e visão embaçada.
Diversos fatores podem favorecer o desenvolvimento da síndrome, como alterações hormonais, menopausa, exposição a ambientes secos, mudanças climáticas e, principalmente, o uso prolongado de dispositivos eletrônicos. 
Durante o inverno, a combinação entre temperaturas mais baixas e redução da umidade do ar tende a agravar o desconforto ocular. O cenário se soma ao aumento do tempo diante de computadores, celulares e televisores, hábito cada vez mais presente na rotina dos brasileiros.
Dados da Data Report apontam que o Brasil ocupa a segunda posição mundial entre os países com maior tempo de exposição a telas, atrás apenas da África do Sul.
A Síndrome do Olho Seco é uma das principais manifestações da fadiga ocular digital e pode afetar pessoas de diferentes idades. Em casos mais severos, os sintomas podem comprometer atividades do dia a dia, provocar irritação persistente, desconforto visual e até reduzir a qualidade da visão noturna.
 

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Gazeta de Varginha

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