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Zema renuncia ao governo de Minas Gerais e faz críticas ao governo Lula em discurso

  • 8h
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), renunciou ao cargo no domingo (22) durante uma solenidade marcada por críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em seu discurso, ele afirmou que o país enfrenta problemas como corrupção, insegurança e dificuldades econômicas, dizendo que o Brasil estaria sendo prejudicado pela atual gestão federal.

Durante a fala, Zema declarou que “ninguém aguenta mais a farra da corrupção” e que a população enfrenta medo e dificuldades para fechar as contas no fim do mês. Ele também afirmou que o Brasil não é um país fracassado, mas sim “um país roubado”, e defendeu a necessidade de mudanças em nível nacional.

A renúncia ocorre no contexto em que Zema é pré-candidato à Presidência da República. Apesar disso, ele ainda aparece com baixo desempenho nas pesquisas de intenção de voto. Segundo levantamento do Datafolha citado na reportagem, ele tinha 4%, enquanto Lula aparecia com 38%, Flávio Bolsonaro (PL) com 32% e Ratinho Junior (PSD) com 7%.

Com a saída de Zema, o vice-governador assumiu o comando do estado. Ele deve disputar a sucessão estadual e busca apoio de partidos como o PL e setores do bolsonarismo para fortalecer sua candidatura.

O vice-governador também fez críticas ao governo federal em seu discurso, abordando programas sociais e a área de segurança pública. Ele afirmou que, em Minas Gerais, o uso da força deve ser exclusivo da polícia e destacou que sua prioridade é garantir que criminosos sejam presos e permaneçam detidos.

Mesmo filiado ao PSD, o vice-governador declarou alinhamento com os planos nacionais de Zema, distanciando-se de possíveis candidaturas do próprio partido. Paralelamente, o cenário político estadual inclui a possibilidade de o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco deixar o PSD para concorrer com apoio de Lula.

Além disso, há dúvidas dentro do PL sobre o apoio ao vice-governador. O partido avalia alternativas, como o senador Cleitinho (Republicanos) ou o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, para a disputa estadual.

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Gazeta de Varginha

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