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Ônibus sem autorização cai em barranco e deixa feridos na MGC-267, em Caxambu

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Reprodução
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O ônibus envolvido no acidente que deixou ao menos 18 romeiros feridos na MGC-267, em Caxambu, na madrugada de terça-feira (14/04), não possuía autorização para transporte interestadual de passageiros, conforme informou a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Segundo a Polícia Militar Rodoviária, o veículo retornava de Aparecida com destino a Santo Antônio do Monte, transportando 52 pessoas. A ANTT identificou que o ônibus estava inativo para o serviço de fretamento interestadual, configurando irregularidade. Ainda conforme a corporação, o motorista, de 42 anos, relatou falha nos freios. Ele atravessou um cruzamento, perdeu o controle, saiu da pista e caiu em um barranco. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu atuaram no resgate.
O Corpo de Bombeiros informou que dez vítimas com ferimentos leves foram levadas ao hospital de São Lourenço. O Samu atendeu outras oito pessoas, sendo seis com ferimentos leves encaminhadas à mesma unidade e duas em estado grave — um homem e uma mulher, ambos com cerca de 45 anos — levadas ao hospital de Baependi.
A Polícia Militar Rodoviária apontou 20 feridos, sendo 16 leves e quatro graves, incluindo o motorista. No hospital de São Lourenço, das 16 pessoas atendidas, apenas duas ficaram em observação e já receberam alta — uma ainda na terça-feira e outra na manhã de quarta-feira (15).
O hospital de Baependi não divulga o estado de saúde dos pacientes. Já o hospital de Caxambu informou que 20 pacientes deram entrada, sendo dois em atendimento intensivo. Os demais, com quadro estável, foram liberados após observação.
Segundo a Polícia Militar Rodoviária, o ônibus foi removido para um pátio credenciado por irregularidades na documentação, e a perícia esteve no local. De acordo com a polícia, o veículo pertence à empresa Rocha Turismo. O proprietário, Marcos Roberto da Rocha, afirmou que o ônibus foi vendido à empresa AJL Turismo, embora ainda esteja registrado em seu nome. Ele disse que soube do acidente pela imprensa e pela compradora e que, conforme contrato, a responsabilidade já teria sido transferida.
A empresa informou que abriu investigação interna, colabora com as autoridades e presta assistência às vítimas e familiares.
Fonte: G1

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Gazeta de Varginha

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