top of page

Resultados de busca

Search this site

40809 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Alunas do Unis colocam Pedagogia Hospitalar em prática com crianças no Hospital Regional de Varginha

    No universo da educação, a Pedagogia Hospitalar emerge como uma vertente fundamental, proporcionando educação, cultura e diversão a crianças, adolescentes e jovens que, por razões de saúde, encontram-se hospitalizadas. Trata-se de uma abordagem pedagógica sensível, adaptada ao ambiente hospitalar, que visa garantir o direito à educação, mesmo nas circunstâncias mais desafiadoras, garantindo que o processo educacional não seja interrompido durante o período de internação. A relevância da Pedagogia Hospitalar reside na sua capacidade de não apenas amenizar o impacto do ambiente hospitalar, mas também de contribuir para a continuidade de desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos pequenos pacientes. Por meio de atividades educacionais planejadas, é possível criar um espaço educativo, lúdico e enriquecedor, promovendo a aprendizagem e a alegria mesmo durante a estadia hospitalar, além de fomentar um papel fundamental na humanização do ambiente hospitalar e na promoção do bem-estar emocional e psicológico dos pacientes em fase de escolarização. A garantia desse atendimento pedagógico em hospitais é respaldada por legislações nacionais que reconhecem o direito à educação para todos, inclusive para aqueles em fase escolar e que, por motivo de saúde, não podem frequentar suas escolas regulares. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), bem como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), são marcos legais que respaldam a Pedagogia Hospitalar, garantindo seu caráter inclusivo e a sua importância no processo educativo. Neste contexto, a turma do 8º período do curso de Pedagogia do Unis, durante o desenvolvimento da disciplina “Estratégias Pedagógicas Corporativa e Hospitalar”, ministrada pela Profa. Vânia Flores, teve a oportunidade de colocar em prática os estudos teóricos adquiridos ao longo da disciplina. A proposta foi planejar uma manhã especial na brinquedoteca da Pediatria do Hospital Regional do Sul de Minas, em Varginha. A atividade pedagógica foi cuidadosamente elaborada, para crianças de 1 a 6 anos, contemplando contação de histórias, músicas e brincadeiras interativas. O objetivo principal era proporcionar momentos de aprendizado, alegria e distração para as crianças hospitalizadas, respeitando suas condições e garantindo um ambiente seguro e estimulante. Essa experiência não apenas impactou positivamente as crianças hospitalizadas, proporcionando momentos de descontração e aprendizado, mas também enriqueceu a formação das futuras pedagogas. A prática em um ambiente hospitalar contribui para prepará-las para os desafios e a sensibilidade necessários nesse campo de atuação tão especial. Além disso, essa vivência reforçou a responsabilidade social e o compromisso das futuras pedagogas com a promoção de uma educação inclusiva e de qualidade, em contextos desafiadores como o hospitalar. A Pedagogia Hospitalar se apresenta como uma rica e gratificante área de atuação para os profissionais da Pedagogia, mas que ainda é pouco ofertada nos ambientes hospitalares.

  • Índice da cesta básica tem queda de 1,79% em Varginha

    Pelo terceiro mês consecutivo o índice da cesta básica de Varginha (ICB-UNIS), medido pelo Departamento de Pesquisa do Grupo Unis e pelo GEESUL, apresentou queda, desta vez de -1,79% no início de outubro em comparação com o mesmo período de setembro. Os produtos com maiores quedas foram banana, batata, leite integral e feijão carioquinha. Já as elevações mais consideráveis ocorreram com açúcar refinado, arroz e pão francês. No período de um ano, o valor da cesta básica em Varginha acumula diminuição de -2,12%. O ICB-Unis é determinado mensalmente a partir de uma metodologia baseada no DIEESE, consistindo na coleta de preços dos 13 produtos que compõem a cesta básica nacional de alimentos nos principais supermercados da cidade. Neste início do mês de outubro, o valor médio da cesta básica nacional de alimentos para o sustento de uma pessoa adulta na cidade de Varginha está em R$587,05. Este valor corresponde a 48,08% do salário mínimo líquido (salário mínimo total menos o desconto do INSS). O trabalhador da cidade de Varginha, que recebe um salário mínimo mensal, precisa trabalhar 97 horas e 51 minutos por mês para adquirir essa cesta de bens alimentícios básicos. Comparando os valores coletados em outubro com o levantamento de setembro, foi possível verificar alta em 5 dos 13 produtos componentes da cesta básica pesquisada em Varginha: Açúcar refinado (9,82%), Arroz (7,69%), Pão francês (2,07%), Óleo de soja (0,89%) e Manteiga (0,34%). Ocorreu diminuição nos preços de oito produtos: Banana (-7,47%), Batata (-5,25%), Leite integral (-3,65%), Feijão carioquinha (-3,35%), Carne bovina (-3,12%), Farinha de trigo (-1,95%), Tomate (-1,53%) e Café em pó (-0,92%). Em relação ao previsto no relatório anterior, confirmou-se o fato de a demanda externa influenciar na dinâmica de preços de alguns produtos, como no caso do açúcar refinado e do arroz. No entanto, as altas temperaturas têm contribuído para a intensificação da safra dos hortifrutigranjeiros e determinando a queda nos seus preços. A oferta mais elevada do leite, feijão carioquinha e carne bovina também influenciaram na diminuição dos valores destes produtos. O contraponto entre as elevações e as quedas permitiu a diminuição no valor da cesta básica na cidade de Varginha neste início do mês de outubro. No curto prazo, as previsões indicam que os fatores climáticos, o comportamento das safras e a demanda externa serão os determinantes principais da dinâmica dos preços. No entanto, não se esperam variações abruptas no indicador nos próximos meses.

  • Ronaldinho Gaúcho participa de Jogo dos Famosos em Varginha

    No dia 25 de novembro tem Jogo dos Famosos em Varginha, com a participação de Ronaldinho Gaúcho. A partida será às 16h, no estádio do Melão. Os ingressos são vendidos no site digitalingressos.com e os valores variam de R$ 30 a R$120. Fonte: Blog do Madeira

  • Alexandre Prado, concede entrevista esclarecedora sobre o papel da OAB na cidade

    No programa “Fala Minas”, o presidente da Vigésima Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de Minas Gerais, Alexandre Prado, concedeu uma entrevista esclarecedora sobre o papel e as atividades da OAB na cidade. A entrevista abordou diversos tópicos relevantes, destacando a importância da OAB não apenas para os advogados, mas também para a comunidade em geral. Alexandre Prado começou explicando a estrutura da OAB, mencionando que a OAB é uma instituição nacional, com Conselho Federal, Conselhos Seccionais em cada estado e subseções em cidades. Varginha é a vigésima subseção da OAB de Minas Gerais, atendendo tanto advogados quanto a população local. Ele também explicou o processo de inscrição na OAB, que envolve estágios para estudantes de direito e exame para advogados após a formação. Enfatizou que a OAB desempenha um papel crucial na administração da justiça, sendo considerada indispensável à administração da justiça pela Constituição Federal. Quando questionado sobre os trabalhos realizados pela OAB de Varginha, Alexandre Prado mencionou que os principais focos são as prerrogativas profissionais dos advogados, ética profissional e conhecimento. A subseção também realiza eventos e trabalhos sociais em prol da comunidade, incluindo comissões específicas, como a Comissão da Mulher Advogada. Ele destacou o compromisso da OAB de Varginha em promover a igualdade de gênero, com a maioria das diretorias contando com 50% de mulheres. Além disso, ressaltou a importância de ouvir as demandas da advocacia e da comunidade para tomar ações eficazes. Abordou os desafios enfrentados pela OAB de Varginha. Ressaltou a importância de manter a esperança entre os advogados e promover a união da classe em um cenário político desafiador. Ele destacou que a OAB deve trabalhar em prol dos advogados e da comunidade, com um espírito de positividade. Por fim, mencionou projetos futuros, como a instalação da Nova Sede da OAB em Varginha, que incluirá espaços para atendimento à comunidade e um auditório para 800 pessoas.

  • Saiba valores, formas de pagamento e localização das praças de pedágios na BR-459, no Sul de MG

    As praças de pedágio da BR-459 começaram a funcionar nesta segunda-feira (9) no Sul de Minas. Segundo a concessionária que administra a pista, o valor da tarifa varia entre R$ 4,60 e R$ 9,20 em cada pedágio e poderá ser pago em dinheiro, cartão e vale pedágio. As praças estão localizadas em Santa Rita do Sapucaí, Caldas e Senador José Bento. Veja a localização de cada pedágio: - PP 01 – Caldas – km 40,5 - PP 02 – Senador José Bento – km 80,9 - PP 03 – Santa Rita do Sapucaí – km 117,3 Formas de pagamento e desconto para usuários Segundo a concessionária, o pagamento poderá ser feito em dinheiro, cartão de débito e crédito ou vale pedágio. Veja os valores: - Motocicleta, motoneta, triciclo, moto: R$ 4,60 - Automóvel, caminhonete e furgão: R$ 9,20 - Eixo: R$ 9,20 Outro recurso que estará disponível aos usuários é o desconto de usuário frequente – DUF. De acordo com a EPR, este é um mecanismo de descontos progressivos, disponibilizado para condutores de veículos leves, que optarem pela passagem na via automática com TAG. Na primeira passagem pelo pedágio será cobrado o valor integral da tarifa e a partir da segunda passagem pela mesma praça e no mesmo sentido o desconto já será aplicado. O abatimento do valor da tarifa é realizado até a 30ª passagem, no intervalo de um mês. No período seguinte, o ciclo de descontos retorna do início. Bases operacionais para socorro médico e mecânico Assim com as praças de pedágio, as bases operacionais também já entraram em funcionamento nesta segunda-feira. Os motoristas poderão pedir socorro médico, mecânico e demais formas de atendimento. Ao todo serão cinco bases de serviço que funcionarão 24 horas por dia e contarão com quatro ambulâncias, seis guinchos, três caminhões-pipas, cinco viaturas de inspeção, veículos para resgate de animais, além de um Centro de Controle Operacional. Para solicitação de atendimento médico ou mecânico, os usuários da rodovia devem ligar para o telefone 0800 290 0459. A ligação é gratuita e o serviço está disponível 24 horas, todos os dias. Confira abaixo a localização das Bases Operacionais: - BSO 1 – MG-290 – Ouro Fino – km 53 - BSO 2 – BR-459 – Itajubá – km 161,7 - BSO 3 – MG- 173 – Cachoeira de Minas – km 2,8 - BSO 4 – BR-459 – Ipuiúna – km 57,7 - BSO 5 – MGC – 146 – Andradas – km 627,4 4G Outro serviço que está disponível a partir de segunda-feira é o sinal 4G em toda extensão das oito rodovias que fazem parte da concessão. Segundo a EPR Sul de Minas, a inovação amplia a segurança dos condutores facilitando o contato com a concessionária ao longo do percurso pelas rodovias, garantindo a agilidade nos atendimentos. Fonte: G1

  • 22 empregadores do Sul de Minas estão na Lista Suja do Trabalho Escravo

    O (MTE) Ministério do Trabalho e Emprego atualizou nesta quarta-feira (5), a Lista Suja do Trabalho Escravo. No Sul de Minas 22 empregadores estão nela. De acordo com o MTE, na região pelo menos 140 trabalhadores foram submetidos às condições de trabalho análogos à escravidão nos últimos anos, em 21 municípios. A divulgação é feita nos meses de abril e outubro. Na lista divulgada nesta última quarta-feira (5), foram acrescentados nove novos nomes, com 66 trabalhadores envolvidos. Os demais já constavam na lista desde o ano passado. A lista começou em 2004, com publicação semestral, entretanto, nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) a divulgação chegou a ser suspensa de 2014 a 2016, até que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a constitucionalidade da lista. A inclusão de pessoas físicas ou jurídicas na Lista Suja ocorre quando há a conclusão do processo administrativo que julgou o caso de trabalho escravo, quando não cabe mais recurso. Cidades da região com empregadores na Lista Suja: Ilicínea: 1 caso Cabo Verde: 1 caso Jacutinga: 1 caso Cristais: 1 caso São Sebastião da Bela Vista: 1 caso Machado: 1 caso Serranos: 1 caso Espírito Santo do Dourado: 1 caso Carmo do Rio Claro: 1 caso Bom Jesus da Penha: 1 caso Turvolândia: 1 caso Conceição da Aparecida: 1 caso Piranguinho: 1 caso Carvalhópolis: 1 caso Poço fundo: 1 caso Caldas: 1 caso Heliodora: 1 caso Campestre: 2 casos São Sebastião do Paraíso:1 caso Andradas: 1 caso Ibiraci: 1 caso Veja de onde são os empregadores envolvidos: Ilicínea: uma fazenda com 7 trabalhadores e outra com 4 trabalhadores resgatados; Jacuí: 33 trabalhadores resgatados; Machado e Paraguaçu: 13 trabalhadores resgatados; Albertina: 8 trabalhadores resgatados. Fonte: TUDO EP / G1

  • Bandeira de Israel é projetada na fachada do Senado Federal após ataques do Hamas

    A bandeira de Israel foi projetada, na noite de domingo (8), na cúpula do Senado Federal em Brasília. O país foi, na segunda-feira (9), para o terceiro dia de conflitos com o Hamas, classificado pelos Estados Unidos e pela União Europeia como grupo terrorista. Segundo o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a ação foi feita em solidariedade às vítimas, aos feridos e aos desaparecidos israelenses. “Agradeço imensamente ao presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) por ter acatado o meu pedido para iluminar a cúpula do Senado em apoio ao povo de Israel nesse momento de grande sofrimento e dor”, afirmou Alcolumbre nas redes sociais aos divulgar a imagem da fachada do Senado. O senador amapaense foi o primeiro judeu a assumir a presidência do Senado, em 2019. Repatriação de brasileiros O governo federal informou que o primeiro avião para repatriação de brasileiros que estão em Israel decolou da Base Aérea de Natal no domingo (8). A aeronave, modelo KC-30, com capacidade par 238 passageiros, irá até Roma, na Itália, e aguardará coordenação do Ministério das Relações Exteriores. Ao menos 500 brasileiros entraram em contato com a embaixada brasileira em Israel para conseguir orientações, de acordo com fontes do governo brasileiro, após os ataques do grupo islâmico Hamas, classificado pelos Estados Unidos e pela União Europeia como grupo terrorista. Não há informações sobre a quantidade de pessoas que desejam retornar ao Brasil. A maioria dos que procuraram a representação é de turistas. O governo deve preparar até a manhã desta segunda-feira uma lista com aqueles que desejam retornar ao país. A Aeronáutica tem seis aviões destinados à operação de repatriação. Fonte: CNN

  • Justiça proíbe greve de controladores de voo na segunda e determina multa

    A Justiça do Trabalho determinou nesta sexta-feira, 6, em decisão liminar, que sejam mantidos em serviço, na segunda-feira, 9, 100% dos empregados que atuam nas atividades de controle de tráfego aéreo no País. Na terça-feira, 3, os controladores ligados à estatal NAV Brasil representados pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Voo (SNTPV) haviam prometido entrar em greve por prazo indeterminado a partir da próxima segunda-feira. Caso ocorresse, a paralisação deveria afetar as decolagens em 23 aeroportos, incluindo Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Demais aeroportos do País também teriam impactos da greve. A Justiça estabeleceu multa diária de R$ 100 mil ao sindicato em caso de descumprimento da liminar. O Estadão procurou a entidade para comentar a decisão, mas não obteve resposta. O ministro José Godinho Delgado, do Tribunal Superior do Trabalho, determina ainda que sejam mantidos em serviço 90% dos empregados que atuam nas atividades de segurança e operação aéreas. No caso dos demais empregados, não ligados ao controle e às atividades de segurança de voo, a paralisação poderia atingir 40% do serviço. Segundo o ministro, a duração do movimento não poderá durar por "prazo indeterminado", como anunciado, pela possibilidade de resultar em "prejuízos irreparáveis". O movimento dos trabalhadores liberados para a greve deve ocorrer apenas na segunda-feira, "respeitado o horário de menor risco às operações", diz a decisão. A NAV Brasil havia pedido à Justiça que declarasse o movimento ilegal, o que foi negado. A estatal afirmou ter sido "surpreendida" com a convocação de seus empregados para a assembleia na qual foi aprovado o "estado de greve" pela categoria. A empresa disse que a paralisação "compromete a segurança nacional e a segurança da navegação aérea e dos usuários" e alegou que o horário da greve "compreende os horários mais críticos para o tráfego aéreo nacional". Em nota, a NAV Brasil afirmou que se mantém "aberta ao diálogo e permanentemente empenhando na busca da merecida valorização de seus empregados". Na segunda-feira, os controladores planejavam suspender as atividades por uma hora, das 7h às 8h. Se, até o dia 16, não fosse fechado um acordo, a paralisação passaria a ser de duas horas por dia, das 7h às 8h e das 18h às 19h. A NAV Brasil foi criada pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro no fim de 2020 a pedido dos militares, após a divisão da também estatal Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que cuida da administração dos aeroportos não privatizados do País. Segundo o SNTPV, aeronaves em voo seriam somente afetadas durante o período da paralisação se não houvesse espaço no pátio para pousos. A entidade alertou durante a semana que poderiam ocorrer atrasos e cancelamentos de voos por parte das companhias aéreas, ou a necessidade de pouso em outro aeroporto. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 8,5%, correspondente à inflação desde o último acordo da categoria, melhores condições de auxílio à saúde e a realização de novos concursos para contratação de pessoal nos setores administrativo e operacional da estatal. A empresa propôs aumento de reajuste de 4,83%. A proposta foi recusada por 64% dos 1.105 trabalhadores que participaram de assembleia online realizada na terça-feira, 3, e que na sequência decretaram a greve. Fonte: O Tempo

  • Brasil tem a conta de luz que mais pesa no bolso entre 34 países

    O Brasil está no topo de um ranking que mede o peso da conta de luz no bolso de consumidores locais, em comparação com 33 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Na média, o brasileiro compromete 4,54% da sua geração de riqueza anual com o pagamento da tarifa residencial. É o maior valor, bem acima do apurado para nações europeus, como Espanha (2,85%), Alemanha (1,72%) e Luxemburgo (0,35%) --país em que a energia tem o menor peso sobre renda no grupo analisado. O resultado brasileiro também fica distante do identificado em economias emergentes, como Chile (2,65%) e Costa Rica (2,76%). O ranking foi elaborado pela Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres). A entidade considerou as tarifas residenciais de 2022, consolidadas no serviço de dados da Agência Internacional de Energia, e o PIB per capita (Produto Interno Bruto dividido pelo número de habitantes) calculado para o mesmo ano pelo FMI (Fundo Monetário Internacional). "O levantamento demonstra que precisamos rediscutir os custos no setor elétrico brasileiro, porque ele está distorcido para os consumidores locais em comparação aos de outros países quando consideramos a renda", explica o diretor de Energia da Abrace, Victor Hugo iOcca, que coordenou a organização do ranking. O brasileiro pagou US$ 34 (R$ 176,50), em média, por 200 kwh (kilowatt-hora) no ano passado, um valor parecido ao desembolsado pelo polonês, que foi de US$ 34,39 (R$ 178,50). Ocorre que a nossa renda per capita estava na faixa de US$ 9.000 (R$ 46,7 mil), enquanto no país do leste europeu ela era o dobro, US$ 18 mil (R$ 93,4 mil), comprometendo uma fatia menor da renda, 2,26%. Na Turquia, cujo PIB per capita é próximo ao do Brasil, na casa de US$ 10 mil (R$ 51,9 mil), a energia custou praticamente metade da brasileira, US$ 17,9 (R$ 93) e compromete 2% da renda A equipe da Abrace lembra que o custo da tarifa sofre variação de acordo com diferentes fontes de energia. As renováveis estão entre as mais competitivas atualmente, enquanto carvão, nuclear e gás natural passaram a custar mais, além de sofrerem com o risco geopolítico. A guerra da Rússia contra a Ucrânia, por exemplo, pressionou o preço do gás. No entanto, o que pesa, e muito, é a calibragem da política pública. Existem países que nitidamente optaram por ter energia mais barata. Assim como ocorre no Brasil, cerca de 60% da geração do Canadá vem de hidrelétricas, seguida de outras renováveis, como eólica. No entanto, aquele mesmo montante de energia custou US$ 10 (R$ 51,91) menos que no Brasil. Foi de US$ 24 (R$ 124,6). Como a renda média anual no país é de R$ 55 mil (R$ 285,5 mil), o consumidor saiu ganhando. Apenas 0,54% da renda vai para pagamento da tarifa residencial. Os Estados Unidos tem feito investimentos pesados em renováveis, mas a estrutura energética ainda é o inverso --quase metade da geração de eletricidade vem de térmicas movidas a combustíveis fósseis, como gás e carvão. Ainda assim, o seu custo é inferior ao do Brasil, US$ 30,25 (R$ 157). Como o PIB per capita americano é um dos maiores do mundo, US$ 76 mil (R$ 394.5 mil), apenas 0,48% é gasto com a conta de luz. Muitos países têm optado por subsidiar novas fontes limpas de energia. É uma decisão de governo com apoio de contribuintes. A Dinamarca tem um forte programa de descarbonização e uma carga tributária elevada sob a tarifa de energia, de quase 70%. O custo tarifário é mais alto entre os países do ranking, US$ 103 (R$ 534,6). Mas isso não é nem de longe um sacrifício financeiro num país cuja renda per capta é de US$ 66,5 mil (R$ 345.2 mil). Apenas 1,87% vai para custear a energia em casa. "O Brasil já é destaque em energia limpa, renovável e barata, não faz sentido que tenha uma conta de luz tão alta para o nosso perfil de renda, mas ela está sendo sobrecarregada por tributos e subsídios, que já correspondem a 40% do preço final", afirma Paulo Pedrosa, presidente da Abrace Energia. "O ranking mostra como esse custo chega nas pessoas pela conta de luz, mas ele também está no preço de tudo que é fabricado no Brasil. O comprometimento da renda é muito maior." Segundo projeção da entidade, os brasileiros estão pagando a mais, neste ano, cerca de R$ 10 bilhões ao mês apenas para custear tributos e subsídios. No ano, serão R$ 119 bilhões para essas duas despesas. Os subsídios ampliam espaço na conta de luz principalmente por iniciativa do Congresso, onde a política é mais sensível a lobbies, mas o governo federal tem utilizado a conta de luz como uma extensão do Orçamento. Na tentativa de reverter a tendência, há um movimento entre entidades do setor para transferir parte dos custos que estão na tarifa para o Tesouro Nacional. O consumidor de energia elétrica no Brasil mantém fundos de pesquisa e desenvolvimento, paga por subsídios a setores que já são rentáveis, como as renováveis solar e eólica, e sustenta políticas públicas, que muitas vezes não têm relação com a área de energia elétrica, como água, esgoto e saneamento. Em levantamento similar, mas com outras fontes, realizado com dados de 2021, o Brasil aparecia como segundo no ranking da Abrace, atrás da Colômbia. Os preços da energia registraram forte alta, após o país ter ampliado o uso de térmicas, e funcionaram como munição adicional em recentes crises políticas. Dependente de hidrelétricas, que sofrem com variações do clima, a Colômbia tem enfrentado dificuldades para implementar os projetos de renováveis. Há cerca de um ano, propôs um pacto nacional em busca do que chamou de "tarifa justa". Mobilizou empresas e lançou um pacote de mudanças nas leis do setor e na estrutura técnica, com a promessa de reduzir os custos da energia. Na prática, foi uma intervenção, e os resultados ainda são incertos, mas serve de exemplo sobre os riscos políticos, econômicos e regulatórios quando se perde o controle do preço da energia. O país ainda não divulgou seus indicadores de 2022 e, por isso, não consta do ranking neste ano. Fonte: O Tempo

  • Petróleo, ações e moeda israelense: como a invasão do Hamas está impactando a economia global

    Os preços do petróleo subiram enquanto parte das bolsas de valores e a moeda israelita caíam no início da semana, à medida que os investidores reagiam à guerra entre o Hamas e Israel. Embora Israel não seja um grande produtor de petróleo, a escalada das tensões no Oriente Médio assustou os investidores. A inflação, o receio de uma recessão econômica global e uma correção após meses de alta fizeram com que os preços do petróleo nos EUA caíssem de cerca de US$ 95 (R$ 488,99) há algumas semanas para pouco mais de US$ 80 (R$ 411,78) na semana passada. Mas na manhã de segunda-feira (9), os preços do petróleo nos EUA subiram acima dos 3%, ultrapassando US$ 85 (R$ 437,52) por barril, depois de reduzirem os ganhos durante a noite. O petróleo Brent, referência global, também subiu quase 3%, sendo negociado a quase US$ 87 (R$ 447,82) o barril. Israel declarou formalmente guerra ao Hamas no domingo (8), após um ataque surpresa do grupo no sábado (7). Segundo as autoridades, o conflito já deixou mais de 1000 mortos, com pelo menos 700 pessoas mortas em Israel e 400 na Palestina. “Com o governo israelense alertando para uma guerra longa e difícil, há preocupações de que retaliações profundas e incessantes em Gaza possam trazer o Irã para o conflito e ter um impacto no fluxo de energia na região”, disse Susannah Streeter, chefe de dinheiro e mercados na corretora britânica Hargreaves Landsdown. Israel intervém para apoiar o shekel Com as hostilidades, o shekel israelense subiu para 3,93 em relação ao dólar americano na segunda-feira, nível atingido pela última vez em 2016. O banco central de Israel disse que venderia até US$ 30 bilhões (R$ 154,42 bilhões) em moedas estrangeiras para estabilizar o shekel e “fornecer a liquidez necessária para o bom funcionamento contínuo dos mercados”. Num comunicado, o Banco de Israel disse que forneceria um apoio adicional de US$ 15 bilhões (R$ 77,21 bilhões), se necessário, afirmando que iria “continuar monitorando o desenvolvimento [dos impactos da guerra] e analisar os mercados para agir com as ferramentas disponíveis conforme necessário”. Mercados de ações Futuros nos EUA Nos mercados acionistas, os futuros de ações dos EUA – que subiram na sexta-feira (6) devido a um relatório mais forte que o esperado do mercado de trabalho americano – caíram acentuadamente no final do domingo. Mas as perdas foram reduzidas depois que Israel afirmou que os combates entre as Forças de Defesa de Israel (FDI) e o Hamas dentro do país haviam cessado e que as FDI haviam retomado o controle de todas as comunidades ao redor da Faixa de Gaza. Os futuros do Dow Jones caíram 125 pontos ou 0,37%, após terem registrado inicialmente uma queda de quase 200 pontos. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq caíram 0,5% e 0,6%, respectivamente. Os investidores globais temem que o conflito em Israel possa se alastrar para toda a região e que as tensões prolongadas no Oriente Médio prejudiquem a frágil recuperação econômica global. Bolsas europeias As ações europeias também caíram na abertura de segunda-feira, enquanto a notícia era avaliada. Mas às 06:20 no horário de Brasília, alguns índices já haviam se estabilizado, com o CAC 40 da França caindo apenas 0,1%, enquanto o DAX da Alemanha caía 0,3%. O FTSE 100 de Londres subiu 0,6%, impulsionado pelos ganhos nas ações das empresas petrolíferas. Bolsas asiáticas Na Ásia, a reação inicial entre os investidores foi mista. Na China continental, o Shanghai Composto caiu 0,4% após passar a “Semana Dourada” fechado. Enquanto isso, o S&P/ASX 200 da Austrália terminou em alta de 0,2%. O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,2% quando as negociações foram retomadas após suspensão devido a um tufão. Enquanto isso, as bolsas de valores do Japão e da Coreia do Sul estavam fechadas devido a feriados. Expectativa do mercado A questão-chave para os mercados agora “é se o conflito permanece contido ou se se espalha para envolver outras regiões, especialmente a Arábia Saudita”, escreveram analistas da ANZ em relatório. “Pelo menos inicialmente, parece que os mercados assumirão que a situação permanecerá limitada em âmbito, duração e consequências no preço do petróleo. Mas pode-se esperar maior volatilidade.” Fonte: CNN

  • Ampliação da defesa na fronteira da Amazônia Legal será avaliada

    Um grupo de trabalho para analisar a viabilidade e os possíveis mecanismos para o emprego das Forças Armadas em 250 quilômetros de fronteira terrestre, nos estados da Amazônia Legal, foi criado na segunda-feira (9) pelo governo federal. A medida - que estuda ampliar em 100 quilômetros a área de defesa atual - foi publicada ontem (9) no Diário Oficial da União e as conclusões deverão ser apresentadas em 30 dias. A Constituição prevê a atuação das Forças Armadas em uma faixa de 150 quilômetros dos limites territoriais para dentro do país, mas a ideia que será discutida objetiva ampliar as ações de defesa em mais 100 quilômetros nas fronteiras com outros países nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins. Crimes transfronteiriços De acordo com a publicação do Ministério da Defesa, a proposta visa ampliar as ações preventivas e repressivas contra crimes transfronteiriços e ambientais e somaria esforços com ações previstas no Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas), instituído pelo governo federal em julho deste ano. Com investimento de R$ 2 bilhões, o Amas prevê a instalação de 34 bases integradas da Polícia Federal com as polícias estaduais, centros de comando e de cooperação internacional, além de um centro de operações da Força Nacional, todos distribuídos pelo território da Amazônia Legal. O grupo de trabalho que analisará a atuação das Forças Armadas será coordenado pelo subchefe de operações da Chefia de Operações Conjuntas (CHOC), do Ministério da Defesa, que terá mais quatro representantes, além de dois representantes de cada um dos comandos da Aeronáutica, Exército e Marinha, somando 11 integrantes titulares, com suplentes para casos de ausência. As reuniões semanais serão na sede do Ministério da Defesa, em Brasília, e por videoconferência para os membros que estiverem em outros locais. E, por decisão da coordenação, especialistas militares ou civis de outros ministérios, instituições ou órgãos poderão ser convidados para contribuir com trabalhos. Fonte: Agência Brasil

  • Polícia faz operação para cumprir 100 mandados de prisão em comunidades do Rio

    A operação policial realizada na manhã de segunda-feira (9) em três conjuntos de favelas do Rio de Janeiro busca cumprir 100 mandados de prisão. A informação foi divulgada pelo secretário estadual de Polícia Civil fluminense, José Renato Torres, em entrevista. O foco principal é conter o avanço do Comando Vermelho, maior facção do Rio. Durante a ação, dois helicópteros das forças de segurança foram atingidos por disparos e tiveram de pousar. As ações fazem parte da Operação Maré, anunciada no fim de setembro pelo governo fluminense. Os policiais estão atuando nas comunidades da Cidade de Deus, Vila Cruzeiro (no Complexo da Penha), de Nova Holanda e do Parque União (ambas no Complexo da Maré). Tanto a Cidade de Deus, na zona oeste, quanto o Complexo da Penha, na zona norte, são controlados pelo Comando Vermelho, facção criminosa cujos integrantes, segundo a polícia, estariam envolvidos na morte dos três médicos na semana passada, na Barra da Tijuca. “Todos os integrantes dessa facção criminosa que têm mandados de prisão são alvos da operação”, explicou Torres. “Hoje, especificamente, queremos atacar essa facção criminosa que está tentando expandir seu território e gerando conflito com outras organizações, trazendo certa instabilidade na nossa segurança”. A Operação Maré foi anunciada como resposta a criminosos da Maré, na zona norte da cidade, que usavam um espaço público de lazer para treinar seus homens em táticas de guerrilha. Segundo Torres, a operação desta terça-feira foi expandida para a Penha, também na zona norte, e para a Cidade de Deus, na zona oeste, porque há informações de que lideranças criminosas da Maré buscaram refúgio nesses outros locais. O secretário de Polícia Civil afirmou que, até a hora da coletiva, por volta das 7h, não havia ninguém ferido nas ações. Dois helicópteros da polícia, no entanto, foram atingidos e tiveram que pousar para verificar possíveis danos. Apesar de a Operação Maré ter sido anunciada como ação conjunta com o governo federal, nas ações desta terça-feira não há a participação de agentes federais. O secretário estadual de Polícia Militar, coronel Luiz Henrique Pires, afirmou que, mesmo sem a participação da Força Nacional de Segurança, cujo envio foi adiado pelo governo federal, a Polícia Militar está conseguindo atuar nas três comunidades simultaneamente. “Todo reforço é importante, não só para o Rio de Janeiro, como para todos os estados do Brasil, mas nós temos capacidade e estamos atuando nas três comunidades. Essa questão está sendo resolvida entre o governo do estado e o governo federal”, disse. Segundo Pires, todos os policiais militares estão usando câmeras corporais no Complexo da Maré. Também estão sendo usados drones com capacidade de fazer reconhecimento facial e leituras de placas de automóveis. As imagens estão sendo transmitidas, em tempo real, ao Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), do governo do estado. Fonte: O Tempo

  • Arthur Lira embarca nesta terça para viagens à Índia e China

    O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), viaja nesta terça-feira (10) para compromissos oficiais na Índia e na China. Ele deve permanecer fora do Brasil até o dia 20. Lira deve embarcar acompanhado de líderes partidários da Câmara para uma série de agendas. Na Índia, o chefe da Câmara deve se reunir com outros chefes de parlamento dos países do G20, formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Africana e União Europeia. O Brasil assumiu a presidência do grupo no último setembro durante a Cúpula de Líderes do bloco, na capital indiana Nova Délhi. Já na capital chinesa, Pequim, Lira e os líderes partidários terão encontros com parlamentares do país, além de compromissos empresariais. A expectativa é que a pauta de votações da Câmara fique esvaziada durante a ausência de Lira, inclusive sem a votação de projetos de interesse do governo. Um dele é o projeto que retoma a taxação de rendimentos de offshores em paraísos fiscais, uma das prioridade da equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para aumentar a arrecadação e contribuir na meta de zerar o déficit fiscal em 2024. A previsão é que sejam injetados mais de R$ 20 bilhões nos cofres públicos entre 2024 e 2026. O governo argumenta que esses ativos no exterior pertencentes a brasileiros somam mais de R$ 1 trilhão, mas praticamente não sofrem tributação. Isso porque os rendimentos e lucros são mantidos por anos no exterior e só pagam imposto quando entram no Brasil. Sem Lira no Brasil, a proposta só deve entra em pauta depois do dia 20. Fonte: O Tempo

  • Ex-secretário de Saúde deixa pré-campanha de Boulos devido a falta de repúdio ao Hamas

    Secretário de Saúde do estado de São Paulo durante a pandemia de Covid-19, Jean Gorinchteyn confirmou à CNN que deixou a pré-campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à Prefeitura da capital. A motivação, diz Gorinchteyn, foi o deputado federal não condenar os ataques do Hamas a Israel, que tiveram início no sábado (7). Ele coordenava plano da pré-campanha na área da Saúde. “Diante da postura pró-Palestina que não menciona ou condena o grupo extremista islâmico armado Hamas pelos atentados em Israel, que vitimaram civis e sequestraram mulheres e crianças, adotei a decisão oficial de me retirar”, escreveu em nota. O médico infectologista, que foi secretário durante a gestão de João Doria, indicou ainda que “é imperativo condenar e repudiar ataques terroristas contra civis em qualquer lugar do mundo”. “Reafirmo meu compromisso como judeu em apoio ao Estado de Israel e em respeito às vítimas e seus familiares”, completou. Boulos usou suas redes sociais por volta do meio dia de domingo (8) e disse “condenar sem meias palavras ataques violentos a civis, como os que mataram nas últimas horas 250 israelenses e 232 palestinos”. Ele destacou, porém, sua defesa pública dos “direitos do povo palestino”. “Defendo uma solução pacífica e duradoura, que passe pelo cumprimento do direito internacional e das resoluções de paz”, escreveu. Fonte: CNN

  • Projeto que proíbe casamento homoafetivo retorna à votação nesta terça

    O projeto de lei que pode proibir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo passará por uma nova tentativa de votação nesta terça-feira (10). O tema é o único item da pauta da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF) da Câmara dos Deputados. A reunião está prevista para começar às 10h. O relator, deputado Pastor Eurico (PL-PE), propõe a rejeição de um texto de 2007 que prevê a união civil homoafetiva, com direitos patrimoniais, e a aprovação de um outro projeto, de 2009, que pede a proibição desse tipo de casamento. Esta será a quarta tentativa de votação no colegiado. Em seu parecer, Pastor Eurico citou trechos bíblicos, frisando que o casamento entre pessoas do mesmo sexo "é contrário à verdade do ser humano”. "O que se pressupõe aqui é que a palavra 'casamento' representa uma realidade objetiva e atemporal, que tem como ponto de partida e finalidade a procriação, o que exclui a união entre pessoas do mesmo sexo. O Brasil, desde sua constituição e como nação cristã, embora obedeça ao princípio da laicidade, mantém, na própria Constituição e nas leis, os valores da família, decorrentes da cultura de seu povo e do Direito Natural", escreveu. O autor da proposta, o então deputado Clodovil Hernandes (SP), alegou atender a "uma tendência mundial de tolerância em relação as diferenças" ao apresentar o texto, além de uma "reivindicação dos grupos homossexuais com vistas a integrá-los no ordenamento jurídico e caminhar para a eliminação de preconceitos em razão da orientação sexual". Fonte: O Tempo

  • Entenda o conflito entre Israel e Hamas; veja perguntas e respostas sobre o tema

    O Hamas, grupo extremista islâmico que governa a Faixa de Gaza, lançou no sábado (7/10) a maior ofensiva em anos contra Israel. Em resposta, o premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, declarou guerra. O conflito mais recente entre Israel e o grupo havia sido uma guerra que durou 11 dias em 2021. Entenda o histórico de tensões na região que se arrastam por décadas. O que está acontecendo? O Hamas lançou uma incusão sem precedentes por terra, água e ar contra Israel neste sábado. Combatentes palestinos invadiram pelo menos 14 localidades no sul de Israel, onde mataram dezenas de civis e soldados e fizeram reféns. Além disso, milhares de foguetes foram disparados contra o território israelense. Outras facções palestinas, como o Jihad Islâmico e a esquerdista Frente Popular pela Libertação da Palestina se juntaram à ofensiva. O ataque foi lançado durante o feriado judaico de Simchat Torah e um dia depois do 50º aniversário da Guerra do Yom Kippur entre Israel e países árabes. A ação parece ter pegado as Forças Armadas de Israel de surpresa, indicando uma falha dos serviços de inteligência do país. Em resposta, Netanyahu declarou estado de guerra, convocou reservistas e ordenou bombardeios contra a Faixa de Gaza. "Estamos em guerra. Esta não é uma operação simples", declarou o premiê, afirmando que o Hamas "pagará um preço sem precedentes". O que é o Hamas? É um dos maiores partidos políticos palestinos e conta também com um braço armado, conhecido como Brigadas Qassam. Tem orientação islamita, e sua carta fundadora prega a destruição de Israel e o estabelecimento de um Estado islâmico na Palestina histórica. A criação do grupo foi estimulada nos anos 1980 por Israel, que via nele uma forma de minar a liderança da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), dominada pelo partido secular palestino Fatah, do falecido líder nacionalista Yasser Arafat. Desde os anos 1990, o Hamas tem promovido dezenas de atentados terroristas em Israel. Por que o Hamas controla Gaza? O grupo islâmico, contrário aos acordos entre Israel e as lideranças do Fatah, venceu as eleições legislativas de 2006 em Gaza e na Cisjordânia. A Cisjordânia está sob ocupação israelense desde 1967, com autonomia limitada exercida pela Autoridade Nacional Palestina (ANP), criada após os Acordos de Oslo com Israel, em 1993. A eleição de 2006 dividiu a liderança palestina. O Hamas assumiu a chefia do gabinete, mas a liderança da ANP continuou nas mãos de Mahmoud Abbas, do Fatah. O gabinete dirigido pelo Hamas foi boicotado por Israel e as potências ocidentais. Abbas se recusou a ceder ao Hamas o comando das forças de segurança. A crise política resultou em conflito armado que levou à expulsão do Fatah de Gaza em 2007. Qual é a situação da Faixa de Gaza? A maioria dos 2 milhões de habitantes do território vem de famílias de refugiados que fugiram de de seus vilarejos, localizados no que hoje é Israel, em meio à guerra que se seguiu à declaração de independência do Estado judeu, em 1948. O território passou a ser ocupado militarmente por Israel em 1967. Em 2005, Israel retirou seus colonos e tropas de Gaza, mas manteve o controle das fronteiras terrestres e marítimas. Em 2007, depois que o Hamas passou a governar o território, Israel e Egito impuseram um bloqueio à região. A população local sofre com a falta de luz, água e alimentos e é impedida de deixar o território. Desde então, o território registrou uma sequência de conflitos envolvendo bombardeios israelenses e disparos de foguetes pelo Hamas, que deixaram milhares de mortos, principalmente do lado palestino. Tréguas foram mediadas por Egito, Qatar e Nações Unidas. Fonte: O Tempo

  • Netanyahu diz que resposta de Israel ao ataque de Gaza “mudará o Oriente Médio”

    A resposta de Israel ao ataque sem precedentes de homens armados palestinos a partir da Faixa de Gaza “mudará o Oriente Médio”, disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, na segunda-feira (9). Ele estava conversando com prefeitos de cidades fronteiriças ao sul atingidas pelo ataque surpresa que começou no sábado, informou um comunicado de seu gabinete. Israel ordena “cerco completo” à Faixa de Gaza O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, diz ter dado, nesta segunda-feira (9), uma ordem para o “cerco completo” de Gaza. Não será fornecida eletricidade, alimentos, combustível ou água ao território, que está rodeado em três lados por Israel e pelo Egito. “Estamos lutando contra os bárbaros e responderemos de acordo”, disse ele diante das câmeras. O ministro da Infraestrutura, Energia e Água de Israel, Israel Katz, também ordenou, nesta segunda-feira, o corte imediato do abastecimento de água do país à Faixa de Gaza. Segundo ele, a luz e o combustível foram cortados no domingo (8). “O que foi no passado não será mais no futuro”, disse Israel Katz em uma postagem nas redes sociais anunciando o corte. Israel retomou controle de áreas perto de Gaza O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI), o almirante Daniel Hagari, declarou que as tropas israelenses retomaram o controle de todas as comunidades ao redor da Faixa de Gaza. Segundo ele, não há mais combates entre as FDI e o Hamas. O número de mortos aumenta na medida em que os combates se intensificam — os números de domingo saltaram para mais de 430 em Gaza, com cerca de 2.200 feridos, segundo o Ministério da Saúde palestino em Gaza; e mais de 700 mortos em Israel, segundo a FDI. Na cidade de Gaza, um campo de refugiados palestinos foi atingido por ataques aéreos de Israel nesta segunda-feira. “Eles nos atingiram sem qualquer aviso. Era um [avião] F-16. Não houve aviso, nada. E você pode ver a destruição, veja por si mesmo”, disse à Reuters um homem não identificado no campo de refugiados de Shati. Dezenas de milhares de pessoas foram deslocadas em Gaza enquanto a FDI continua a atacar as posições do Hamas na faixa, segundo a Agência de Assistência e Obras das Nações Unidas (UNRWA, na sigla em inglês) no domingo. Quase 74 mil pessoas estão agora em 64 abrigos da UNRWA, afirma a declaração da agência. Fonte: CNN

VERSÃO DIGITAL.jpg
pontobr.png
jornal gazeta.png
cabelo.jpeg
INVERNO.jpg.jpeg
WhatsApp Image 2026-04-11 at 17.18.29.jpeg
Gazeta 301x524 (2).jpg.jpeg
Design sem nome (1).png
bottom of page