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  • Fernando Villavicencio, candidato a presidente do Equador, foi assassinado com três tiros na cabeça

    Fernando Villavicencio, candidato a presidente do Equador, foi assassinado com três tiros na cabeça depois de sair de um comício em uma escola na cidade de Quito, nesta quarta-feira (9), de acordo com autoridades locais. Segundo informações iniciais, três criminosos efetuaram disparos de metralhadoras. Nove pessoas ficaram feridas, sendo que, entre elas, uma candidata à Câmara de Deputados e dois policiais. Um dos suspeitos do crime foi morto depois de uma troca de tiros com a polícia, de acordo com o Ministério Público do Equador. Seis pessoas foram detidas por suspeita de envolvimento no caso. No último vídeo em que Villavicencio é visto com vida, ele aparece saindo do colégio onde ocorreu o comício cercado por policiais que o ajudam a entrar em um veículo. Antes de fechar a porta, ouvem-se disparos e gritos. A sede do partido Movimiento Construye, ao qual Villavicencio pertencia, foi atacada por homens armados, de acordo com um texto do grupo em uma rede social. O cientista político Maurício Santora explica que o trabalho de Villavicencio como jornalista no Equator teve como foco denúncias envolvendo o narcotráfico e a corrupção da elite política do país: "Ele mexeu em interesses de muitos poderosos". Na disputa pela presidência, uma pesquisa de intenção de voto publicada na terça-feira (8) apontou que Villavicencio estava 5º lugar, segundo o jornal "El Universo". A votação está marcada para o dia 20 de agosto. Por meio de nota, o Itamaraty disse ter tomado conhecimento do caso "com profunda consternação". "Ao manifestar a confiança de que os responsáveis por esse deplorável ato serão identificados e levados à justiça, o governo brasileiro transmite suas sentidas condolências à família do candidato presidencial e ao governo e povo equatorianos." Suspeito morreu em troca de tiros O Ministério Público publicou uma nota na qual afirma que um suspeito morreu. De acordo com o texto, ele foi ferido em uma troca de tiros com agentes de segurança. O suspeito foi detido e levado, já muito ferido, a uma unidade policial que trata de crimes cometidos em flagrante delito em Quito. "[Profissionais de] uma ambulância confirmaram a morte, e a polícia está dando seguimento ao processo de coleta do cadáver." Lasso afirma que crime não ficará impune O atual presidente, Guillermo Lasso, afirmou em uma rede social que o gabinete de segurança vai se reunir para dar uma resposta ao crime. "O crime organizado chegou muito longe, mas o peso da lei vai cair neles", disse o presidente. O general da polícia Alain Luna disse que entre os feridos há policiais. Ele afirmou que o incidente é um ato terrorista. "Estamos implementando um bloqueio na cidade, localização e operações básicas de inteligência, para encontrar os responsáveis." Ex-jornalista chegou a ser condenado por injúria Villavicencio tinha 59 anos, era um ex-sindicalista da empresa estatal de petróleo Petroecuador e, depois, tornou-se um jornalista que publicou histórias em que denunciava que a companhia perdeu milhões de dólares por negócios ruins. Entre 2021 e 2023, ele foi deputado federal. Ele se declarava defensor das causas sociais indígenas e dos trabalhadores. O político era um adversário do ex-presidente Rafael Correa — em 2014, quando era jornalista, chegou a ser condenado a 18 meses da prisão porque a Justiça entendeu que ele cometeu injúrias contra Correa. Ele afirmava que Correa tinha dado ordens para que o hospital da polícia fosse invadido por homens armados — à época, havia uma rebelião de policiais. Ele chegou a ir para o Peru como exilado político. Villavicencio era casado com Verónica Sarauz e deixa cinco filhos. Ameaças a autoridades Na segunda-feira (7), funcionários do Conselho Nacional Eleitoral afirmaram que estavam recebendo ameaças de morte — a presidente da instituição, Diana Atamaint, foi quem fez o alerta. Ela afirmou que os funcionários públicos "estão expostos a essas circunstâncias, não apenas a receber ameaças, mas também à violência política", como insultos em redes sociais. Violência no país Nos últimos anos, o Equador enfrenta a violência ligada ao narcotráfico, que, durante o processo eleitoral, resultou na morte de um prefeito e um candidato a deputado, além de ameaças a um candidato à presidência. A criminalidade no país fez com que a taxa de homicídios dobrasse em 2022, chegando a 25 mortes a cada 100 mil habitantes. Há cerca de duas semanas, um prefeito foi assassinado no país. "O país se tornou uma rota muito importante para o tráfico de drogas na América Latina, que entra pelos portos equatorianos, atravessa a Amazônia e vai para a Europa e os Estados Unidos. Então, há um crescimento muito grande dessa influência política do narcotráfico", explica o cientista político Maurício Santoro. Eleições antecipadas O Equador irá eleger um presidente, vice-presidente e os 137 parlamentares em 20 de agosto. O presidente Guillermo Lasso dissolveu a opositora Assembleia Nacional, em maio, para pôr fim à "crise política grave e comoção interna". A dissolução, que deu lugar a eleições gerais antecipadas, ocorreu em meio a um julgamento político para destituir Lasso. fonte: G1

  • Jornal Gazeta de Varginha Edição 11.257

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  • Coluna Jurídica Gazeta - 10/08/2023

    O QUE É O DIREITO MÉDICO E DA SAÚDE O Direito Médico e da Saúde atualmente é tratado como uma nova área do Direito, uma nova área para a atuação profissional do Advogado, com crescentes demandas nos âmbitos preventivo, contencioso e ético-profissional. O respeito aos valores e princípios bioéticos devem referenciar os propósitos do Direito Médico e da Saúde, desde o respeito à dignidade e à singularidade da pessoa humana até a equidade da justiça distributiva na concessão da saúde coletiva. Dentro do contexto da responsabilidade profissional, encontra-se as suas três vertentes: civil, penal e administrativa em que o Advogado Especialista em Direito Médico e da Saúde, atua em todas elas. Próximos aos anos 400 a.c. Hipócrates reformulou a Medicina dos Deuses e a transformou a prática médica em algo mais identificado aos homens. Por intermédio de seu consagrado “Juramento”, utilizado simbolicamente pelos Egressos dos cursos de Medicina, foi estabelecida uma relação muito próxima entre o Direito e a atividade médica, que influenciou os demais profissionais da saúde. O referido juramento estabelece de forma sólida as normas e condutas para que a relação entre o profissional da saúde e o paciente tenha foco principal e o fundamento para entendermos o momento em que estamos vivendo em relação a responsabilidade civil desses profissionais que atuam com a saúde. As atuações médicas e dos demais profissionais da saúde não ficam mais restritas ao ambiente do consultório, em vínculo essencialmente fechado e privado. A Pejotização da Medicina por meio de abertura indiscriminada de empresas médicas, retrata a importância da natureza jurídica dos documentos médicos como por exemplo, o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, que vem se mostrando essencial para a atividade profissional. No Brasil, a utilização do termo “Direito Médico” começa com uma associação à medicina legal, voltada ao estudo das ciências médicas com um enfoque absolutamente jurídico. A partir daí, a aproximação entre o Direito e a Medicina tornou-se natural, pelo simples fato de que ambos lidam diretamente com os maiores valores do homem, representados pela vida, no sentido dos cuidados da saúde, de sua prevenção, promoção e pela liberdade, relacionada ao poder de escolha quanto a suas relações sociais e jurídicas, surgindo o temo “Direito Médico e da Saúde”. Ainda, além da atuação com os profissionais da Medicina e pacientes, o Direito Médico e da Saúde também atua com os demais profissionais da saúde como Dentistas e Enfermeiros, demandas relacionadas à Planos de Saúde, Hospitais, Compliance em Saúde e Sistema Único de Saúde. Dessa forma, conclui-se que o Direito Médico e da Saúde é a junção do Direito com as demais áreas da saúde, visando garantir a existência humana com dignidade, pois lida diretamente com a organização da sociedade em um âmbito extremamente importante, o da saúde, pois não há assistência efetiva sem que ela esteja ligada às Políticas Públicas e não há sociedade que possa se organizar sem as regras do Direito. COMISSÃO DE DIREITO MÉDICO DA OAB/MG SUBSEÇÃO DE VARGINHA/MG RENATA PORCEL - OAB/MG 192.222 RENATA PORCEL Advogada. OAB/MG 192.222. “Pós-Graduada em Direito Médico. Especialista em Direito Médico pelo Instituto Paulista de Direito Médico e da Saúde. Pós-Graduanda em Auditoria e Compliance em Saúde. Secretária Geral da Comissão de Direito Médico da OAB/MG. Presidente da Comissão de Direito Médico da OAB/MG Subseção de Varginha.

  • Stefano Gazzola do Grupo Unis reúne com autoridades em BH

    Ontem pela manhã esteve em Belo Horizonte, Stefano Barra Gazzola juntamente com o Diretor de Relações Institucionais Henrique Touguinha, representando o UNIS em uma importante reunião junto à Secretaria de Estado de Saúde e junto também à Subsecretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Na reunião estiveram presentes a Secretária de Estado Adjunta de Saúde, Poliana Cardoso Lopes, o Subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Bruno Araújo Oliveira e o Assessor Chefe de Convênios e Parcerias da SES/MG, Luiz Fernando Prado de Miranda. Na oportunidade trataram-se de assuntos estratégicos e de alta relevância para o Grupo Unis e para toda região, como convênios, parcerias e projetos entre o Estado e o curso de Medicina.

  • Alerta Digital por Stenio Santos Sousa - 10/08/2023

    O papel das universidades no contexto da segurança cibernética nacional As universidades desempenham sua inexorável missão de ensinar desde, pelo menos, o início do Século XI, quando da criação da Università di Bologna, na Itália, no ano de 1088 e com ela, quiçá, a própria identidade europeia, depois expandida para toda parte ocidental do globo. Importantes valores e princípios fundamentais da instituição, aliás, conforme recorda Umberto Eco, encontram-se firmados na Magna Charta Universitatum, desde setembro de 1988, assinada por 388 reitores de todo o velho continente. Aquela valorosa missão veio a se expandir em meados do século XIX quando a pesquisa passa a se inserir de forma vinculante no contexto universitário e a viabilizar investimentos na criação de centros de pesquisa e respectivos projetos na área. Mais recentemente, o paradigma da inovação veio a dar novo norte às pesquisas universitárias, que passaram a perseguir protagonismo no desenvolvimento de novas tecnologias, novos produtos, modelos de negócio, serviços, processos, com o objetivo de trazer progressos e melhorar a vida em sociedade. O desenvolvimento de soluções criativas capazes de abordar desafios sociais como melhorias na educação, saúde, segurança e qualidade de vida compõe um intrincado leque de ações que repercutem na agenda cada vez mais atribulada da instituição universitária, evidente reflexo da complexidade da sociedade de nossa tardo modernidade. É preciso, porém, definir filtros, ser capaz de detectar e selecionar propostas que sejam viáveis e atraentes, desafiadoras ou de maior impacto econômico e social, enquanto critérios definidores de sua maior gravidade e pertinência ao futuro que se espera, deseja e quer. Jorge Luis Borges, ao escrever o conto “Funes o memorioso”, destacou o perigo que o excesso de memória, por muitos tida como um presente divino, pode trazer a nossa capacidade de nos posicionar ativamente diante dos problemas da vida. Por causa de sua memória absoluta, Funes simplesmente não conseguia filtrar e descartar resultados da experiência vital e permanecia estático, o que muitas vezes não é admissível. Em notícia recente, o jornal The Washington Post trouxe a público que a China teria invadido redes militares do Japão em 2020, de modo que, apesar das medidas adotadas para seu fortalecimento, ainda seriam insuficientes para permitir, por exemplo, um maior compartilhamento de inteligência entre o Pentágono e o Ministério da Defesa do Japão, o que o jornal qualificou como um dos mais destrutivos ataques cibernéticos da história japonesa atual. Capacidade similar de ataques cibernéticos por parte de países soberanos pode ser vista em outros conflitos internacionais, com destaque para a guerra entre Rússia e Ucrânia. Um ambiente internacional de tal jaez certamente exige reflexão sobre a potencial capacidade de resposta do Brasil em situação análoga e sobre o que estamos efetivamente a fazer para nos preparar adequadamente em termos de segurança cibernética. O Decreto 10.222, de 5 de fevereiro de 2020, E-Ciber, nessa esteira, aponta dentre suas 12 ações estratégicas, a importância de ampliar a parceria em segurança cibernética entre setor público, setor privado, academia e sociedade. O investimento na formação de universitários em segurança cibernética associa-se ao objetivo de elevar o respectivo nível de maturidade de nossa sociedade na temática. Isso pode ocorrer por meio do aperfeiçoamento de mecanismos de integração, colaboração e de incentivos entre universidades, institutos, centros de pesquisa e setor privado relacionados à segurança cibernética, o qual, definitivamente, deve ter acesso privilegiado na apertada e complexa agenda universitária como uma política pública nacional, estratégica e de demasiada importância. Em termos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (E-Ciber), aliás, reconhece o avanço tecnológico decorrente do incentivo a essas importantes áreas, inclusive com impacto no crescimento econômico, todavia sem que a segurança cibernética tenha desempenhado papel prioritário ou de destaque. O decreto recomenda “o investimento na busca de soluções inovadoras em novos tipos de criptografia, de forma a considerar seu potencial variado de aplicabilidade e seu valor estratégico para a segurança da informação e para a segurança cibernética do País”. A necessidade de importação de tecnologia estrangeira, decorrente da ausência de concorrência interna, impõe especial atenção para enfoque que se deve dar em termos de pesquisa, desenvolvimento e inovação nacionais em áreas como: de microeletrônica, em particular, em ações que visem à capacitação em design house, de sensores, de automação e robótica, de supercomputador, de inteligência artificial, de BigData e analytics, de redes de alto desempenho, de criptografia, de redes móveis de quinta geração - 5G e de computação em nuvem. Sobre a necessária participação universitária no esforço da segurança cibernética nacional, não custa mencionar que líderes cibernéticos seniores de todo o Departamento de Defesa dos EUA e além se reuniram no início de 2022 para marcar a criação do Consórcio Universitário do Departamento de Defesa para Cibersegurança (UC2). O objetivo do UC2 é facilitar a comunicação bidirecional entre o Secretário de Defesa e a academia em todo os Estados Unidos. O evento foi organizado pela National Defense University's College of Information and Cyberspace, que serve como centro de coordenação para o consórcio. A partir de paradigma como esse, entendemos que a agenda universitária não pode estar apartada dos desafios e necessidades que governo e sociedade demandam, ainda mais em assunto tão premente, sensível e de repercussões internacionais. Projetos a serem conduzidos por centros de pesquisa em universidades, em parceria com o Ministério da Educação e o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por exemplo, sem prejuízo da cooperação internacional, certamente podem alinhar esforços para atender as necessidades do setor produtivo e amortizar expectativas quanto ao tempo e à capacidade de resposta. Em texto publicado no Journal of Cybersecurity Intelligence & Cybercrime, Dennis Giever apresenta um argumento a mais, quando defende a importância de que sejam implementados programas interdisciplinares de cibersegurança nas universidades. A partir de sua experiência como chefe do Departamento de Justiça Criminal da Universidade Estadual do Novo México, defende uma abordagem holística e interdisciplinar capaz de preparar para lidar com uma ampla gama de ameaças e desafios, o que inclui a possibilidade de que alunos de diferentes disciplinas possam interagir e cooperar com outras áreas de conhecimento, no esforço de obter, além das habilidades técnicas específicas da área, a compreensão do contexto global da cibersegurança. A implementação de programas interdisciplinares de cibersegurança aparentam ser uma excelente alternativa de inserção inicial das universidades na temática, pois permite o fornecimento de uma educação relevante, capaz de preparar o corpo discente aos desafios reais e urgentes que os esperam no mercado de trabalho, carente de mão-de-obra qualificada. Além disso, ao qualificar seu corpo discente, também prepara os corpos docente e técnico universitários, com consequente investimento na proteção de seus próprios ativos cibernéticos. Em última instância, ao adotar a estratégia, a universidade contribui de forma relevante e protagonista para a criação de um mundo digital mais seguro. Fontes consultadas Nakashima, E. (2023, agosto 7). China hacked Japan’s sensitive defense networks, officials say. *The Washington Post*. https://www.washingtonpost.com/national-security/2023/08/07/china-japan-hack-pentagon/ Billingsley, J. (2022, janeiro 10). DOD Launches New University Consortium for Cybersecurity. *National Defense University*. https://www.defense.gov/News/News-Stories/Article/Article/2894347/dod-launches-new-university-consortium-for-cybersecurity/ Audy, J. (2017). A inovação, o desenvolvimento e o papel da Universidade. *Inovação • Estud. av.*, 31(90), May-Aug. https://doi.org/10.1590/s0103-40142017.3190005 Brasil. (2020). Decreto 10.222, de 5 de fevereiro de 2020. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/decreto/d10222.htm Eco, U. (s.d.). Perché le università? *Universitas*, 131, 55-59. https://disf.org/files/eco-perche-universita.pdf Giever, D. (2018). An Argument for Interdisciplinary Programs in Cybersecurity. *International Journal of Cybersecurity Intelligence & Cybercrime*, 1(1), 69-73. https://www.doi.org/10.52306/01010718QKYZ9556

  • Grupo Unis comemora conquistas da instituição em evento que marca a abertura do segundo semestre

    No mês de julho, o Grupo Unis estabeleceu um marco histórico na trajetória da instituição conquistando a mais alta nota garantida pelo MEC no processo avaliativo de recredenciamento das IES, se tornando uma instituição nota 5! Para comemorar este feito coletivo, na última sexta-feira (04/08), os colaboradores e professores do Unis se reuniram na Cidade Universitária para um momento de confraternização e de abertura do segundo semestre letivo. Inspirados pela conquista da nota máxima pelo MEC, os presentes foram recebidos pelo Reitor do Unis, Prof. Felipe Flausino, pelo Vice-Reitor, Prof. Ricardo Morais, pelo Presidente da Fepesmig, Prof. Luiz Carlos Vieira Guedes e pelo Chanceler do Unis, Prof. Stefano Barra Gazzola, que trouxeram falas de agradecimento, reconhecimento e motivação aos colaboradores do Unis, em busca de manter a qualidade do trabalho realizado neste novo semestre que se inicia. “Além de colocar o Unis em um patamar de referência para as instituições de ensino superior da região e do Brasil, a conquista dessa nota representou um grande feito para todos os professores e colaboradores do Unis, que merecem todo o reconhecimento pelo intenso trabalho desempenhado com excelência, sendo os grandes responsáveis por fazer do Unis, uma instituição nota 5!”, comentou o Reitor do Unis, Prof. Felipe Flausino. Após dar as boas-vindas aos professores e colaboradores presentes, o Presidente da Fepesmig, Prof. Luiz Carlos Vieira Guedes, apresentou algumas outras conquistas do Grupo Unis nos últimos meses, para além da nota máxima do MEC, envolvendo diferentes níveis educacionais e serviços oferecidos pelo Unis, mostrando aos membros da instituição que o crescimento está acontecendo em âmbitos diversos do Grupo, e que há muito para se comemorar. “Pela primeira vez em sua história o Unis alcança a nota 5! Essa conquista precisa ser comemorada por todos! Mas nossas conquistas não param por aí! Estamos finalizando obras importantes para o nosso Colégio Alpha, para os cursos da área de saúde do Unis, para os setores de Atendimento ao Aluno da nossa instituição e também para recebermos com toda a qualidade o aguardado curso de Medicina em nossa cidade. Começamos o segundo semestre, com muito a celebrar”, destacou o Presidente da Fepesmig, Prof. Luiz Carlos Vieira Guedes. Durante o encontro, foram também destacados avanços do Unis no relacionamento com a comunidade através do importante setor da Chancelaria; novas parcerias e projetos de internacionalização que estão sendo pensados pelo setor de Relações Internacionais; o essencial lançamento da Política de Diversidade, bem como outras iniciativas em desenvolvimento pelo Núcleo de Diversidade; além da criação do Programa de Incentivo à Publicação Científica (PIPC), projeto encabeçado pelo Departamento de Pesquisa do Unis. Além disso, foi apresentada uma cooperação inédita entre o Unis e a UNISUAM, centro universitário sediado no Rio de Janeiro, parceira há muitos anos da instituição, para oportunizar à comunidade de Varginha e região um programa de doutorado em Desenvolvimento Local, um programa profissional completo, com 5 estrelas pela CAPES, especialmente pensado para o desenvolvimento de ações perenes que possam transformar o mundo. “Em áreas diversas estamos vendo o Unis ser reconhecido por todo o árduo trabalho realizado por estes professores e colaboradores. Por isso, reforçamos que as conquistas recentes, são de todos nós! Todos que acreditam no potencial transformador do Grupo Unis, que vestem a camisa desta instituição e que podem atestar a qualidade e compromisso do nosso trabalho!”, concluiu o Chanceler do Unis, Prof. Stefano Barra Gazzola.

  • Varginha se destaca no Jogos Escolares de Minas Gerais - JEMG

    Varginha reafirmou o compromisso com o esporte ao brilhar na fase estadual dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG) ao conquistar vaga para a etapa nacional em diversas modalidades. Com um desempenho notável no judô, badminton, natação e tênis de mesa, os atletas varginhenses se destacaram. No módulo 1, os atletas de Varginha trouxeram para casa 6 medalhas de ouro, 6 de prata e 7 de bronze. No módulo 2, foram conquistadas 1 medalha de ouro, 4 de prata e 4 de bronze. A cidade de Varginha se orgulha de todos os atletas que se destacaram na fase estadual dos Jogos Escolares e também reconhece o papel essencial das escolas, diretores e professores nessa jornada esportiva. Esse apoio incondicional, dedicação e orientação foram fundamentais para que os jovens talentos pudessem alcançar o máximo potencial e representar o município com tanta garra e determinação. A SEMEL ressalta o compromisso contínuo em promover e incentivar o esporte em todas as suas formas. “Para Varginha, a participação e conquistas dos atletas é motivo de alegria e satisfação; queremos parabenizar todos os atletas que participaram e também os que se destacaram na fase estadual dos Jogos Escolares”, destacou o prefeito Vérdi Melo.

  • Feira de Educação Tecnológica reuniu talentos da Robótica

    No último dia 05 de agosto, Varginha foi palco de uma emocionante Feira de Educação Tecnológica, a FEIRA ET, que reuniu talentos da robótica e tecnologia de diversas cidades. O evento foi uma realização da Secretaria de Educação Municipal de Varginha (SEDUC) e o Grupo de Pesquisa em Automação Industrial e Robótica Móvel (AIROM), do CEFET/MG – Campus Varginha, em parceria com o SEBRAE-MG e a Olimpíada Brasileira de Robótica – OBR, e foi marcada por uma série de atividades que promoveram a interação entre alunos da educação básica e superior, bem como a exibição de equipamentos tecnológicos. Os participantes também tiveram a oportunidade de apresentar seus trabalhos científicos no campo das tecnologias, compartilhando conhecimento e experiências que enriquecem o panorama educacional. Um dos momentos mais aguardados foi a competição de robótica, que integra a renomada Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), etapa regional, modalidade prática. As equipes se esforçaram para mostrar suas habilidades e estratégias na construção e programação de robôs, revelando o alto nível de dedicação e criatividade envolvido nesse desafio tecnológico. Pela OBR, o evento contou com a participação de 15 equipes (Nível 2) e 12 equipes (Nível 1), das cidades de Varginha, São Tiago, Santa Cruz, São João Del Rei, Paracatu, Pouso Alegre, Itajubá, Juiz de Fora e São Gonçalo do Sapucaí. A participação das equipes na Etapa Regional da OBR em Varginha, selecionou 6 equipes para a Fase Estadual: * Nível 1/ Equipes: Robótica CMJF_01 (Juiz de Fora), ThunderStorm (Santa Cruz de Minas ), Robótica CMJF_03 (Juiz de Fora). * Nível 2/ Equipes: Robótica CMJF_02 (Juiz de Fora), FantasticFour (São Tiago) e Café com Byte Girls (São Tiago). Em relação à apresentação de trabalhos científicos por meio de de banners, a Rede Municipal de Ensino de Varginha teve uma presença marcante na Feira, apresentando 15 projetos desenvolvidos por professores e gestores da rede. Isso demonstra o compromisso da educação municipal em fomentar o interesse dos estudantes pelas ciências e tecnologias, estimulando a criatividade e o aprendizado prático e o engajamento dos educadores em promover aprendizagem significativa e inovadora aos estudantes. O evento teve um toque especial com a participação de todos eles. A Feira de Educação Tecnológica representou um marco na promoção da educação STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática) e no incentivo à formação de jovens mentes brilhantes. O evento evidenciou a importância de se manter atualizado nas áreas tecnológicas e reforçou a relevância da colaboração entre instituições de ensino e a comunidade para a construção de um futuro cada vez mais tecnológico e inovador. O sucesso da 1ª edição da FEIRA ET já deixa todos ansiosos pelas próximas oportunidades de intercâmbio de conhecimento e criação de soluções inovadoras que certamente continuarão a impulsionar o desenvolvimento tecnológico em Varginha e região. Agradecemos ao SEBRAE pela parceria e aos apoiadores do evento. Parabenizamos a todos os participantes da OBR, Etapa Regional e também aos professores e gestores da Rede Municipal de Ensino de Varginha, pela brilhante participação na 1ª Edição da Feira ET.

  • Copasa se associa ao Trata Brasil para avançar na universalização do saneamento em Minas

    A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e o Instituto Trata Brasil assinaram neste mês um termo de associação com o intuito de desenvolver novas ações e soluções para avançar na universalização do saneamento até 2033. As metas do Novo Marco Legal do Saneamento determinam que, em dez anos, o país alcance o índice de 99% de cobertura de água tratada e 90% de esgoto coletado e tratado. Nos municípios mineiros onde a Copasa detém a concessão o fornecimento de água tratada já ultrapassou a meta da nova legislação, atingindo o índice de 99,6%. Os esforços da Companhia agora são nas obras de esgotamento, que ainda precisam avançar para a universalização. O índice atual de esgoto coletado e tratado pela Copasa está em quase 80%, ou seja, 10% a menos do que determina o Novo Marco. Diante desse desafio, o presidente da Copasa, Guilherme Duarte, destacou os recursos recordes que a empresa vem investindo para avançar no saneamento e ressaltou que essa associação com o Instituto vem para somar os esforços. “É muito importante para a Companhia ter como aliado o Trata Brasil. Essa associação é mais uma demonstração da união de esforços para garantirmos ao cliente da Copasa serviços eficientes e de qualidade. Em termos de obras também estamos com uma perspectiva muito boa para que a Companhia atinja a universalização dos seus serviços dentro do que o Novo Marco preconiza. Nos últimos meses, passamos de 72% para quase 80%, o que demostra uma evolução muito grande em pouco tempo”, afirmou. A presidente do Trata Brasil, Luana Pretto, reconheceu a estrutura de governança da Copasa que, segundo ela, possui um histórico com excelentes evoluções e perspectivas de universalização em relação ao saneamento. “Essa associação é fundamental para buscar soluções, produzir conteúdo e garantir que a população seja beneficiada com esses serviços, que promovem o desenvolvimento econômico e social tanto do Estado quanto do país como um todo. A gente acredita que o saneamento é uma força motriz de transformação social aonde ele chega e, com essa união de esforços, pretendemos então conscientizar a população a respeito da importância do acesso e promover formas de engajamento e fortalecimento do tema para que as metas do Novo Marco Legal sejam atingidas”, completou. O Instituto Trata Brasil é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) formado por empresas com interesse nos avanços do saneamento e na proteção dos recursos hídricos do país. Desenvolve projetos em comunidades vulneráveis ao saneamento básico e onde a falta de água e o contato diário com os esgotos ao céu aberto fazem parte da realidade das famílias. Dentro do escopo de trabalho há três eixos de atuação: “Água e Cidadania pela Vida”; “Trata Brasil na Comunidade”; e “Apoio ao Saneamento Rural e em Áreas Isoladas”.

  • O ministro Edson Fachin, concedeu habeas corpus a um homem residente no Sul de Minas

    O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu um habeas corpus a um homem residente em Ouro Fino, no Sul de Minas Gerais. Com um pé esquerdo amputado e uma sentença que o obrigava a realizar capinação de lotes como serviço comunitário, ele viu sua pena ser revista após apelar à mais alta instância jurídica do país. A condenação havia sido proferida antes do início da pandemia, e com o surgimento da crise sanitária, as obrigações de serviços comunitários foram temporariamente suspensas. No entanto, quando as atividades foram retomadas, o homem foi notificado a comparecer para realizar os serviços. As dificuldades foram evidentes desde o início, conforme consta nos documentos do processo. Apesar de se apresentar para cumprir a ordem de capinação de lotes, o fato de possuir apenas um pé o impediu de executar o trabalho. “Foi-lhe proposto, por servidores da Prefeitura local, o serviço de capinar um local íngreme em uma praça. Por lógica, não foi possível ao paciente executar devido à condição narrada”, destaca um trecho da petição. Além da amputação do pé, o homem enfrenta outras questões de saúde, incluindo diabetes, hipertensão, displidemia (alta concentração de gordura no sangue) e problemas cardíacos. A defesa do condenado, ciente das dificuldades enfrentadas, requereu então uma mudança na pena de serviços comunitários para pagamento de multa. No entanto, essa solicitação foi rejeitada em todas as instâncias da Justiça em Minas Gerais, com a justificativa de que a pena não seria uma opção, mas sim uma imposição. O caso, que até então havia passado por várias esferas judiciais, chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os advogados, temendo que o homem fosse preso por não cumprir a determinação, buscaram a intervenção da mais alta instância. Em sua análise, o ministro Edson Fachin ressaltou que a execução da pena deve ser individualizada, considerando as condições de saúde de cada condenado. Ele criticou as decisões das instâncias inferiores e esclareceu que não se trata do réu escolher a pena mais conveniente, mas sim de adaptar a forma de cumprimento da pena. “A decisão exarada pelas instâncias ordinárias ao indeferir pedido de alteração de pena é desprovida de adequada fundamentação”, destacou Fachin em sua decisão. Com base em seu entendimento, o ministro concedeu o pedido da defesa, substituindo a pena de capinação por uma multa cujo valor não foi especificado. A decisão foi publicada no final de junho e, na última semana, o Supremo arquivou o processo, tornando-a uma decisão final, sem possibilidade de recursos. Fonte: Rede Moinho 24

  • MG teve cerca de 100 incêndios por dia neste mês de agosto, diz Bombeiros

    Minas Gerais teve cerca de 100 incêndios por dia neste mês de agosto, segundo o Corpo de Bombeiros. Em Andradas, ações têm sido realizadas para evitar grandes queimadas na Serra do Caracol. Conforme dados dos Bombeiros, nos primeiros dias deste mês foram atendidas 812 ocorrências de incêndio florestal em todo o estado, uma média de 101 casos por dia. Esse número é o dobro do registrado em maio (com 51 em média) no início do período de estiagem. O aumento da quantidade de incêndios em vegetações nesta época do ano já era esperado e a previsão é que haja mais focos do que em julho, quando o número de notificações ultrapassou 3 mil em MG. Em Andradas, a Prefeitura realizou a abertura de aceiros na Serra da Caracol, às margens da rodovia BR-146. O objetivo é conter possíveis queimadas, preservando a fauna e a flora deste local, em que é recorrente a ocorrência de grandes queimadas. Nesta época do ano a região vive o período de estiagem (que vai de abril a outubro) e o clima favorece a propagação de incêndios. O Art. 250 da Constituição Federal afirma que “Causar incêndio, expondo a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem: Pena - reclusão, de três a seis anos, e multa.”. O inverno é a época mais seca do ano em parte do Brasil. Duranta a estação, propriedades rurais são ameaçadas por incêndios e queimadas, que acontecem por motivos variados. Até um caco de vidro, lata ou um pedaço de metal podem ser responsáveis por dar início ao fogo que, sem controle, pode consumir grandes áreas de plantações ou matas. “Os proprietários de áreas rurais precisam ficar atentos para evitar incêndios de grandes proporções em suas lavouras, e sempre é bom reforçar as medidas de prevenção, já que fatores como o aumento da incidência de ventos, a baixa umidade relativa do ar e a falta de chuvas contribuem para que os incêndios ocorram”, lembra o engenheiro agrônomo Andrey Vetorelli, técnico da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. Fonte: André Vince

  • Minas ultrapassa marca das 50 mil empresas abertas no ano

    Balanço da Jucemg mostra ainda que, somente em julho, 7.824 empreendimentos foram abertos em todas as regiões de Minas. Esse é o melhor desempenho para o mesmo período desde 2019, quando a Jucemg passou a disponibilizar a ferramenta de totalização em tempo real dos registros mercantis. A autarquia, que completou 130 anos de atividade no último dia 5 de julho, é responsável pelos registros mercantis como abertura, alterações e encerramentos empresariais. Na série histórica, conforme a Jucemg, foram 44.392 empresas constituídas de janeiro a julho de 2021, outras 28.924 constituições no mesmo período de 2020 e 29.975 nos sete primeiros meses de 2019. “O balanço do ano até agora não deixa dúvidas de que se trata de um indicador muito positivo para Minas, já que o saldo de aberturas de empresas é muito superior ao de baixas”, comenta o presidente da Jucemg, Bruno Falci. Conforme o levantamento, no mesmo período, 29.394 empresas encerraram as atividades, numa variação de 7,04% em relação aos mesmos sete meses de 2022 (27.460 baixas). Ranking regional Todas as regiões de Minas apresentam saldo favorável na abertura de empresas este ano em relação ao mesmo período do ano passado. As regiões que mais verificaram aumento proporcional foram: Jequitinhonha/Mucuri (20,02%), Norte de Minas (13,98%), Triângulo (13,01%) e Central (11,07%). Na sequência, aparecem: Sul de Minas (9,19%), Alto Paranaíba (8,90%), Noroeste (8,17%), Rio Doce (6,74%), Centro-oeste (4,48%) e Zona da Mata (2,35%). “Esse desempenho positivo é reflexo também da política de liberdade econômica que vem ganhando força em todas as regiões de Minas desde o início do governo de Romeu Zema. Menos papel, menos entraves, menos burocracia para gerar mais empresas, mais empregos, mais renda e mais riquezas para Minas e para os mineiros”, reforça Falci. Desempenho de julho Do total de empresas abertas no ano, 7.824 foram constituídas em julho, o que representa um avanço de 9,40% em relação ao mesmo mês de 2022, quando foram constituídas 7.150 empresas. Em relação às extinções empresariais, julho teve 5.984 baixas, variação de 6,28% sobre o mesmo mês de 2022 (5.630 baixas). Ranking municipal Belo Horizonte segue como o município com maior número de empresas abertas em Minas. Foram 12.976 empresas novas ao longo do ano, sendo 2.105 delas em julho. Na sequência, em relação ao acumulado do ano, aparecem: Uberlândia (2.966), Contagem (1.806), Juiz de Fora (1.301), Montes Claros (1.152), Uberaba (1.046), Betim (840), Divinópolis (723), Governador Valadares (697) e Ipatinga (653). O balanço da Jucemg considera empresas de qualquer porte, com exceção dos MEIs (microempreendedores individuais), cujas inscrições são realizadas diretamente no Portal do Empreendedor do governo federal, sem passar pelas juntas comerciais estaduais.

  • Minaspetro alerta para possibilidade de faltar diesel em Minas

    O Minaspetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais) afirmou que o estado corre risco de desabastecimento de diesel ao longo da semana, principalmente no interior e em postos de marca própria. Por meio de nota, o sindicato afirma ter recebido informações de revendedores de que as distribuidoras estão cortando pedidos de diesel, principalmente o S10 e S500. O motivo deste possível desabastecimento, de acordo com a Minaspetro, é a defasagem do preço interno do combustível em comparação ao mercado internacional e responsabiliza o fim da política de Preço de Paridade Internacional (PPI), que foi adotado pela Petrobras desde 2016, durante o governo Michel Temer. Ao usar o PPI como base, os preços praticados no Brasil tem como referência o preço do barril de petróleo, que é cotado em dólar. Com essa política, a Petrobras não tinha autonomia para evitar variações acentuadas de preço. Contudo, a prática gerou lucros recordes e distribuição de dividendos para os acionistas da estatal. Em maio, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a adoção de um novo modelo para definição de preços considerando o "custo alternativo do cliente" e o "valor marginal da Petrobras". A prática fez com que diesel, gasolina e gás de cozinha registrassem quedas nos preços logo nos primeiros dias. Leia na íntegra a nota: O Minaspetro recebeu informações de diversos revendedores que as bases distribuidoras estão cortando pedidos, especialmente no diesel S10 e S500. Isso se deve, possivelmente, pela defasagem do preço interno em comparação com os valores praticados no mercado internacional, alertada amplamente pelos especialistas do mercado. O risco de desabastecimento é algo que deve ser fortemente combatido por todos os elos da cadeia. O Minaspetro vem alertando que o abandono à Paridade de Preços de Importação (PPI) seria um risco para o mercado de combustíveis e, sobretudo, para a própria estatal. O Minaspetro irá notificar os órgãos reguladores e reforça o alerta à população sobre o risco de desabastecimento para o diesel, um problema grave para o andamento harmônico da economia e da sociedade. Caso a situação permaneça, haverá postos, especialmente do interior e Marca Própria, sem combustível para a venda ao longo da semana.

  • OceanGate, do submarino que implodiu no Titanic, nomeia banqueiro como CEO

    A OceanGate, empresa conhecida por ser responsável pelo submarino que implodiu em uma expedição aos destroços do Titanic, nomeou um novo diretor-executivo. O ex-banqueiro de investimentos Gordon Gardiner será o responsável por comandar a empresa no lugar de Stockton Rush, um dos mortos no colapso do veículo. A companhia disse ao portal americano Insider que o empresário foi nomeado “para liderar a OceanGate nas investigações em andamento e no fechamento das operações da empresa”, e acrescentou que Gardiner mora em Seattle há 26 anos e é ciclista e esquiador. De acordo com o portal, o novo diretor-executivo iniciou sua carreira no banco JPMorgan, onde ficou por 15 anos antes de presidir a empresa de delivery TableSafe, da qual saiu em 2021. Desde 2008, ele foi diretor do conselho de outras seis empresas e, atualmente, é CEO do fundo de investimentos Quantum Holdings e sócio da Swiftsure Capital. Agora, ele tem o desafio de gerir a empresa que organizava as excursões do Titan, submersível que desapareceu no Atlântico no dia 18 de junho, 1h45 após o início do mergulho da quinta missão da "Expedição Titanic" neste ano. Diversos países contribuíram para as buscas do veículo, que carregava cinco pessoas aos destroços do mais famoso naufrágio da história, a cerca de 600 km da costa sudeste do Canadá. Fonte: O Tempo

  • Quem são os tártaros da Crimeia e por que têm papel-chave na resistência à Rússia

    Uma frente de resistência formada por tártaros da Crimeia, um grupo étnico nativo da península ocupada pela Rússia, se tornou peça importante na guerra da Ucrânia. Fundado em setembro de 2022, o movimento Atesh (fogo, em tradução literal) age obstruindo a logística, sabotando alvos-chave e alimentando a insatisfação contra – e dentro – do exército do presidente russo Vladimir Putin. Os métodos do Atesh são implacáveis, como visto em novembro de 2022, quando 30 militares russos morreram em hospitais em Simferopol. Também são eficazes. Até fevereiro de 2023, segundo o grupo, mais de 4.000 soldados russos já haviam feito um curso online (na ‘escola Atesh’) sobre como resistir à guerra sabotando seus próprios equipamentos. Mustafa Dzhemilev, líder tártaro da Crimeia proibido pela Rússia proibiu de entrar na Crimeia até 2034, disse recentemente que o “Atesh está nas profundezas… mas trabalha dentro da Crimeia… explodindo alvos”. Serhii Kuzan, chefe do think tank Centro Ucraniano de Segurança e Cooperação, em Kiev, disse que “A ideia é que o invasor sempre sinta a presença dos guerrilheiros e que nunca se sinta seguro”. Diversos métodos estão sendo usados para sabotar os russos na Crimeia e além. Como em tantos incidentes nesta guerra, e isso vale para atos cometidos por todos os lados, verificar a origem de ataques é uma tarefa extremamente difícil. Sabe-se que forças guerrilheiras nas regiões de Kharkiv, Zaporizhzhia e Kherson realizaram recentemente uma campanha coordenada de distribuição de adesivos e panfletos contra o chamado "mundo russo". Além disso, repetindo uma tática adotada em conflitos anteriores, a Ucrânia teria lançado panfletos sobre posições russas com a seguinte mensagem: “Soldado russo, se você não quer ser um nazista do século 21, saia de nossa terra! Caso contrário, o destino dos soldados de Hitler e um tribunal como o de Nuremberg esperam por você!” O apelo ao passado é sedutor para Kiev, pois a guerra partidária desempenhou um papel importante na vitória da guerra civil russa (1917-1923) e no que a Rússia lembra como a “grande guerra patriótica” (1941-1945). A comparação do atual exército russo com os invasores nazistas da segunda guerra mundial contradiz completamente a versão de Putin. O Kremlin diz que nacionalistas ucranianos colaboraram e participaram em assassinatos em massa durante a ocupação nazista. A propaganda russa afirma ainda que a guerra atual visa “desnazificar” a Ucrânia. Quem são os tártaros? Diferentemente dos russos eslavos, os tártaros da Criméia são um grupo étnico turcomano nativo da península da Crimeia. Sob o governo de Joseph Stalin (1924-1953), a União Soviética reprimiu ativamente dos tártaros da Criméia. Como resultado, vários tártaros decidiram cooperar com os alemães após a invasão nazista de junho de 1941. Stalin acusou os tártaros da Criméia de traição e deportou a comunidade em massa para o Gulag - como eram chamados os campos de trabalho forçado sovieticos. Embora alguns tártaros da Criméia tenham servido junto a potências do Eixo, um número bem maior serviu no Exército Vermelho. Conhecida como Sürgün (o exílio), esta deportação de pelo menos 180.000 pessoas para a Ásia central em 1944 foi um dos capítulos mais dolorosos da história tártara. Na década de 1960, pesquisas de ativistas tártaros estimaram que aproximadamente 100.000 dessas pessoas tenham morrido (mesmo os registros soviéticos mostram que 30.000 tártaros da Criméia morreram menos de dois anos após as deportações). Somente em setembro de 1967, o Soviete Supremo – o mais alto órgão legislativo da URSS – reconheceu que a acusação de traição contra toda a nação tártara da Crimeia era “irracional”. Treze anos antes, o Soviete Supremo votou pela transferência da Crimeia da Ucrânia da República Socialista Federativa Soviética da Rússia para a República Socialista Soviética. O movimento não foi tão controverso na época, visto que ambas as entidades eram parte da União Soviética. Mas a dissolução da União Soviética em 1991 mudou tudo isso. A maioria dos tártaros só foi autorizada a retornar à Crimeia em 1989, sob o comando do líder soviético reformista Mikhail Gorbachev. Os tártaros não receberam nenhuma compensação por suas perdas, e seu retorno para casa gerou tensões com russos e ucranianos étnicos, muitos dos quais se mudaram para a península depois de 1944. Depois que a Ucrânia se tornou independente, em 1991, líderes tártaros disseram que autoridades de Kiev deliberadamente impediram que seu povo conseguisse empregos públicos. Tambémos acusaram de secretamente se “apropriar de suas terras”. 'Inimigo comum' Enquanto a guerra atual continuar, e considerando a significativa contribuição militar dos tártaros da Crimeia, Kiev deverá se colocar cada vez mais favoravelmente à questão da autodeterminação da nação tártara da Crimeia. Para o especialista em estudos ucranianos Rory Finnin, o futuro da Crimeia é fundamental para qualquer acordo que possa se seguir à guerra atual. A Ucrânia perdeu o controle da Crimeia em 2014, mas os esforços dos tártaros da Crimeia no atual conflito estão contribuindo significativamente para a capacidade de Kiev de evitar uma derrota para a Rússia. *Jonathan Este é editor de assuntos internacionais. Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em inglês. Fonte: G1

  • Para Lula, US$ 100 bi para financiamento climático são insuficientes

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que os US$ 100 bilhões anuais prometidos, desde 2009, pelos países ricos para o financiamento climático de países em desenvolvimento já não são suficientes. A declaração foi feita na quarta-feira (9) durante discurso na Cúpula da Amazônia. Lula destacou que quem tem as maiores reservas florestais e a maior biodiversidade merece maior representatividade no Fundo Global, e que é “inexplicável que mecanismos de financiamento, como o Fundo Global para o Meio Ambiente, que nasceu no Banco Mundial, reproduzam a lógica excludente das instituições de Bretton Woods”. O presidente se referiu às instituições financeiras internacionais criadas na Conferência de Bretton Woods, que em 1944 estabeleceu o dólar como moeda para comércio internacional. Lula criticou a falta de representatividade de países como Brasil, Colômbia, Equador, Congo e Indonésia no fundo, e que, a estrutura atual acaba por favorecer países desenvolvidos como Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália e Suécia, que ocupam cada um seu próprio assento. “Os serviços ambientais e ecossistêmicos que as florestas tropicais fornecem para o mundo devem ser remunerados, de forma justa e equitativa”, acrescentou ao defender uma espécie de certificação de produtos produzidos de forma sustentável nas grandes florestas tropicais. O presidente classificou como “neocolonialismo verde” a adoção de medidas discriminatórias e barreiras comerciais que, “sob o pretexto de proteger o meio ambiente”, desconsideram marcos normativos e políticas domésticas dos países que ainda detêm florestas em seus territórios. “Quero convidar especialmente outros países com florestas tropicais para que se somem a esse esforço. A Declaração Conjunta que adotaremos hoje será o primeiro passo para uma posição comum já na COP28, este ano, com vistas à COP30. Junto com nossos companheiros da África e da Ásia, podemos aprofundar as trocas de experiências sobre a proteção das florestas e seu manejo sustentável”, acrescentou . Fonte: Agência Brasil

  • Polícia de SP prende homem apontado como o 'maior receptador de celulares do país'

    A Polícia Civil de São Paulo diz ter prendido, no centro da capital paulista, um homem apontado como "o maior receptador de celulares do país". Amadou Diallo, imigrante de Guiné-Bissau, é suspeito de liderar a receptação de aparelhos furtados e roubados. Com ele, foram apreendidos 312 celulares — pelo menos 64 deles tinham queixa de crime. Os investigadores apuravam casos de roubos de celulares em que as vítimas foram mortas ou gravemente feridas. Durante essas apurações, prenderam os autores dos crimes e outros receptadores de celulares. A partir daí, segundo a polícia, foi possível identificar o guineense como o maior receptador dos aparelhos no país. A prisão ocorreu na noite da última terça-feira (8). Com mandados de busca e apreensão, os agentes foram até dois apartamentos na rua dos Guaianases, na região da Cracolândia, ligados ao estrangeiro. Lá, acharam bases de operação de Diallo, que foi detido por receptação qualificada. Os agentes encontraram uma estrutura de informática que poderia permitir o desbloqueio de celulares para que criminosos acessassem dados das vítimas. Segundo a investigação, as informações eram repassadas para que fossem aplicados golpes nas vítimas. Outra finalidade da base montada pelo guineense era o envio desses celulares para outros países, ainda de acordo com a Polícia Civil. Em março, a Polícia Civil paulista iniciou uma operação com objetivo de prender suspeitos de uma quadrilha conhecida como 'quebra-vidro', que praticam roubos e furtos de celulares, na região da Cracolândia, no centro de São Paulo. A ação faz parte da Operação Unblocked. Na ocasião, foram apreendidos 53 celulares, 3 tablets, 2 IPads, 3 smartwatchs e 130 carcaças de celulares desmontados. Uma das ações praticadas pelo grupo são os ataques aos carros para pegar os celulares dos motoristas e passageiros — na maioria das vezes, os criminosos quebram os vidros dos veículos parados em semáforos ou no trânsito. A investigação buscava identificar os criminosos responsáveis pela receptação de aparelhos celulares furtados e roubados no Centro da capital. Para a Polícia Civil, a quadrilha seria responsável por comprar cerca de 80% dos celulares furtados pela quadrilha "quebra-vidro". Fonte: O Globo

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