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- Hacker que vazou dados de Moro e Deltan na Lava Jato é preso novamente pela Polícia Federal
O hacker que vazou informações da Operação Lava Jato dos celulares de figuras como o ex-desembargador Deltan Dallagnol e o ex-juiz e hoje senador Sérgio Moro voltou a ser preso nesta quarta-feira, 28. Walter Delgatti Neto foi detido por ter descumprido medidas judiciais. De acordo com a Polícia Federal (PF), a prisão ocorreu em Campinas, no interior de São Paulo. O hacker é suspeito de ter acessado a internet e mudado de endereço, o que configura descumprimento das medidas cautelares que o mantinham em liberdade provisória. Walter foi preso em julho de 2019 durante a Operação Spoofing, da PF, contra uma organização criminosa que praticava crimes cibernéticos. De acordo com a investigação, o grupo teria acessado contas do Telegram de autoridades. Na época, Walter obteve o direito de aguardar pelo julgamento em liberdade. O réu passou por audiência de custódia e sua defesa deve solicitar um novo pedido de liberdade provisória até esta quinta-feira, 29. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Polícia prende suspeito de assediar ao menos dez mulheres em parque de SP
A Polícia Civil de São Paulo prendeu um jovem, de 18 anos, suspeito de assediar e atacar ao menos dez mulheres que faziam atividades físicas no Parque Cidade de Toronto, na região de Pirituba. Pelo menos seis vítimas já foram identificadas. Ambas foram abordadas pelo suspeito enquanto faziam caminhada ou corrida. De acordo com a investigação, as mulheres foram atacadas nos glúteos de diferentes maneiras: tapas, mordidas, apertões, chineladas, pauladas ou beijos. A polícia contou que o suspeito agia sempre no mesmo horário, entre 18h30 e 21h30. Antes de atacar as vítimas, o jovem as seguiam durante um longo percurso. Em depoimento, o suspeito confessou que assediava as mulheres desde janeiro. A prisão temporária do jovem, por 30 dias, foi mantida durante audiência de custódia. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Caixa começa a aplicar novas regras do Minha Casa, Minha Vida a partir de 7 de julho; confira
A partir do dia 7 de julho, a Caixa Econômica Federal vai financiar imóveis de até R$ 350 mil, com base nas novas faixas do Minha Casa, Minha Vida. O novo limite é destinado a famílias com renda mensal de até R$ 8 mil. Os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) atende à faixa 3 do programa habitacional. Anteriormente, o teto para esta faixa era de R$ 264 mil. O subsídio para complementação da compra do imóvel pelo Minha Casa, Minha Vida também aumentou de R$ 47,5 mil para R$ 55 mil. O valor é definido de acordo com fatores populacionais, sociais e de renda. As novas contratações vão estar disponíveis nas agencias do banco e nos correspondentes da Caixa em todo o país. Já para as famílias das faixas 1 e 2, com renda de até R$ 4,4 mil, o limite do valor do imóvel passa a variar entre R$ 190 mil e R$ 264 mil, a depender de cada localidade. De acordo com o Governo Federal, o objetivo da nova versão do programa é adequar a medida às famílias que passaram a fazer parte do Minha Casa, Minha Vida, além de também adequar o aumento nos custos da construção civil. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Bolsonaro diz que irá recorrer ao STF caso condenado pelo TSE
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira 30, que irá recorrer no Supremo Tribunal Federal (STF) caso seja condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no julgamento da ação que o acusa de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. “É um julgamento que não tem pé nem cabeça”, disse, em entrevista à rádio Itatiaia. “Vou conversar com meus advogados, e o recurso, prezado jornalista, vai para o Supremo Tribunal Federal”, respondeu. Se a Corte entender que Bolsonaro é culpado, ele perderá seus direitos políticos até 2030. O placar no TSE na sessão de ontem terminou com 3 votos a 1 pela inelegibilidade do ex-presidente. Ele deverá acompanhar o resultado final do julgamento de Brasília, assim que desembarcar na capital federal. Bolsonaro está em Belo Horizonte, onde irá acompanhar, no início desta tarde, o enterro do ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli. O voo com o ex-presidente está marcado para decolar às 18h05 da capital mineira, com previsão de chegada às 19h20 em Brasília. A ministra Cármen Lúcia é a primeira a votar na sessão desta sexta, que deverá ser a ultima do julgamento do ex-presidente pelas acusações de abuso de poder político e uso de meios de comunicação públicos. Se ela votar pela inelegibilidade do ex-mandatário, estará formada maioria na Corte Eleitoral para condená-lo à inelegibilidade até 2030. O placar está em 3 a 1, do total de seis ministros. Além de Cármen, ainda faltam os votos dos ministros Kássio Nunes Marques e do presidente do TSE, Alexandre de Moraes. A sessão de ontem foi suspensa após o voto do ministro André Ramos Tavares que, assim como Floriano Marques, seguiu o relator, o ministro corregedor-eleitoral Benedito Gonçalves, no entendimento de que Bolsonaro deve ser condenado. Já o general Walter Braga Netto, que foi candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, deve ser absolvido. O ministro Raul Araújo Filho divergiu e foi o único voto favorável ao ex-presidente até o momento, alegando que a “a intensidade do comportamento concretamente imputado à reunião de 18/07/2022 não foi tamanha a ponto de justificar a medida extrema da inelegibilidade”. Hoje será o quarto dia de análise pelos ministros da ação movida pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) contra Bolsonaro pela reunião com embaixadores na qual questionou o sistema eleitoral, em julho de 2022. CONFIRA AQUI como foi o terceiro dia de julgamento. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Governo publica regras de isenção para importados de até US$ 50
O governo federalpublicou nesta sexta-feira, 30, portaria contendo novas regras para as compras de importados com valores de até US$ 50 feitas exclusivamente pela internet. Com a medida, empresas serão isentas do Imposto de Importação nas transações comerciais de produtos com preços até este valor que, convertido em reais, soma aproximadamente R$242,85. O benefício vale para empresas de e-commerce brasileiras e estrangeiras, e atinge principalmente aquelas com preços mais atrativos ao consumidor, como as companhias chinesas Shein e Shopee. Em contrapartida, as empresas terão que aderir às regras do Ministério da Fazenda de recolhimento de impostos com o programa Remessa Conforme, da Receita Federal, que prevê o recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Além da portaria, o governo também publicou uma instrução normativa estabelecendo as regras de adesão ao programa, como informar ao consumidor sobre todas as despesas com a remessa do produto, exibir no pacote da encomenda a marca e o nome da empresa e criar medidas para o combate ao contrabando de mercadorias. As novas regras já valiam para compras internacionais de produtos até US$ 50 realizadas entre pessoas físicas, desde abril. Na época, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou a anunciar que todas as compras passariam a ser taxadas, independentemente do valor, tanto para empresas e pessoas físicas. Até então, já havia uma regra de isenção para a aquisição de importados de até US$ 50. No entanto, diante de repercussão negativa sobre a cobrança do imposto, o governo voltou atrás e permitiu a isenção para pessoas físicas. As novas regras publicadas nesta sexta passam a valer a partir do dia 1º de agosto. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Primeira edição do Foro do Brasil é realizada na Câmara
A 1ª edição do “Foro do Brasil” foi realizada nesta quinta-feira, 29, na Câmara dos Deputados. Liderado por Padre Kelmon (PTB), candidato derrotado à Presidência da República nas eleições de 2022, o evento foi idealizado como uma versão conservadora do “Foro de São Paulo“, que reúne desde esta quinta representantes da esquerda, em Brasília, até domingo, 2. “A Venezuela, a Nicarágua e Cuba estão destruídas. O Chile começa a ser destruído. A Argentina está aos frangalhos e vem aqui ao Brasil pedir dinheiro dos impostos do povo brasileiro. Isso porque são incapazes de governar, incapazes de administrar uma nação”, comentou Padre Kelmon em um trecho de seu discurso. Estiveram presentes no evento o deputado General Girão (PL-RN), o Professor Paulo Fernando (Republicanos-DF) e Eli Borges (PL-TO). Além disso, foram exibidos vídeos das deputadas Bia Kicis (PL-DF) e Carla Zambelli(PL-SP). “Todo documento gerado pelo Foro do Brasil vai fazer história daqui a algum tempo”, destacou Carla Zambelli. No encontro, o senador Magno Malta(PL-ES) relembrou a última eleição e comentou a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) no Nordeste. “O Nordeste não é comunista e nem socialista. Esse povo não sabe nem o que é isso. O Nordeste é Padre Cícero Romão, é Frei Damião, é a Assembleia de Deus, é igreja batista e católica, o padroeiro da vaquejada. O problema é que eles precisam entender que foram laçados pelo Bolsa Família”, disse. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Novo presidente da federação PSDB-Cidadania em SP não descarta apoio a Nunes em 2024
O anúncio de Paulo Serra como novo presidente da Federação PSDB–Cidadania em São Paulo foi feito nesta quinta-feira, 29, na Assembleia Legislativa do Estado (Alesp). O atual prefeito de Santo André estava acompanhado da esposa, a deputada estadual Ana Carolina Serra (PSDB), além de outros políticos e parlamentares federais e estaduais. Em conversa com jornalistas, Paulo Serra mostrou apoio ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e disse que muitas ações tomadas pelo governo estadual têm similaridade com o que o partido dele pensa: “E a ideia é colaborar com o governo. É claro que cada ponto e cada questão programática vão ser discutidos. Mas a raia política de hoje é claro que tem uma similaridade com a raia política que o governador Tarcísio hoje representa, que é mais próxima do centro do que a quem faz oposição a ele, que está muito mais ligado e enraizado na esquerda”. Para as eleições municipais do ano que vem, Paulo Serra defendeu buscar nomes de consenso em meio à polarização. “Onde a gente tiver bons quadros, com disposição para isso, dentro dessa questão, principalmente desse posicionamento no centro, de bom senso, de equilíbrio, a gente vai buscar, vai dar estrutura para a gente poder oferecer alternativas nas cidades”, declarou. No entanto, divergências figuram nos bastidores. Ainda há a dúvida se a Federação PSDB-Cidadania vai apoiar Ricardo Nunes (MDB), atual prefeito de São Paulo, à reeleição no ano que vem. Nunes assumiu o cargo depois da morte de Bruno Covas, um dos principais quadros entre os tucanos. “Isso vai ser foco de muito debate. A gente vê similaridades dentro da gestão do Ricardo, até porque é uma continuidade, em muitos aspectos, da gestão do Bruno Covas. No entanto, isso é um debate mais longo que se inicia agora. O nosso primeiro grande objetivo é trazer quadros, mapear o Estado de São Paulo, buscar um fortalecimento dessa parceria com o Cidadania e vai fazer parte desses próximos meses esse debate com relação às alternativas que PSDB e Cidadania têm para a eleição de São Paulo, que é uma das eleições mais importantes do Brasil”, afirmou Paulo Serra. Quem não compareceu ao evento foi Marco Vinholi (PSDB), que assume como tesoureiro depois de ocupar a presidência estadual do partido. O ex-deputado e ex-secretário diverge dos que pretendem apoiar Nunes em 2024. Para ele, é necessário procurar um candidato da sigla à Prefeitura de São Paulo. O político sinaliza que não deve defender o apoio da federação à reeleição de Ricardo Nunes, mas se mantém aberto ao diálogo caso essa seja a decisão tomada pela federação. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Marina Silva defende regulação do mercado de carbono e diz que projeto deve ser enviado ao Congresso
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, defendeu nesta quinta-feira, 29, a regulação do mercado de carbono e adiantou que o governo federal deve enviar um projeto de lei em breve ao Congresso. As declarações foram feitas durante participação na Febraban Tech, maior evento de tecnologia e inovação do mercado financeiro da América Latina, realizada em São Paulo. Para a ministra, o Brasil pode e deve lucrar com grandes investimentos em sustentabilidade, que, segundo ela, outros países já seguem esse caminho. Além da sustentabilidade, também foram discutidos projetos do país para cumprir acordos de clima, combate ao desmatamento e investimentos para proteção do meio ambiente, e o papel das instituições financeiras nesse tema. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Primeiro voto de hoje no TSE pode formar maioria para tornar Bolsonaro inelegível
A ministra Cármen Lúcia é a primeira a votar na sessão que começa às 12h desta sexta-feira no Tribunal Superior Eleitoral(TSE), em Brasília, e deve ser a última do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelas acusações de abuso de poder político e uso dos meios de comunicação públicos. Se ela votar pela inelegibilidade do ex-mandatário, estará formada maioria na Corte Eleitoral para condená-lo à inelegibilidade até 2030. O placar está em 3 a 1, do total de seis ministros. Além de Cármen, ainda faltam os votos dos ministros Kássio Nunes Marques e do presidente do TSE, Alexandre de Moraes. A sessão de ontem foi suspensa após o voto do ministro André Ramos Tavares que, assim como Floriano Marques, seguiu o relator, o ministro corregedor-eleitoral Benedito Gonçalves, no entendimento de que Bolsonaro deve ser condenado. Já o general Walter Braga Netto, que foi candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, deve ser absolvido. O ministro Raul Araújo Filho divergiu e foi o único voto favorável ao ex-presidente até o momento, alegando que a “a intensidade do comportamento concretamente imputado à reunião de 18/07/2022 não foi tamanha a ponto de justificar a medida extrema da inelegibilidade”. Hoje será o quarto dia de análise pelos ministros da ação movida pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) contra Bolsonaro pela reunião com embaixadores na qual questionou o sistema eleitoral, em julho de 2022. CONFIRA AQUI como foi o terceiro dia de julgamento. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Secretários de Fazenda dos Estados reivindicam alterações na reforma tributária
Os secretários de Fazenda dos Estados entregaram, nesta quinta-feira, 29, uma série de sugestões ao deputado Aguinaldo Ribeiro (PP), relator da reforma tributária, para contribuir com a proposta de simplificação do sistema tributário brasileiro. Entre as medidas apresentadas em reunião na Câmara dos Deputados, os secretários defendem, por exemplo, o adiamento da unificação do ICMS com o ISS. De acordo com o presidente do Comitê Nacional dos Secretários Estaduais da Fazenda (Comsefaz), Carlos Eduardo Xavier, a proposta dos Estados é de que o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) entre em vigor só em 2026, com uma alíquota simbólica de 1%, mas que ele conviva com o ICMS e o ISS até 2033: “Há divergências públicas, principalmente os Estados de São Paulo e do Pará, mas por maioria os Estados apoiam algumas melhorias no texto que está posto pelo deputado Aguinaldo Ribeiro que deem mais autonomia a esse conselho federativo. A posição dos Estados por maioria é o modelo de arrecadação centralizada”. O IBS entraria em vigor de forma gradual, entre 2029 e 2033. Segundo o presidente do Comsefaz, com esta mudança a União não precisaria criar o Fundo de Compensação de Perdas. No documento entregue ao relator da reforma tributária, os secretários também recomendam que a distribuição dos recursos de compensações de perdas conste em uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). O deputado Aguinaldo Ribeiro afirmou que vai estudar todas as propostas e conversar com prefeitos e governadores: “Estamos trabalhando para convergir aquilo que está sendo discutido no âmbito do Comsefaz e aquilo que alguns governadores colocaram como ponto de divergência e pontos relevantes para eles, a exemplo do governador Tarcísio, de São Paulo, do governador Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e do governador Ratinho, do Paraná. Foram pontos colocados e que nós estamos fazendo essa discussão”. “Nós estamos tratando de uma federação, existem pontos que eu também vou precisar ouvir os prefeitos, a Confederação Nacional dos Municípios, a Frente Nacional dos Prefeitos e a própria União. Estamos falando de uma reforma que mexe com a federação. A decisão que a gente vai tomar estará ponderada em ouvir e dialogar com todos os entes, para que a gente possa aprimorar, nessa reta final, o texto”, declarou Ribeiro. Apesar do tom conciliatório, a apresentação dos secretários não foi unânime, o que ficou claro pela posição adotada pela secretária de Economia de Goiás, Selene Nunes, que estava na reunião mas abandonou o evento antes do término. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), tem sido um dos principais críticos da proposta de reforma em discussão na Câmara dos Deputados, e já chegou a afirmar que o projeto faria com que os governadores vivessem com uma espécie de “mesada”. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), já declarou que pretende votar a reforma tributária na próxima semana. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Lula vai à abertura do Foro de São Paulo e diz que tem orgulho de ser chamado de comunista
Ao participar da abertura do 26° encontro do Foro de São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a “direita fascista”, pediu união da esquerda no Brasil e disse que tem orgulho de ser chamado de “comunista”. Na cerimônia, ocorrida nesta quinta-feira, 29, em Brasília, o petista se reuniu com os partidos de esquerda da América Latina. Em seu discurso, o petista admitiu que o “discurso do patriotismo e da familia” não estão alinhados com o progressismo. “Aqui no Brasil, nós enfrentamos o discurso do costume, o discurso da família, o discurso do patriotismo. Ou seja, aqui nós enfrentamos o discurso que a gente aprendeu a historicamente combater”, afirmou o presidente da República. “Eles nos acusam de comunistas, achando que nós ficamos ofendidos com isso. Nós não ficamos ofendidos. Ficaríamos ofendidos se nos chamassem de nazista, de neofascista, de terrorista. Mas de comunista, de socialista, nunca. Isso não nos ofende. Isso nos orgulha muitas vezes”, continuou o petista. Fundado em 1990, por iniciativa do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil e do Partido Comunista de Cuba, o Foro de São Paulo é um encontro dos partidos de esquerda da América Latina e tem como lema neste ano “Integração Regional para Avançar a Soberania Latino-americana e Caribenha”. Após a pandemia, o grupo retoma suas reuniões presenciais anuais. A última edição ocorreu em Caracas , capital da Venezuela, em 2019. Além de Lula, estiverem presentes a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, a ministra da Ciência e Tecnologia e presidente do PCdoB, Luciana Santos, e o presidente da Embratur, Marcelo Freixo. Manifestantes contrários ao encontro protestaram na porta da sede do evento. Além disso, partidos de direita, como o PL, repudiaram a presença do que chamam de “ditadores”. No Twitter, a oposição levantou a hashtag #ForaForodeSP. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Toffoli vota contra a tese de legítima defesa da honra em casos de feminicídio
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli votou nesta quinta-feira, 29, contra a tese de legítima defesa da honra em casos de feminicídio. A ação pedindo para tornar o argumento inconstitucional foi apresentada pelo PDT em janeiro de 2021. A sigla diz na ação que as absolvições do réu baseadas na tese são incompatíveis com a Constituição, classificando a ideia como “nefasta, horrenda e anacrônica”. Naquele mesmo ano, Toffoli havia proferido decisão liminar proibindo o uso do argumento no Tribunal do Júri. A tese de legítima defesa da honra é comumente usada por pessoas (na maioria das vezes homens) que cometem assassinato para “vingar” uma traição ou defender a honra da família. Decisões que aceitam essa justificativa poderão ser considerados inválidas. Desta vez, é analisada no STF o mérito da ação. Relator da ação, Toffoli defendeu que o ato poderá ser passível de anulação caso o argumentado seja utilizado de forma direta ou indireta. “Esse tipo de argumentação jamais seria levado em conta por juiz togado”, disse o ministro. Na visão do magistrado, a ideia “remonta a uma concepção rigidamente hierarquizada de família, na qual a mulher ocupa posição subalterna e tem restringida sua dignidade e sua autodeterminação”. O julgamento foi interrompido após o voto de Toffoli e será retomado nesta sexta-feira, 30. No ano passado, o relator já havia se manifestado contrário ao argumento. “Para além de um argumento técnico e extrajurídico, a legítima defesa da honra é estratagema cruel, subversivo da dignidade da pessoa humana e dos direitos à igualdade e à vida e totalmente discriminatória contra a mulher, por contribuir com a perpetuação da violência doméstica e do feminicídio no país”, declarou. Antes da interrupção do julgamento, o procurador-geral da República, Augusto Aras, leu seu parecer no qual também considera a tese inconstitucional. Segundo ele, não está integrada na legítima defesa, pois “contraria os princípios constitucionais da dignidade humana”. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Em provável dia final de julgamento, Bolsonaro volta de BH a Brasília
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deverá acompanhar o resultado final do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta sexta-feira 30, de Brasília, assim que desembarcar na capital federal. Bolsonaro está em Belo Horizonte, onde irá acompanhar, no início desta tarde, o enterro do ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli. O voo com o ex-presidente está marcado para decolar às 18h05 da capital mineira, com previsão de chegada às 19h20 em Brasília. As informações são do repórter Bruno Pinheiro, da Jovem Pan News. A ministra Cármen Lúcia é a primeira a votar na sessão desta sexta, que deverá ser a ultima do julgamento do ex-presidente pelas acusações de abuso de poder político e uso de meios de comunicação públicos. Se ela votar pela inelegibilidade do ex-mandatário, estará formada maioria na Corte Eleitoral para condená-lo à inelegibilidade até 2030. O placar está em 3 a 1, do total de seis ministros. Além de Cármen, ainda faltam os votos dos ministros Kássio Nunes Marques e do presidente do TSE, Alexandre de Moraes. A sessão de ontem foi suspensa após o voto do ministro André Ramos Tavares que, assim como Floriano Marques, seguiu o relator, o ministro corregedor-eleitoral Benedito Gonçalves, no entendimento de que Bolsonaro deve ser condenado. Já o general Walter Braga Netto, que foi candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, deve ser absolvido. O ministro Raul Araújo Filho divergiu e foi o único voto favorável ao ex-presidente até o momento, alegando que a “a intensidade do comportamento concretamente imputado à reunião de 18/07/2022 não foi tamanha a ponto de justificar a medida extrema da inelegibilidade”. Hoje será o quarto dia de análise pelos ministros da ação movida pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) contra Bolsonaro pela reunião com embaixadores na qual questionou o sistema eleitoral, em julho de 2022. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Mauro Cid presta novo depoimento na PF nesta sexta sobre o 8 de Janeiro
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, irá prestar um novo depoimento à Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira 30, no inquérito que investiga os atos de 8 de Janeiro. A PF apura mensagens no celular apreendido do militar, com indícios de suposto esquema que teria a intenção de um golpe de Estado após as eleições gerais de outubro do ano passado. O depoimento está marcado para as 15h, na sede da PF em Brasília. Mauro Cid está preso desde maio após ser alvo de operação da PF sobre a inserção de dados falsos em cartão de vacina de Bolsonaro. Em decisão do último dia 25, o ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido de soltura expedido pela defesa do ex-ajudante de ordens. O magistrado alegou que a soltura pode interferir nas investigações em andamento sobre os atos de 8 de Janeiro. Seguem presos também os ex-assessores pessoais de Bolsonaro Max Guilherme e Sérgio Cordeiro. Nesta quinta-feira 29, outro pedido da defesa de Mauro Cid foi encaminhado ao STF, neste caso, contra a convocação do militar para prestar depoimento na CPMI do 8 de Janeiro, marcado para a próxima terça-feira, 4. JovemPan Participe do Grupo do Jornal Gazeta de Varginha no Whatsapp e receba as principais notícias do dia direto no seu celular. Clique aqui
- Farra das passagens: presidente do INSS comprou dezenas de bilhetes aéreos
Sempre às quintas, sextas ou segundas-feiras, o presidente interino do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), Glauco Wamburg, costuma viajar de Brasília para o Rio de Janeiro. As justificativas para as pontes aéreas que constam no Portal da Transparência são agendas supostamente oficiais e de interesse da autarquia federal. No entanto, muitos dos compromissos não foram, de fato, cumpridos por Wamburg. Ao longo de dois meses, o Metrópoles conferiu cada uma das agendas, após servidores denunciarem que o presidente do INSS, supostamente, criava reuniões fictícias para justificar viagens até a capital fluminense e ministrar aulas de direito previdenciário em uma faculdade particular, a Universidade Santa Úrsula, em Botafogo, bairro da zona sul carioca. Uma equipe do portal esteve na instituição e registrou a grade horária do professor Glauco Wamburg. Ele entra em sala nos quatro horários, entre 18h30 e 22h30, sempre às segundas. A “farra das passagens” promovida por Glauco é um assunto que percorre os corredores do INSS e passou a ser comentado com frequência pelos servidores. “Esse assunto veio à tona agora, mas é público e notório por quem conhece a rotina na autarquia. Glauco sempre viajou às custas dos cofres públicos para dar aula em instituição privada e resolver assuntos particulares”, disse uma fonte do INSS ouvida pela coluna. Ao todo, no período analisado pela coluna, as passagens custaram ao governo cerca de R$ 65 mil. Desse valor, mais de R$ 15 mil foram pagos a Wamburg em diárias pelas viagens. Veja imagens da grade horária do presidente do INSS como professor de uma universidade carioca: Sem presença A coluna apurou minuciosamente as motivações apresentadas por Glauco Wamburg para justificar as viagens pagas com dinheiro público e verificou inconsistências nos períodos apresentados. Entre 3 e 4 de abril, por exemplo, Glauco solicitou viagem de ida e volta do Rio de Janeiro para “participar de reuniões na superintendência regional do INSS no Rio de Janeiro”. Passagens e hospedagem custaram R$ 3.696,78. Segundo a própria superintendência, em 3 de abril, “não houve reuniões no local”. Em 4 de abril, por outro lado, o superintendente-regional, Marcos Fernandes, reuniu-se com alguns servidores para tratar de assuntos internos e, mais tarde, no mesmo dia, compareceu a outra reunião por videoconferência. Em nenhum dos casos o nome de Wamburg foi citado como participante das reuniões. Em 27 de março, Glauco solicitou, com urgência, uma passagem só de ida para o Rio de Janeiro, no valor de R$ 3.046,26. Indagada, a Superintendência Regional do Rio de Janeiro informou que o Marcos Fernandes reuniu-se com o deputado estadual de Volta Redonda, Jari Oliveira. Outra vez, o nome de Wamburg não foi citado como participante da reunião. Reunião com ministro Em 29 de maio, Glauco teria solicitado passagens para Brasília, a fim de comparecer a uma reunião com o ministro da Previdência Social. À época, ele já estava no Rio de Janeiro. Contudo, segundo o próprio Ministério da Previdência Social, “não consta registro de reunião do ministro da Previdência Social com servidores do INSS na data referida”. Em 17 de abril, Wamburg solicitou passagem para o Rio de Janeiro, sob alegação de que acompanharia o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, durante reuniões na Secretaria de Trabalho e nas tratativas de compra e venda do Mercadinho São José, no Rio de Janeiro. Entretanto, segundo o Ministério da Previdência Social, apenas o assessor especial do ministério, Bruno Ribeiro Cardoso, acompanhou o ministro na data. Em 15 e 16 de maio, Glauco solicitou passagens, novamente ao Rio de Janeiro, para participar de reunião com o secretário de Trabalho do Município do Rio de Janeiro, a fim de tratar dos seguintes temas: parcerias em ações volantes entre o INSS e a secretaria, e avanço da compra e venda do imóvel do Mercadinho São José. Encontro com comandante da PM Além dessa suposta reunião, ele teria, ainda, um encontro marcado com o secretário-geral e coronel da PMRJ para tratar de um imóvel em Campo Grande, que seria uma parceria do INSS com a PMERJ. Procurada, a Secretaria de Trabalho do Município do RJ declarou que, “nos dias 15 e 16, não houve nenhuma reunião do secretário para tratar destes assuntos com integrantes do INSS”. Acionada, a PMERJ disse que Glauco Wamburg esteve no quartel-general em 24 de março, acompanhando o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi. No entanto, optaram por não responder se houve uma reunião entre Wamburg e o secretário-geral coronel da PM em 15 e 16 de maio. A reportagem apurou que motivos alegados por Glauco Wamburg para outras viagens envolvendo a ponte Brasília-Rio de Janeiro seguiram os mesmos padrões de inconsistência. Acionada, a assessoria de comunicação do INSS não havia respondido até a última atualização deste texto. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações. Fonte:Metrópoles
- Ataque de abelhas mata nove animais e deixa quatro pessoas feridas em Minas Gerais
Um ataque de abelhas matou três cachorros da raça pinscher e seis pássaros exóticos na tarde dessa quinta-feira (29/6) em Salinas, no Norte de Minas. Uma criança, de 3 anos, um adolescente, de 17, uma mulher, de 32, e um homem, de 33, precisaram de atendimento médico e foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital de Salinas. O Corpo de Bombeiros foi acionado no Bairro Santa Felicidade devido ao enxame que impediu dois homens de saírem de casa. Os dois estavam no interior da residência com as portas e janelas fechadas. Com o uso de equipamentos e técnicas adequadas, as vítimas foram retiradas de dentro do imóvel em segurança. Porém, os nove animais morreram devido ao ataque das abelhas, que estavam agitadas e agressivas. Com a ajuda de um dos moradores da casa, os bombeiros identificaram que a colmeia estava no alto de um poste de energia elétrica localizado na esquina, em frente a residência. Foi feito o contato com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) para solicitar a retirada das abelhas e informando do perigo existente. Após os trabalhos, o local foi isolado e sinalizado. Os moradores da região e pedestres foram orientados quanto às medidas de segurança a serem adotadas. Fonte:Estado de Minas
- Ex-chefe de gabinete de prefeitura de cidade sul-mineira é condenado por assalto
Seis integrantes de uma organização criminosa foram condenadas pela Justiça de Minas Gerais que assaltou e explodiu uma agência bancária em Jacuí. O crime aconteceu na madrugada do dia 8 de abril de 2021. A decisão, ainda em primeira instância, foi publicada na última semana, pela juíza Elisandra Alves dos Santos Camilo. A decisão foi embasada no inquérito da Polícia Civil que indicou áudios e mensagens que comprovam a participação do ex-chefe de gabinete da Prefeitura de Jacuí, Carlos Henrique Baquião, que morava na cidade. Além dele, outros cinco integrantes do grupo, do interior de São Paulo, conforme a decisão, atuavam pela organização criminosa conhecida como Novo Cangaço. Segundo as investigações, o ex-chefe de gabinete dava apoio logístico à quadrilha. Carlos Henrique Baquião fazia o levantamento, ainda conforme as apurações, da agência bancária, tinha fotos e teria ajudado também na fuga dos criminosos. O ex-chefe de gabinete foi preso e levado ao Presídio de São Sebastião do Paraíso, onde aguardou pelo julgamento. O caso Segundo as investigações, a quadrilha chegou à cidade em dois veículos e estacionou uma caminhonete na porta da agência. Quatro homens entraram no banco e outros suspeitos faziam a segurança do lado de fora. Depois, eles explodiram a agência e ainda trocaram tiros com a polícia. A Polícia Civil acredita no envolvimento de pelo menos 10 autores. Um dos envolvidos morreu durante a troca de tiros. Na época, os condenados também foram investigados pelo ataque do dia 7 d eabril do mesmo ano a uma agência bancária de Mococa, no interior de São Paulo. Três veículos utilizados no crime da cidade paulista foram encontrados em uma estrada vicinal entre Guaranésia e Arceburgo. Os carros passaram por perícia e foram levados para o pátio credenciado de Guaxupé. Fonte:Portal Onda Sul
























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