Após liberação de milhões de páginas sobre Epstein, Trump sugere que Justiça dos EUA mude foco
gazetadevarginhasi
há 4 dias
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Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira (2/2) que o Departamento de Justiça (DoJ) dos EUA deveria concentrar seus esforços em outros assuntos em vez de se dedicar ao caso envolvendo o financista Jeffrey Epstein, após a divulgação de um grande volume de documentos relacionados ao escândalo.
Segundo Trump, o órgão já publicou mais de 3 milhões de páginas de arquivos sobre a investigação de Epstein e seu círculo de associados, e deveria agora focar em outros temas. Em declarações a repórteres, o presidente declarou: “Se você observar o Departamento de Justiça, eles anunciaram a divulgação de três milhões de páginas. Parece que é só isso que eles deveriam estar fazendo. E, francamente, acho que o Departamento de Justiça deveria simplesmente dizer que tem outras coisas para fazer”.
A divulgação desses documentos ocorre em um momento de grande atenção pública ao caso Epstein, que envolveu acusações de abuso sexual de menores e tráfico sexual de dezenas de meninas e mulheres. Os chamados “arquivos de Epstein” incluem milhares de registros, vídeos, fotografias e outros materiais recolhidos durante as investigações do FBI sobre o magnata financeiro, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento federal.
O vice-procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, afirmou que o Departamento de Justiça considera concluída sua análise do material divulgado, e que a Casa Branca não exerceu qualquer supervisão sobre esse processo de liberação dos arquivos.
A decisão de Trump de sugerir que o caso seja “deixado de lado” ocorre em meio a intensas discussões políticas e judiciais nos Estados Unidos sobre transparência, divulgação dos registros completos e o tratamento dado pelo governo federal ao escândalo Epstein — temas que têm gerado debates tanto entre legisladores quanto na sociedade civil.
Contexto do caso Epstein
Jeffrey Epstein foi um financista americano condenado por crimes sexuais envolvendo menores e acusado de operar uma rede de tráfico sexual de meninas e jovens. As investigações das autoridades federais dos EUA reuniram um enorme volume de documentos — conhecidos como “Arquivos de Epstein” — que foram gradualmente tornados públicos pela Justiça americana, incluindo registros de entrevistas, relatórios e outros materiais relacionados às apurações.O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (2/2) que o Departamento de Justiça (DoJ) dos EUA deveria concentrar seus esforços em outros assuntos em vez de se dedicar ao caso envolvendo o financista Jeffrey Epstein, após a divulgação de um grande volume de documentos relacionados ao escândalo.
Segundo Trump, o órgão já publicou mais de 3 milhões de páginas de arquivos sobre a investigação de Epstein e seu círculo de associados, e deveria agora focar em outros temas. Em declarações a repórteres, o presidente declarou: “Se você observar o Departamento de Justiça, eles anunciaram a divulgação de três milhões de páginas. Parece que é só isso que eles deveriam estar fazendo. E, francamente, acho que o Departamento de Justiça deveria simplesmente dizer que tem outras coisas para fazer”.
A divulgação desses documentos ocorre em um momento de grande atenção pública ao caso Epstein, que envolveu acusações de abuso sexual de menores e tráfico sexual de dezenas de meninas e mulheres. Os chamados “arquivos de Epstein” incluem milhares de registros, vídeos, fotografias e outros materiais recolhidos durante as investigações do FBI sobre o magnata financeiro, que morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento federal.
O vice-procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, afirmou que o Departamento de Justiça considera concluída sua análise do material divulgado, e que a Casa Branca não exerceu qualquer supervisão sobre esse processo de liberação dos arquivos.
A decisão de Trump de sugerir que o caso seja “deixado de lado” ocorre em meio a intensas discussões políticas e judiciais nos Estados Unidos sobre transparência, divulgação dos registros completos e o tratamento dado pelo governo federal ao escândalo Epstein — temas que têm gerado debates tanto entre legisladores quanto na sociedade civil.
Contexto do caso Epstein
Jeffrey Epstein foi um financista americano condenado por crimes sexuais envolvendo menores e acusado de operar uma rede de tráfico sexual de meninas e jovens. As investigações das autoridades federais dos EUA reuniram um enorme volume de documentos — conhecidos como “Arquivos de Epstein” — que foram gradualmente tornados públicos pela Justiça americana, incluindo registros de entrevistas, relatórios e outros materiais relacionados às apurações.
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