Argentina cria primeiro programa de cidadania por investimento da América do Sul; contribuição começa em US$ 350 mil para o titular; inscrições abrem no fim de 2026
há 13 horas
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A Argentina vai lançar o primeiro programa de cidadania por investimento da América do Sul. O anúncio foi feito pelo Ministério da Economia como parte de um conjunto de medidas de abertura e integração internacional. A partir do quarto trimestre de 2026, estrangeiros poderão obter a nacionalidade argentina por meio de uma contribuição direta e não reembolsável de US$ 350 mil aos cofres públicos, ou pela compra de um título do governo no valor de US$ 800 mil. A iniciativa tem como objetivo atrair recursos externos, impulsionar a economia e ampliar as reservas em moeda estrangeira.
Beneficiários podem incluir familiares na solicitação, mediante valores adicionais. O cônjuge e os filhos solteiros sem descendência, com idade entre 18 e 25 anos, contribuem com US$ 100 mil cada. Crianças e adolescentes com menos de 18 anos têm valor reduzido: US$ 25 mil por dependente. O programa está inserido numa estratégia mais ampla de atração de investimentos, que já conta com regras especiais para setores produtivos e parcerias internacionais.
A medida segue modelo adotado por diversas nações ao redor do mundo, que combinam facilidade de residência ou cidadania com entrada de capital. O governo considera que a iniciativa fortalece a posição do país no cenário global e cria oportunidades para que investidores estrangeiros participem do processo de reestruturação econômica em curso. As regras completas e os procedimentos de inscrição serão divulgados conforme a abertura oficial do sistema, nos próximos meses.
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