top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Ausência de ex-governador leva CPMI a convocação formal e críticas ao STF

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
Ausência de ex-governador leva CPMI a convocação formal e críticas ao STF
Divulgação
Ibaneis Rocha falta à CPMI e comissão aprova convocação após nova ausência.

O ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, não compareceu nesta terça-feira (7) à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Crime Organizado, mesmo após já ter se ausentado de outras duas reuniões anteriores, quando havia sido convidado.

Diante da nova ausência, o colegiado decidiu aprovar a convocação formal do ex-governador. O requerimento foi apresentado pelo relator da comissão, o senador Alessandro Vieira, e aprovado no último dia 31.

Apesar da convocação, Ibaneis obteve autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, para não comparecer à sessão. A decisão foi publicada na última quinta-feira (2).

O depoimento trataria das negociações envolvendo o banco estatal BRB e a tentativa de aquisição do Banco Master. A operação foi barrada pelo Banco Central, que posteriormente liquidou a instituição e encaminhou suspeitas de fraudes à Polícia Federal.

Durante a abertura dos trabalhos, o presidente da CPMI, senador Fabiano Contarato, criticou decisões do STF relacionadas à comissão. Ele afirmou que a atuação da Corte tem dificultado o andamento das investigações.

“Todos somos iguais perante a lei, independentemente de raça, cor, etnia, religião, origem, orientação sexual. Só que, no Brasil, uns são mais iguais que outros”, declarou.

Contarato também afirmou que a comissão irá cumprir as decisões judiciais, mas destacou que a advocacia do Senado está recorrendo das determinações que, segundo ele, inviabilizam os trabalhos da CPMI.

“É essa a palavra que a população tem que saber. A população tem que entender que a CPMI está tentando, e tentando com toda a isenção e responsabilidade, tanto da parte do relator quanto da minha parte, enquanto presidente, que a gente apure. Ninguém está acima da lei”, afirmou.

O senador classificou ainda as decisões judiciais como “não razoáveis” e questionou limitações impostas à comissão, como a desobrigação de testemunhas comparecerem ou de quebra de sigilo ser autorizada.
Fonte: AgBrasil

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page