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Avalanche e inundação no Nepal deixam 180 mortos e mais de 1.300 desaparecidos

  • há 38 minutos
  • 2 min de leitura
Ilustrativa
Ilustrativa


Uma avalanche seguida de uma forte inundação deixou pelo menos 180 mortos e mais de 1.300 desaparecidos no Nepal e no Tibete. O desastre atingiu a região do Himalaia na quarta-feira (26) e provocou grande destruição em áreas próximas à fronteira entre os dois territórios. As equipes de resgate continuam mobilizadas para localizar sobreviventes e pessoas que permanecem desaparecidas.

A tragédia atingiu principalmente o distrito de Rasuwa, no Nepal, e a região de Gyirong, no Tibete. A força da água, acompanhada por gelo, lama e rochas, atingiu comunidades, estradas e outras estruturas, dificultando o acesso das equipes de emergência às áreas afetadas.

Segundo as informações divulgadas, o desastre começou com o desprendimento de uma geleira em uma região de grande altitude. O volume de gelo e rochas atingiu um curso de água e desencadeou uma enorme corrente de água e detritos, que avançou pelas áreas próximas à fronteira e provocou as inundações.

A região de Gyirong, importante passagem entre o Nepal e o Tibete, também foi atingida. Na área tibetana, as autoridades registraram mortos e centenas de desaparecidos. Entre os desaparecidos estão estrangeiros que estavam na região para atividades turísticas e de peregrinação.

No Nepal, as equipes de emergência trabalham em meio a estradas e pontes destruídas pela força da inundação. Helicópteros são utilizados para alcançar áreas isoladas, transportar suprimentos e auxiliar na retirada de pessoas que ficaram presas pela destruição provocada pelo desastre.

As operações de busca também são dificultadas pelas condições do terreno e pelo risco de novos deslizamentos. Autoridades acompanham ainda a possibilidade de novos problemas provocados pelo bloqueio de cursos de água na região, o que pode aumentar os riscos para comunidades próximas.

As buscas por desaparecidos continuam no Nepal e no Tibete, enquanto autoridades dos dois lados da fronteira mantêm operações de resgate e assistência às vítimas. O desastre deixou comunidades inteiras afetadas e provocou danos significativos à infraestrutura da região.

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Gazeta de Varginha

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