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Coluna Agenda 21 - 29/05/2026

  • 29 de mai.
  • 2 min de leitura
EL NIÑO ACENDE SINAL DE ALERTA!

Esclarecendo, é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Essa mudança altera a circulação dos ventos e provoca efeitos em cadeia no clima do planeta. Ele costuma ocorrer a cada 2 a 7 anos e pode durar vários meses, influenciando diretamente a temperatura global e o regime de chuvas em diferentes regiões.
Segundo meteorologistas e centros climáticos têm reforçado o alerta porque o El Niño tende a provocar eventos climáticos extremos, que podem afetar economia, meio ambiente e saúde pública. Referentes aos impactos que poderá causar no Brasil sendo os efeitos variando conforme a região.
Na região Sul pode ocorrer com maior probabilidade ocorrência de chuvas fortes com risco de enchentes e deslizamento.
Nas regiões do Sudeste / Centro Oeste ocorrência de calor acima da média, com períodos de seca prolongada e pressão sobre reservatório /energia.
Na região do Nordeste poderá ocorrer possível redução das chuvas e risco de estiagem e perdas agrícolas.
E na região Norte poderá ocorrer temperaturas elevadas e aumento do risco de queimadas na Amazônia.
É importante ficarmos atentos pois segundo especialistas destacam que esses impactos podem afetar desde o preço dos alimentos até a produção de energia hidrelétrica.
Pesquisadores apontam que o aquecimento global pode intensificar os efeitos do El Niño, tornando eventos extremos mais frequentes e severos, aumentando a preocupação com a segurança alimentar, crises hídricas e eventos climáticos extremos nas cidades.
Referente a este possível cenário, o que a população poderia se preparar?
Destaco alguns itens como recomendações: uso consciente da água / energia, atenção a alertas da Defesa Civil, planejamento agrícola preventivo e cuidados com a saúde em períodos de calor intenso.
Enfim, não dá para afirmar ainda se este cenário tornará mais frequentes e intensos, mas todas as projeções indicam que sim. O aquecimento global não aquece só a atmosfera, ele aquece também os oceanos. Algumas projeções indicam que, no final do século XXI, teremos um clima semelhante ao El Niño semipermanente, com mais volume de chuvas no Sul e menos no norte e leste da Amazônia e norte do Nordeste.
O El Niño não é novidade, mas seus efeitos poderá ser cada vez mais intensos. O alerta reforça a necessidade de planejamento, prevenção e adaptação para reduzir prejuízos e proteger a população.

Engº Civil Alencar de Souza FilgueirasPresidente do Fórum Agenda 21 Local.                                          Presidente do Conselho Fiscal do IBAPE-MG        Vice-Presidente do SINDUSCON-LAGOS                         Contato: evolucao@uai.com.br
Engº Civil Alencar de Souza FilgueirasPresidente do Fórum Agenda 21 Local. Presidente do Conselho Fiscal do IBAPE-MG Vice-Presidente do SINDUSCON-LAGOS Contato: evolucao@uai.com.br











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