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Com 602 casos de dengue, BH intensifica guerra contra o Aedes aegypti

  • gazetadevarginhasi
  • 23 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Entre janeiro e 16 de abril de 2025, Belo Horizonte já confirmou 602 casos de dengue, o que representa uma média de seis casos por dia no período. Os dados são da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), que também monitora outras arboviroses: foram registrados 93 casos de chikungunya e nenhum caso de zika até o momento.

A capital mineira segue realizando diversas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor das três doenças. As estratégias incluem vistorias em imóveis, aplicação de larvicidas, mutirões de limpeza e uso de drones para tratar áreas de risco. Uma das ferramentas de monitoramento é o uso das ovitrampas, potes plásticos com líquido atrativo para o mosquito, usados para capturar ovos e rastrear focos da infestação.

“Essas ações são parte do monitoramento contínuo da PBH. As ovitrampas são instaladas em toda a cidade e o líquido é trocado semanal ou quinzenalmente. Os ovos coletados são levados para laboratório, o que permite identificar as áreas críticas”, explicou João Pedro Costa da Fonseca, gerente de zoonoses da capital.
Na manhã desta quarta-feira (23), equipes da zoonoses estiveram em uma área da região Oeste da cidade para realizar mais uma troca dos líquidos nas armadilhas. A partir dos dados obtidos, são traçadas estratégias específicas para cada região — como aplicação de larvicida com drones, bloqueios sanitários e mutirões em parceria com a SLU (Secretaria de Limpeza Urbana).

Atualmente, mais de 1.700 ovitrampas estão espalhadas pelas nove regionais da cidade, sendo utilizadas desde 2002 para indicar áreas com maior infestação do Aedes aegypti.

Números por região
Até 16 de abril, além dos 602 casos confirmados, a PBH recebeu 3.463 notificações ainda em análise e descartou 6.393 casos após investigação. Em janeiro, foram 260 casos; fevereiro registrou 189; março teve 136; e abril contabiliza, até agora, 17 confirmações.

As regiões Nordeste (117), Norte (98) e Barreiro (94) concentram o maior número de casos confirmados. Em seguida aparecem as regionais Noroeste (70), Leste (56), Oeste (52) e Venda Nova (42). As menores incidências estão na Centro-Sul (40) e na Pampulha (22).

O cenário reforça a necessidade de manter a atenção da população e o combate constante aos focos do mosquito, especialmente durante o período chuvoso e de temperaturas mais altas, que favorecem a proliferação do Aedes.

Fonte:O tempo

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Gazeta de Varginha

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