Criança de 5 anos celebra evoluções após cirurgia de R$ 120 mil feita com ajuda de campanha em MG
- 18 de jan. de 2024
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Miguel Amorim Fernandes, de Pouso Alegre (MG), tem paralisia cerebral. Para conseguir o valor do procedimento, a família realizou bingos, vendeu rifas e organizou uma vaquinha.
Uma família de Pouso Alegre (MG) tem comemorado as evoluções de Miguel Amorim Fernandes, de 5 anos, após uma cirurgia essencial para a qualidade de vida dele. O menino tem paralisa cerebral e realizou o procedimento após o sucesso de uma campanha que arrecadou cerca de R$ 120 mil.

Na busca por um tratamento para reduzir os efeitos da paralisia, a família do Miguel recebeu a orientação dos profissionais que o acompanham de fazer a cirurgia de "Rizotomia Dorsal Seletiva".
Para conseguir o valor, a família realizou bingos, vendeu rifas e organizou uma vaquinha. Em quatro meses, a família do Miguel conseguiu arrecadar todo o dinheiro.

A cirurgia foi feita no Nordeste do país, onde tem um médico especializado em casos como este. O procedimento foi um sucesso e agora, meses depois da cirurgia, a mãe do Miguel pretende matriculá-lo na escola. Um 2024 repleto de novas conquistas.
"Ele vai desenvolver mais ainda, porque ele vai começar a conviver com crianças, com outros adultos, além de ficar só comigo, em casa e a fisioterapia. Vai ser um mundo completamente diferente pra ele, uma nova realidade", comenta a mãe, Janaina Ribeiro de Amorim.
A Janaína conta que depois da cirurgia, a rigidez muscular, condição típica de casos de paralisia cerebral, tem melhorado a cada dia. "Coisas que ele não fazia antes, agora ele está fazendo com uma evolução grande", afirma a mãe.

Miguel ainda depende de cuidados exclusivos, mas como tudo se encaminha, os familiares acreditam em mais evoluções.
"O que eu mais espero é que ele seja um adulto com uma boa qualidade de vida. Eu quero ver o meu filho daqui a 10 anos, por exemplo, sem deformidades. Tenho fé e esperança que ele consiga desenvolver todas as habilidades, o sentar, o andar, mas o mais importante é saber que ele não sente dores, saber que ele não está fazendo várias cirurgias, como já vi de outros casos, e ter a melhor qualidade de vida dentro das limitações dele", completou a mãe.








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