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Crise de credibilidade no STF pode gerar pressões por impeachment, diz The Economist

  • 26 de fev.
  • 1 min de leitura
Crise de credibilidade no STF pode gerar pressões por impeachment, diz The Economist
Foto reprodução CNN Brasil
The Economist aponta escândalo no STF e relações de ministros com banco investigado.

Em artigo publicado em 24 de fevereiro de 2026, a revista britânica The Economist destacou um suposto “enorme escândalo” envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, citando a proximidade de ministros com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, liquidado após investigações de fraude.

A reportagem menciona especificamente os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes:
  • Dias Toffoli é citado por sua ligação com o resort Tayayá, que teria recebido investimentos de um fundo vinculado ao Banco Master. Após a divulgação, Toffoli renunciou à relatoria de um caso relacionado a Vorcaro, mas nega qualquer irregularidade.
  • Alexandre de Moraes é mencionado em relação a um contrato advocatício de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, e por medidas tomadas contra funcionários da Receita Federal que teriam vazado dados sigilosos.

A revista alerta para uma crise de credibilidade, afirmando que alguns dos juízes mais poderosos do mundo mantêm relações “excessivamente próximas com a elite empresarial e política”, o que gera questionamentos sobre ética e imparcialidade. O texto também cita a pressão política, que poderia fortalecer pedidos de impeachment de ministros, especialmente com o avanço da direita nas eleições.

Além disso, a publicação menciona a proposta do presidente do STF, Edson Fachin, de criar um código de ética para a Corte, medida que teria enfrentado resistência interna.

Ministros citados, como Toffoli e Moraes, afirmam que nunca atuaram em casos com conflito de interesses e que suas atividades são declaradas às autoridades competentes. A revista observa que, independentemente da posição dos ministros, “seus adversários no Congresso estão atentos”.
Fonte: Informaçoes CNN- The Economist

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