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Delegação brasileira com 300 empresas levará inovação à maior feira industrial do mundo

  • há 2 horas
  • 3 min de leitura
Delegação brasileira com 300 empresas levará inovação à maior feira industrial do mundo
Divulgação
Brasil será destaque como país parceiro na maior feira de tecnologia industrial do mundo, na Alemanha.

Delegação brasileira contará com cerca de 140 expositores e 300 empresas na Hannover Messe, uma das principais vitrines globais de inovação industrial.

O Brasil será um dos protagonistas da próxima edição da Hannover Messe, considerada a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo. O evento acontecerá entre os dias 20 e 24 de abril, na cidade de Hannover, reunindo empresas, especialistas e autoridades de dezenas de países.

Nesta edição, o Brasil foi escolhido como país parceiro da feira, um reconhecimento que garante destaque especial à delegação brasileira. Esta será apenas a segunda vez que o país recebe esse status. A primeira ocorreu em 1980, justamente quando o evento começou a adotar o modelo de países parceiros.

A feira deverá reunir cerca de 123 mil visitantes e aproximadamente 3,5 mil expositores de 60 países. Entre as grandes empresas confirmadas estão gigantes globais como Amazon Web Services, Bosch, Siemens, SAP, Microsoft, Huawei e Accenture.

Tecnologias em destaque
Durante os cinco dias de evento, os participantes poderão conhecer demonstrações e projetos ligados a áreas estratégicas da indústria, como inteligência artificial, robótica, automação industrial, digitalização, defesa tecnológica e processos de descarbonização. A feira também terá forte foco em soluções de energia limpa e em parcerias para pesquisa e transferência de tecnologia.

A abertura contará com a presença do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, que confirmaram participação no evento.

Participação brasileira
A presença brasileira será organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O país ocupará uma área total de cerca de 2,7 mil metros quadrados dentro do complexo de pavilhões da feira.

A delegação brasileira será composta por 140 expositores e aproximadamente 300 empresas. Entre as companhias confirmadas estão a fabricante de aeronaves Embraer e a multinacional brasileira WEG, referência global na produção de motores elétricos. Também haverá espaço para cerca de 60 startups brasileiras com foco em tecnologia e inovação.

Segundo o CEO da Deutsche Messe AG, Jochen Köckler, a escolha do Brasil como parceiro se deve ao peso econômico e ao potencial tecnológico do país.

“O Brasil é a maior economia da América do Sul. É um país jovem, digital, com empresas muito bem desenvolvidas”, afirmou.

Energia limpa e inovação
Entre os temas em destaque na participação brasileira está a transição energética. Um dos pavilhões do país reunirá cerca de 30 empresas dedicadas ao desenvolvimento de soluções ligadas à energia renovável, biocombustíveis e eletrificação.

O diretor de operações da ApexBrasil Europa, Alex Figueiredo, destacou que o evento representa uma oportunidade de mostrar ao mundo um Brasil mais tecnológico e inovador.

“É uma grande oportunidade de mostrar esse outro lado do Brasil, um Brasil inovador, um Brasil que projeta e fabrica aviões, carros, caminhões, maquinário e software”, afirmou.

Ele também ressaltou o protagonismo do país no setor de biocombustíveis e lembrou que o sistema flex fuel — tecnologia amplamente utilizada nos veículos brasileiros — foi desenvolvido no país.

Impacto econômico
A representante regional da ApexBrasil, Márcia Nejaim, destacou que a participação internacional pode gerar impactos positivos na economia nacional.
“As empresas que exportam inovam mais, geram empregos com melhores salários e geram mais empregos”, afirmou.

Durante a apresentação da participação brasileira, o embaixador do Brasil na Alemanha, Rodrigo Baena Soares, também ressaltou o potencial de cooperação entre os dois países, destacando o Brasil como uma democracia estável e uma economia emergente com forte capacidade industrial.
Fonte: AgBrasil

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Gazeta de Varginha

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