Drones com explosivos são usados por facções criminosas em disputa por territórios no Rio de Janeiro
há 4 dias
2 min de leitura
Reprodução
Drones carregados com explosivos passaram a ser utilizados por facções criminosas em áreas do Rio de Janeiro disputadas por grupos rivais. Os ataques acrescentaram uma nova dimensão aos confrontos pelo controle territorial e aumentaram os riscos para moradores das comunidades atingidas.
A utilização dos equipamentos foi registrada em ataques acompanhados pelo Fantástico, que mostrou imagens das ações e os efeitos provocados pelo uso dos drones. A tecnologia permite que os criminosos lancem bombas contra áreas ocupadas ou disputadas pelas facções, criando uma ameaça que chega pelo ar.
A Polícia Civil investiga a utilização dos drones e tenta identificar os responsáveis pelos ataques. Uma das linhas de investigação é verificar se o emprego dos equipamentos com explosivos está relacionado a uma ação de traficantes do Terceiro Comando Puro contra grupos rivais.
As imagens exibidas mostram que os drones passaram a fazer parte dos confrontos entre organizações criminosas. A presença dos equipamentos amplia a área de risco para quem vive nas regiões disputadas, já que os ataques podem atingir locais sem que os moradores tenham contato direto com os criminosos responsáveis pelos lançamentos.
Além dos ataques, a reportagem acompanhou os riscos enfrentados pela população nas comunidades e mostrou a tecnologia utilizada pelos criminosos. O uso de drones para transportar e lançar explosivos representa uma mudança na forma como as facções realizam ataques durante a disputa por territórios.
O avanço desse tipo de armamento também levou criminosos a buscar formas de combater os próprios drones. Imagens divulgadas durante a cobertura mostram o uso de equipamentos descritos como bazucas anti-drone contra aeronaves utilizadas nos confrontos.
A investigação da Polícia Civil continua para esclarecer a autoria dos ataques e determinar como os drones carregados com explosivos estão sendo empregados pelas facções. Enquanto isso, os confrontos pelo controle de territórios no Rio passam a incluir também equipamentos aéreos não tripulados como parte da disputa entre grupos criminosos.
Comentários