Dívida de aluguel da Coteminas e Ammo chega a R$ 346,5 mil durante recuperação judicial
há 50 minutos
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Divulgação/A Coteminas (CTNM3) e a Ammo Varejo são cobradas em R$ 346,5 mil por aluguéis e encargos relacionados a um imóvel na Bahia. Segundo a proprietária, as empresas haviam reconhecido parte da dívida e firmado um acordo para regularizar os pagamentos, mas voltaram a atrasar parcelas. Os valores de julho e agosto não teriam sido pagos.
Coteminas e Ammo Varejo são cobradas em R$ 346,5 mil por aluguéis e encargos na Bahia.
A Coteminas (CTNM3) e a Ammo Varejo enfrentam uma cobrança de R$ 346,5 mil referente a aluguéis e encargos de um imóvel localizado na Bahia. A cobrança foi apresentada pela proprietária do imóvel no âmbito do processo de recuperação judicial das companhias.
A Coteminas é comandada por Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente da República José Alencar e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Segundo a proprietária, parte dos débitos já havia sido reconhecida pelas empresas, que chegaram a firmar um acordo para regularizar os pagamentos. No entanto, as parcelas previstas no acordo voltaram a apresentar atrasos.
Dívida chegou a R$ 346,5 mil
O acordo estabelecido entre as partes previa o pagamento de uma entrada de R$ 100 mil, seguida de três parcelas de R$ 33,6 mil.
De acordo com a proprietária, as parcelas que venceram em julho e agosto não foram pagas. Além dos valores previstos no acordo, novos aluguéis e encargos relacionados ao IPTU contribuíram para o aumento da dívida.
Com isso, o débito que havia sido informado anteriormente em R$ 334,5 mil chegou provisoriamente a R$ 346,5 mil.
A proprietária também informou que a Coteminas e a Ammo Varejo devolveram o imóvel localizado na Bahia em 29 de agosto. Apesar da devolução, permanecem pendentes os valores referentes ao período em que as empresas ocuparam o imóvel.
Proprietária pede comprovação dos pagamentos
Na manifestação apresentada à Justiça, a proprietária afirma que o episódio não seria isolado e aponta o descumprimento de obrigações mesmo depois da celebração de um acordo destinado a regularizar os débitos.
Diante da situação, ela solicita que a Coteminas e a Ammo Varejo apresentem a comprovação de quitação dos valores pendentes.
Caso os pagamentos não sejam comprovados, a proprietária pede que a Justiça adote as medidas cabíveis dentro do processo de recuperação judicial.
Recuperação judicial aumenta atenção sobre as empresas
O novo episódio ocorre enquanto Coteminas e Ammo Varejo passam pelo processo de recuperação judicial, aumentando a atenção sobre o cumprimento das obrigações assumidas pelas companhias.
O descumprimento de pagamentos e a dificuldade para regularizar débitos podem aumentar a pressão sobre as empresas e, dependendo da avaliação da Justiça sobre a capacidade de continuidade da recuperação judicial, elevar o risco de uma eventual falência.
A cobrança apresentada pela proprietária ainda será analisada no âmbito do processo.
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