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Esquema no INSS: PF faz prisões e bloqueia bens em operação contra fraude milionária

  • há 14 horas
  • 2 min de leitura
Esquema no INSS: PF faz prisões e bloqueia bens em operação contra fraude milionária
Divulgação
PF deflagra Operação Recidiva contra fraudes no INSS com prejuízo milionário.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8/4), a Operação Recidiva, com o objetivo de combater um esquema de fraudes no INSS que pode ter causado prejuízo de pelo menos R$ 4,6 milhões aos cofres públicos.

A ação foi realizada no Maranhão, com apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), do Ministério da Previdência Social (MPS) e da Coordenação-Geral de Apuração e Cobrança Administrativa de Benefícios do INSS.

Foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão nas cidades de São Luís, Barreirinhas, Tutóia e Parnaíba.

A investigação é um desdobramento da Operação Transmissão Fraudulenta, que apurou a atuação de um grupo criminoso responsável por inserir vínculos empregatícios falsos em sistemas federais para viabilizar a concessão irregular de benefícios previdenciários.

Nesta nova fase, os alvos foram intermediários responsáveis por recrutar pessoas interessadas no esquema e indivíduos que atuariam diretamente na inserção de dados falsos.

Ao todo, 32 policiais federais cumpriram oito mandados de busca e apreensão e seis de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Maranhão. A Justiça também autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do bloqueio de bens e valores para tentar ressarcir parte do prejuízo.

Segundo a PF, pelo menos 50 benefícios irregulares já foram identificados, somando cerca de R$ 4,6 milhões em prejuízos. No entanto, há indícios de que o número possa ser ainda maior.

Caso as suspeitas sejam confirmadas, os investigados poderão responder por crimes como estelionato majorado contra o INSS, associação criminosa, falsificação de documento público, falsidade ideológica, falsa identidade, inserção de dados falsos em sistemas e lavagem de dinheiro.
As investigações continuam.
Fonte: PF

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Gazeta de Varginha

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