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ET Varginha completa 28 anos e testemunha da aparição revela: ‘Nunca é fácil relembrar’


Foto: Franco Junior/g1
Liliane Silva foi uma das três garotas que disseram ter visto o ET de Varginha no dia 20 de janeiro de 1996. A suposta aparição completa 28 anos neste sábado e sobre o caso ela revela: “nunca é fácil relembrar”.

Junto com a amiga Kátia Andrade Xavier e a irmã Valquíria Aparecida Silva, elas foram as meninas que acabaram levando para o mundo a presença de uma criatura na cidade do Sul de Minas.

Durante esses quase 30 anos, ela, a irmã e a amiga nunca mudaram a versão e jamais trocaram uma vírgula do que disseram ter visto. E é exatamente a convicção do que viu que já fez com que ela fosse motivo de chacota e brincadeiras.

“O caso continua forte e vivo. Não foi fácil para nós, nunca é fácil para nós relembrar. Mas, eu fico feliz da cidade estar cheia, das pessoas procurarem e gostarem. Tem as pessoas que acreditam, as que zombam, as que duvidam, mas tem as que amam a história”, disse ao g1.

No aniversário de 28 anos do ET, uma nova estátua foi inaugurada na cidade durante a 1ª Feira Ufológica de Varginha. A escultura é exatamente como Liliane, Kátia e Valquíria descreveram o extraterrestre visto no Jardim Andere.
“É a imagem mais próxima da criatura. [Recordar da criatura] É sempre um gelo, a mão gelada, aquele suor. Mas faz parte da vida”, falou.

28 anos da Suposta aparição

No dia 20 de janeiro de 1996, a jovem Kátia Andrade Xavier e as irmãs Liliane de Fátima Silva e Valquíria Aparecida Silva disseram ter visto a criatura enquanto atravessavam um terreno no bairro Jardim Andere.

Elas costumavam passar pelo trajeto de sempre, mas resolveram cortar caminho por um terreno entre o bairro Jardim Andere e o Santana. Naquela época, um novo loteamento e um campo estavam sendo construídos no bairro.

Quando passaram próximo a um muro, ao lado de uma oficina, as irmãs ouviram a amiga Kátia dar um grito. Ao olharem na mesma direção que ela, viram uma criatura agachada. Com o grito, ela virou a cabeça para as jovens e as encarou por alguns segundos.

As irmãs contaram que o ser possuía umas manchas parecendo veias na pele e algumas protuberâncias na cabeça. Após encarar a criatura por alguns segundos, as três saíram correndo desesperadas.

Segundo contaram, as meninas voltaram ao local da aparição com sua mãe cerca de 25 minutos depois. Não encontraram mais nada, apenas uma marca no chão, um cheiro que não souberam descrever e um cachorro farejando o local. Um pedreiro que trabalhava próximo ao terreno teria dito que os bombeiros já tinham levado “aquele bicho estranho”.

Ela foi colocada no banco traseiro do veículo e levada para um posto de saúde da cidade, que não quis recebê-la. Em seguida, os policiais foram para o Hospital Regional de Varginha. Supostamente, uma ala da instituição permaneceu isolada assim que recebeu a criatura.

Depois o ET de Varginha teria sido levado para o Hospital Humanitas por mais dois dias para depois seguir para a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As instituições citadas na história nunca confirmaram esses fatos. Como há mais de uma versão de criaturas sendo levadas, também acredita-se que pode ser mais de um “ET de Varginha”.

O militar que teria capturado a criatura morreu dias depois de infecção generalizada. Há relatos de que ele tinha pouco mais de 20 anos e era um jovem saudável. No zoológico da cidade, alguns animais morreram e a necropsia apontou uma substância tóxico-cáustica não identificada. Ainda no exame dos animais mortos, também fora detectada um enegrecimento na mucosa do estômago e intestino dos animais.

Relatos de discos voadores também foram registrados na cidade. Um casal relatou ter visto um objeto voador não identificado em uma fazenda a 2 km de onde a criatura teria aparecido.

Fonte: G1

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