Etanol sobe 1,59% em BH e região, mas ainda é vantajoso para o motorista
12 de set. de 2023
2 min de leitura
Revolução
Em menos de um mês, o litro do etanol subiu 1,59%, o equivalente a R$ 0,06, nos postos de Belo Horizonte e da região metropolitana. O resultado foi apontado por uma pesquisa do site Mercado Mineiro, que comparou o preço praticado entre 7 e 9 de setembro com o do dia 18 de agosto deste ano. Apesar da alta, o combustível continua sendo mais vantajoso do que a gasolina.
O levantamento, divulgado na segunda-feira (11/09), mostrou que o litro do etanol, que no primeiro estudo custava em média R$ 3,47, agora passa a ter o valor de R$ 3,53. Nesta última pesquisa, o menor preço encontrado para o combustível foi R$ 3,27 e o maior R$ 3,99, o que representa uma variação de 22%.
O aumento também foi registrado no valor do diesel, que subiu 0,88%, ou R$ 0,05. O preço que era R$ 5,95 passou para R$ 6,00. No levantamento mais recente, o combustível mais barato foi encontrado a R$ 5,84 e o maior R$ 6,49, uma diferença de 11%.
No caso da gasolina comum, o preço médio se manteve estável. A pesquisa mostrou que o combustível caiu 0,26% - R$ 0,01 por litro -. Antes, o valor médio da gasolina era R$ 5,62, e atualmente é de R$ 5.61. O menor preço encontrado foi R$ 5,37, e o maior R$ 6,29 variando 17,13%.
“O etanol ainda é viável para o bolso do consumidor porque corresponde a 63% do valor da gasolina, bem abaixo dos cálculos dos 70%. Mas, acende o alerta para um aumento porque ainda tem safra antiga no mercado,” afirma o diretor do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu.
GNV em queda
De janeiro até setembro de 2023, o Gás Natural Veicular (GNV) registrou uma queda de 7,24%, cerca de R$ 0,36. No período, o preço médio que era de R$ 4,96 foi para R$ 4,60. Na pesquisa mais recente, o menor valor encontrado foi de R$ 4,55, e o maior, de R$ 4,99 no metro cúbico, com uma variação de 9.67%.
A pesquisa consultou 200 postos em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. O levantamento completo pode ser acessado no site Mercado Mineiro.
Comentários