top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

EUA anunciam restrições à importação de robôs avançados e inversores produzidos no exterior

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Reprodução
Reprodução
Os Estados Unidos anunciaram novas restrições à importação de robôs avançados produzidos no exterior, incluindo modelos humanoides e quadrúpedes, além de inversores de energia conectados. A medida foi adotada pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), que justificou a decisão com preocupações relacionadas à segurança nacional e à proteção da infraestrutura crítica do país.

Segundo a FCC, os robôs abrangidos pela medida possuem recursos de mobilidade, sensores e conectividade em rede que, na avaliação da agência, podem representar riscos de espionagem, ataques cibernéticos ou controle remoto por agentes mal-intencionados. A decisão também inclui inversores de energia conectados, utilizados em sistemas de energia renovável, baterias e centros de processamento de dados.

Embora o texto da norma trate de equipamentos fabricados no exterior, a expectativa é que o impacto recaia principalmente sobre a China, líder mundial na produção de robôs humanoides e uma das principais fornecedoras globais de inversores de energia. As restrições se aplicam apenas a novos modelos e importações futuras, sem afetar equipamentos que já haviam recebido autorização para comercialização ou que já estejam em operação nos Estados Unidos.

A medida amplia a série de restrições adotadas pelos Estados Unidos em relação a tecnologias chinesas. Autoridades americanas afirmam que o objetivo é fortalecer cadeias de suprimentos consideradas estratégicas e reduzir vulnerabilidades ligadas à infraestrutura tecnológica do país.

O governo chinês criticou a decisão, classificando-a como uma medida protecionista. Pequim afirmou que a iniciativa prejudica empresas e consumidores e declarou que adotará as medidas necessárias para defender os interesses de suas companhias. Especialistas avaliam que a restrição pode favorecer fabricantes americanos no mercado interno, mas não deve interromper o avanço da indústria chinesa de robótica, que continua apoiada por sua ampla capacidade de produção e pela expansão em outros mercados internacionais.
Fonte: G1

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page