top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

EUA voltam a discutir possíveis sanções contra ministro Alexandre de Moraes

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura
EUA voltam a discutir possíveis sanções contra ministro Alexandre de Moraes
Divulgação/O governo dos Estados Unidos voltou a discutir a possibilidade de aplicar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, segundo o Financial Times. A administração de Donald Trump avalia reaplicar medidas previstas na Lei Global Magnitsky, que já atingiram o magistrado em 2025.
Governo Trump avalia reaplicar sanções contra Alexandre de Moraes, diz jornal.

O governo dos Estados Unidos voltou a discutir a possibilidade de impor novas sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A informação foi divulgada neste domingo (16) pelo jornal Financial Times.

Segundo a publicação, a administração do presidente Donald Trump avalia reaplicar ao magistrado as punições previstas na Lei Global Magnitsky, legislação norte-americana utilizada para impor sanções a pessoas acusadas de envolvimento em graves violações de direitos humanos ou corrupção.

Não seria a primeira vez que Moraes é incluído nesse tipo de medida. Em julho de 2025, o ministro foi colocado na lista de sancionados pela Lei Magnitsky. As punições, porém, foram retiradas meses depois, em dezembro do mesmo ano.

Na ocasião, a revogação também alcançou a mulher do ministro e uma empresa ligada à família, que haviam sido incluídas nas medidas.

Nova discussão ocorre após episódios recentes
A possibilidade de novas sanções surge em meio a recentes episódios envolvendo decisões de Moraes. Entre eles está a autorização de operações policiais contra um jornalista e duas pessoas apontadas como possíveis fontes.

Segundo o Financial Times, a possibilidade de reaplicação das medidas está sendo analisada pelo governo norte-americano.

Órgãos dos dois países não comentaram
O Departamento de Estado dos Estados Unidos e a Casa Branca foram procurados para comentar a informação, mas não haviam respondido aos pedidos até a publicação da reportagem.

No Brasil, o Supremo Tribunal Federal também não havia se manifestado sobre a possibilidade de novas sanções contra o ministro.
Fonte: BPMoney

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page