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Operação Nova Aliança começa nova fase para combater cultivo ilegal de cannabis no Paraguai

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
Operação Nova Aliança começa nova fase para combater cultivo ilegal de cannabis no Paraguai
Divulgação/A Polícia Federal e a SENAD do Paraguai iniciaram nesta segunda-feira (17) a 57ª fase da Operação Nova Aliança. A ação, que segue até 28 de agosto, concentra esforços contra o cultivo ilegal de cannabis e a atuação de organizações criminosas na região de Canindeyú.
PF e SENAD iniciam 57ª fase da Operação Nova Aliança contra o narcotráfico no Paraguai.

A Polícia Federal do Brasil e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD) iniciaram nesta segunda-feira (17) a 57ª fase da Operação Nova Aliança, ação conjunta de combate ao narcotráfico na região de Canindeyú, no Paraguai. As atividades seguem até o dia 28 de agosto e contam ainda com o apoio da Força-Tarefa Conjunta e do Ministério Público paraguaio.

Nesta nova etapa, as equipes concentram as ações na faixa de fronteira, principalmente em áreas identificadas como locais de cultivo ilegal de cannabis e de atuação de organizações criminosas transnacionais.

As operações serão realizadas por meio de ações terrestres e aéreas, com o objetivo de localizar, erradicar e destruir plantações ilícitas. As equipes também atuarão na identificação e desarticulação de estruturas utilizadas por grupos criminosos para a produção e o armazenamento de drogas.

A operação integra uma série de ações de cooperação entre autoridades brasileiras e paraguaias voltadas ao enfrentamento do tráfico de drogas e das organizações criminosas que atuam na região de fronteira.

Recuperação de áreas degradadas
Além da destruição dos cultivos ilegais, a 57ª fase da Operação Nova Aliança também prevê a recuperação de áreas degradadas pela produção clandestina de cannabis.

O trabalho de recuperação ficará sob responsabilidade dos órgãos competentes do Paraguai, complementando as ações de erradicação realizadas pelas forças de segurança.

A atuação conjunta busca atingir não apenas as plantações utilizadas para a produção de drogas, mas também estruturas relacionadas à cadeia de produção e ao funcionamento de organizações criminosas transnacionais.
Fonte: PF

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Gazeta de Varginha

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