Ex-funcionário da CIA é preso nos Estados Unidos após FBI encontrar US$ 40 milhões em ouro em sua casa
há 6 horas
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O ex-funcionário da CIA David Rush foi preso nos Estados Unidos após agentes do FBI encontrarem mais de US$ 40 milhões em barras de ouro na residência dele, localizada no estado da Virgínia. As autoridades também apreenderam cerca de US$ 2 milhões em dinheiro vivo e aproximadamente 35 relógios de luxo durante a operação realizada neste mês.
Segundo documentos judiciais, Rush ocupava um cargo de alto nível na agência de inteligência americana e possuía autorização para acessar informações sigilosas. As investigações apontam que ele solicitou grandes quantidades de moeda estrangeira e dezenas de milhões de dólares em barras de ouro alegando que os recursos seriam destinados a despesas relacionadas ao trabalho.
As autoridades afirmam que, entre novembro e março, o ex-funcionário recebeu ouro e dinheiro ligados às operações da agência. Posteriormente, uma auditoria identificou o desaparecimento de parte do material armazenado em um espaço oficial utilizado por Rush. Após a constatação, a CIA iniciou uma investigação interna e encaminhou o caso ao FBI.
Durante a busca na residência, os agentes localizaram aproximadamente 303 barras de ouro, cada uma pesando cerca de um quilo. O valor estimado do material ultrapassa US$ 40 milhões, de acordo com os investigadores. Além disso, foram encontrados relógios de marcas de luxo e milhões de dólares em espécie.
Os investigadores também acusam David Rush de apresentar informações falsas sobre formação acadêmica e histórico militar. Documentos do FBI indicam que ele afirmou possuir diplomas universitários e experiência como piloto da Marinha dos Estados Unidos, informações que não foram confirmadas pelas autoridades responsáveis.
O ex-funcionário foi acusado de roubo de recursos públicos e obtenção irregular de pagamentos ligados a licença militar. Segundo os investigadores, ele teria recebido cerca de US$ 77 mil após apresentar informações falsas sobre participação na reserva da Marinha americana. A investigação segue em andamento com atuação conjunta do FBI, da CIA e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
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