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Fiscalização apreende 25 canetas emagrecedoras trazidas do exterior com destino ao Sul de Minas

  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Reprodução
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Um médico foi interceptado na noite de 11 de março durante uma operação conjunta realizada pela Receita Federal, Polícia Militar e Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais. Ele havia saído de Foz do Iguaçu com destino a Pouso Alegre e transportava, em sua bagagem, 25 unidades de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras.
De acordo com as investigações, o profissional estaria comercializando os produtos e realizando a divulgação das canetas em suas redes sociais. Após a abordagem, ele foi conduzido às autoridades policiais para as providências cabíveis. A importação e comercialização de canetas emagrecedoras são regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No dia 23 de fevereiro, o órgão publicou uma resolução que determina a apreensão de produtos desse tipo que não possuam registro no Brasil. Diante da situação, o médico deverá responder pelo crime de contrabando.
Segundo a Anvisa, por se tratar de produtos irregulares e de origem desconhecida, não há qualquer garantia quanto ao conteúdo ou à qualidade dessas substâncias. Por esse motivo, o uso não é recomendado em nenhuma circunstância.
A agência também alerta que o uso indiscriminado das chamadas canetas emagrecedoras, especialmente fora das indicações médicas autorizadas ou com finalidade estética sem necessidade clínica, pode aumentar significativamente o risco de efeitos adversos. Entre as possíveis complicações estão problemas graves de saúde, como casos de pancreatite aguda, cuja identificação precoce pode ser dificultada pelo uso inadequado desses medicamentos.
A ação foi realizada de forma planejada e integrada com diversos órgãos parceiros, incluindo a Polícia Militar, a Polícia Militar Rodoviária de Minas Gerais e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A atuação conjunta tem como objetivo ampliar a efetividade das fiscalizações e reforçar a presença do Estado em regiões estratégicas e rotas logísticas.
A Receita Federal destacou que mantém atuação permanente no combate a esquemas criminosos ligados ao contrabando e à entrada irregular de mercadorias no país. Segundo o órgão, o trabalho envolve ações de inteligência, planejamento e cooperação entre instituições para reduzir espaços para atividades ilegais e proteger quem atua dentro da legalidade.
Com operações desse tipo, a Receita Federal reforça o compromisso com a sociedade mineira e brasileira, destacando sua atuação na defesa do interesse público, da justiça fiscal e da segurança econômica e social.

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Gazeta de Varginha

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