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Flávio Dino dá 48 horas para Câmara explicar viagem internacional de Mário Frias

  • há 2 horas
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Flávio Dino dá 48 horas para Câmara explicar viagem internacional de Mário Frias
Divulgação
STF cobra informações sobre viagens de Mário Frias ao Bahrein e aos Estados Unidos.

Investigado no STF, Mário Frias terá viagens ao exterior esclarecidas pela Câmara dos Deputados.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou prazo de 48 horas para que a Câmara dos Deputados apresente esclarecimentos sobre a viagem internacional do deputado federal Mário Frias ao Bahrein e aos Estados Unidos.

A decisão foi assinada nesta quarta-feira (20) após sucessivas tentativas frustradas de notificação do parlamentar por parte de um oficial de Justiça do STF.
Segundo o processo, o deputado deveria prestar esclarecimentos em uma investigação preliminar que apura possível desvio de finalidade na destinação de R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil, entidade ligada à produtora audiovisual Go Up Entertainment, responsável pelo filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista concedida ao SBT News, Mário Frias afirmou que esteve no Bahrein para discutir investimentos no Brasil e que atualmente está nos Estados Unidos em busca de oportunidades voltadas para a área de segurança pública.

O deputado também declarou que retornará ao Brasil nos próximos dias.

“Eu tenho passagem de volta para o Brasil. Tenho uma filha de 14 anos no Brasil, a minha esposa está no Brasil. Não devo nada e estou pronto para prestar contas”, afirmou.

De acordo com o STF, o oficial de Justiça já realizou cinco tentativas de contato com o parlamentar e seu gabinete. Na semana passada, uma secretária informou que Frias estava em “missão internacional” e sem previsão de retorno.

Já na última segunda-feira (18), o servidor esteve em um endereço fornecido pela Câmara dos Deputados em Brasília, mas foi informado pelo porteiro do edifício que o deputado não mora no local há cerca de dois anos.

A investigação foi aberta após representação apresentada pela deputada federal Tabata Amaral.

Mário Frias sustenta que não houve irregularidades na destinação das emendas parlamentares e cita parecer da Advocacia da Câmara que, segundo ele, aponta ausência de inconsistências ou vícios formais.

O caso ganhou repercussão após reportagem do site The Intercept revelar que o senador Flávio Bolsonaro teria solicitado recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o longa-metragem. O senador negou qualquer irregularidade e afirmou que os recursos mencionados eram de origem privada.
Fonte: AgBrasil

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Gazeta de Varginha

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