top of page
1e9c13_a8a182fe303c43e98ca5270110ea0ff0_mv2.gif

Gaeco desarticula esquema de tráfico e lavagem de dinheiro com ação em quatro cidades

  • gazetadevarginhasi
  • 4 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura
Gaeco desarticula esquema de tráfico e lavagem de dinheiro com ação em quatro cidades
Divulgação
Gaeco prende 13 em nova fase da operação Agronarco em Divinópolis e outras cidades de Minas.

Treze pessoas foram presas, uma delas em flagrante, durante a 2ª fase da operação Agronarco, deflagrada nesta terça-feira (3) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A ação ocorreu em Divinópolis, Belo Horizonte, Bom Despacho e São Sebastião do Oeste, com apoio das Polícias Militar, Civil e Penal. Foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão, resultando na apreensão de drogas, armas, veículos, joias e dinheiro.

Em Divinópolis, foram executados 17 mandados de busca; os demais ocorreram nas outras três cidades. A operação investiga crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ao todo, foram apreendidos 33 celulares, um notebook, duas armas de fogo (revólver calibre 38 e espingarda calibre 12), 23 munições, porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão, R$ 57 mil em espécie, 19 veículos, um Jet Ski, além de joias e documentos.

Também foram sequestrados 11 imóveis (casas, lotes e sítios) e expedidas ordens judiciais de bloqueio de contas e bens de investigados. Dezoito CPFs foram alvo de indisponibilidade de ativos financeiros determinada pela 2ª Vara Criminal de Divinópolis.

A ação mobilizou três promotores de Justiça, nove servidores do Gaeco, 65 policiais militares, 30 civis e dez penais, com 30 viaturas utilizadas. A primeira fase da Agronarco foi realizada em setembro de 2024 e resultou em apreensões semelhantes. Desde então, o inquérito apontou a existência de uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro para ocultar o lucro obtido com o tráfico de entorpecentes.
Fonte: MPMG

Comentários


Gazeta de Varginha

bottom of page