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IMPC aponta leve alta de preços em fevereiro e inflação anual chega a 2,54% em Varginha

  • há 24 minutos
  • 2 min de leitura

Reprodução
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O Índice Municipal de Preços ao Consumidor de Varginha (IMPC) apresentou elevação de 0,27% no mês de fevereiro em comparação com janeiro. O resultado indica uma desaceleração da inflação local, já que no mês anterior o índice havia registrado alta de 0,50%. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação medida pelo indicador chegou a 2,54%.
O IMPC é calculado pelo Instituto Federal do Sul de Minas (Campus Carmo de Minas), por meio do Grupo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (GESEc), em parceria com o Núcleo de Extensão, Pesquisa e Internacionalização do Unis e o GEESUL. O levantamento acompanha mensalmente a variação de preços no município para medir o custo de vida da população.
Para compor o índice, são coletados cerca de 500 preços de 44 itens, distribuídos em cinco grandes grupos de gastos: alimentação, habitação, transporte, educação e comunicação.
Entre esses grupos, apenas alimentação apresentou alta, com elevação de 1,42%. Os principais aumentos foram registrados na cebola (46,79%), em razão da proximidade do fim da colheita; no feijão carioquinha (28,82%); e na batata (28,74%), influenciados pela oferta ainda restrita devido à safra não intensificada.
Em contrapartida, alguns produtos tiveram queda de preços, como o alho (-13,73%) e a alface (-8,24%), reflexo da maior disponibilidade no mercado. A manteiga também registrou redução de -3,11%, ainda impactada pela queda no preço do leite ao longo de grande parte de 2025.
O grupo transporte apresentou leve diminuição de -0,04%. A gasolina teve alta de 0,15%, enquanto o diesel registrou recuo de -0,30%.
Já o grupo habitação apresentou retração de -0,77%. Houve aumento de 1,55% nos produtos de limpeza geral da residência, enquanto a energia elétrica caiu -1,56% e os itens de higiene pessoal recuaram -1,55%.
Os grupos comunicação e educação permaneceram estáveis no período.
Para o curto prazo, a expectativa é de queda nos preços de alguns alimentos, impulsionada pelo menor volume de chuvas e pela melhora nas colheitas. No entanto, o possível prolongamento do conflito no Oriente Médio pode elevar o preço do petróleo e pressionar o grupo transporte, especialmente o diesel, o que pode contribuir para uma nova aceleração da inflação local e nacional.
Fonte: Unis

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Gazeta de Varginha

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