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Imposto de Renda 2026: veja como aplicativos podem ajudar a organizar a documentação e os dados

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Com a aproximação do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, muitos contribuintes começam a buscar aplicativos que ajudem a organizar as informações necessárias para preencher corretamente o documento — e evitar erros ou esquecimentos. A tecnologia disponível em celulares e computadores pode simplificar a gestão dos dados, mas especialistas alertam que o uso de apps só será útil se o contribuinte já tiver organizado previamente suas informações básicas.

Segundo reportagem publicada no portal InfoMoney, a preparação para a declaração não começa na loja de aplicativos, mas sim na busca e coleta dos documentos originais, como informes de rendimentos, comprovantes de pagamento, holerites, recibos, extratos bancários e relatórios de instituições financeiras e de saúde. Esses documentos costumam estar disponíveis nos apps oficiais de bancos, corretoras e no portal Meu INSS, quando aplicável, e são fundamentais para a elaboração da declaração, pois contêm valores precisos e dados como CNPJ e identificação de dependentes — informações que serão usadas ao preencher os campos exigidos pela Receita Federal.

Com os documentos já reunidos, a segunda etapa é classificar e organizar os dados de forma útil para a declaração. Nesse momento, entram ferramentas tecnológicas que ajudam a sistematizar informações e evitar que comprovantes se percam. Aplicativos de notas, como Google Keep, Evernote ou Notion, permitem criar listas com documentos necessários, enquanto planilhas em softwares como Google Sheets ou Microsoft Excel oferecem visualização consolidada de rendimentos e despesas ao longo do ano.

Além disso, apps de controle financeiro pessoal podem ser úteis para filtrar despesas dedutíveis, como gastos com saúde e educação, e agrupar informações que serão úteis na declaração de IR, como movimentações de contas ou categorias de despesas. Entre esses aplicativos mencionados estão nomes populares no mercado de finanças pessoais, como Organizze e Mobills, que ajudam a categorizar e visualizar receitas e despesas, facilitando o entendimento de quais valores podem entrar na declaração e em qual campo eles pertencem.

Especialistas consultados reforçam que nenhum aplicativo substitui a conferência atenta de documentos originais nem a necessidade de verificar os dados antes de enviar a declaração. As ferramentas ajudam principalmente a reduzir a chance de esquecer um comprovante ou perder um recibo importante, mas não substituem a responsabilidade do contribuinte de certificar-se de que tudo está correto e completo antes da entrega à Receita Federal.

Em uma etapa posterior, depois que os documentos estão separados e organizados, pode ser útil recorrer a apps de digitalização, como Adobe Scan ou Microsoft Lens, que transformam comprovantes físicos em arquivos digitais em formato PDF e até oferecem reconhecimento de texto para facilitar buscas posteriores. Serviços de armazenamento em nuvem, como Google Drive, Dropbox ou OneDrive, permitem criar pastas por ano fiscal e por categorias, facilitando o acesso futuro e a manutenção de um histórico organizado de declarações anteriores.

Esse processo de reunir, classificar, digitalizar e organizar a documentação antes de iniciar a declaração em si tende a tornar o uso de aplicativos mais efetivo — pois esses apps agem sobre um conjunto de dados que já foi devidamente coletado e conferido.

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Gazeta de Varginha

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