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Inflação geral foi de 0,22% em Varginha no mês de dezembro

  • gazetadevarginhasi
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Reprodução
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Após dois meses de recuo, o Índice Municipal de Preços ao Consumidor de Varginha (IMPC) voltou a acelerar e registrou alta de 0,22% em dezembro na comparação com novembro. Em 2025, a inflação acumulada no município chegou a 4,82%.
O IMPC é um indicador geral de inflação calculado pelo Instituto Federal do Sul de Minas (Campus Carmo de Minas), por meio do Grupo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (GESEc), em parceria com o Departamento de Pesquisa do Unis e o GEESUL. O índice é composto pela coleta de cerca de 500 preços de 44 itens distribuídos em cinco grupos de gastos: Alimentação, Habitação, Transporte, Educação e Comunicação.
O grupo Comunicação apresentou a maior elevação, com alta de 5,95%, impulsionada principalmente pelo reajuste dos planos básicos de internet (9,26%), enquanto a telefonia móvel teve queda de -0,45%. Transporte subiu 1,09%, refletindo os aumentos no etanol (2,94%), gasolina (1,57%) e diesel (0,15%).
A Alimentação avançou 1,06% após dois meses de queda, com destaque para as altas do tomate (37,04%), batata (32,29%) e cebola (8,67%), influenciadas pela entressafra e menor oferta. Em contrapartida, ovos (-12,06%), óleo de soja (-8,50%) e leite integral (-6,42%) apresentaram recuos. Habitação registrou queda de -1,98%, puxada pela redução no gás de cozinha (-4,48%) e na energia elétrica (-1,36%). O grupo Educação permaneceu estável. No cenário nacional, o IPCA, medido pelo IBGE, subiu 0,33% em dezembro, com comportamento semelhante ao observado em Varginha nos grupos alimentação, transporte, comunicação e habitação. Em 2025, a inflação brasileira acumulou 4,26%.
A difusão inflacionária em Varginha foi de 45,5% em dezembro, abaixo dos 50% registrados em novembro, enquanto a amplitude das variações alcançou 49,11 pontos percentuais, indicando diferenças mais acentuadas entre os maiores aumentos e quedas de preços.
A alta do IMPC em dezembro já era prevista, influenciada principalmente pelos aumentos nos alimentos, combustíveis e alguns serviços. Para janeiro, a expectativa é de alívio no grupo alimentação com o avanço da colheita, embora novos reajustes em serviços e combustíveis possam pressionar novamente a inflação no município.

Gazeta de Varginha

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