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Irã afirma que Estreito de Ormuz está liberado para navegação segura após redução de tensões

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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A Marinha da Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o Estreito de Ormuz está liberado para navegação considerada segura. A declaração foi feita nesta quarta-feira, por meio de comunicado divulgado em redes sociais e na mídia estatal iraniana.

O anúncio ocorreu um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar a suspensão temporária da operação militar americana na região. Segundo o governo iraniano, a decisão contribuiu para a estabilização da situação no estreito.

No comunicado, autoridades iranianas agradeceram aos capitães e armadores que operam no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã pelo cumprimento das regulamentações estabelecidas pelo país. O texto afirma que, com as ameaças neutralizadas e novos protocolos implementados, a passagem pelo estreito será segura e estável.

De acordo com a imprensa iraniana, cerca de 1.500 embarcações aguardam autorização para atravessar o Estreito de Ormuz. A rota vinha sendo afetada desde o início do conflito, iniciado em 28 de fevereiro, quando a navegação foi prejudicada por riscos de ataques e pela possibilidade de وجود de minas na região.

Durante o período de tensão, diversas embarcações deixaram de realizar a travessia por receio de ataques retaliatórios ou de atingir explosivos marítimos. O estreito é considerado estratégico, sendo responsável por uma parcela significativa do transporte global de petróleo.

Paralelamente, há negociações em andamento entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito. Segundo reportagem do site Axios, os dois países estão próximos de concluir um memorando com medidas como limitações ao enriquecimento de urânio pelo Irã e a suspensão de sanções econômicas pelos Estados Unidos.

O acordo em discussão também prevê a suspensão de bloqueios marítimos no Estreito de Ormuz. Apesar do avanço nas negociações, ainda não há confirmação oficial de um entendimento final, e autoridades americanas aguardam resposta iraniana sobre pontos-chave nas próximas 48 horas.

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Gazeta de Varginha

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