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Irã promete ataques mais intensos contra EUA e Israel em meio à guerra

  • há 5 horas
  • 2 min de leitura
Reprodução
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O governo do Irã afirmou que pretende ampliar a intensidade de seus ataques militares contra os Estados Unidos e Israel, prometendo ações “mais destrutivas” enquanto o conflito no Oriente Médio continuar. A declaração foi feita por autoridades militares iranianas nesta quinta-feira (2), em meio à escalada da guerra na região.

Segundo o porta-voz do comando unificado das Forças Armadas iranianas, Teerã manterá a ofensiva até que seus adversários enfrentem “rendição” e consequências duradouras. A fala ocorre após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que indicou que a campanha militar americana estaria próxima de atingir seus objetivos.

O representante militar iraniano contestou a avaliação de Washington sobre o enfraquecimento do país, afirmando que os Estados Unidos e Israel subestimam as capacidades estratégicas do Irã. De acordo com ele, parte da estrutura militar iraniana permanece intacta e operando em locais que não foram atingidos pelos ataques.

Ainda segundo o comunicado, o país já realizou ofensivas significativas, mas teria reservado ações ainda mais amplas e severas para os próximos momentos do conflito. A declaração menciona a possibilidade de ataques “mais esmagadores, abrangentes e destrutivos” contra os adversários.

O aumento da tensão ocorre após semanas de confrontos diretos entre forças iranianas e a coalizão liderada pelos Estados Unidos e Israel. O conflito teve início no fim de fevereiro de 2026, após ataques coordenados contra alvos iranianos, seguidos por retaliações com mísseis e drones na região.

Além do impacto militar, a guerra já provoca efeitos globais, como instabilidade no fornecimento de energia e aumento dos preços do petróleo, especialmente após o bloqueio de rotas estratégicas no Golfo Pérsico.

A nova ameaça iraniana indica que não há perspectiva imediata de redução das hostilidades. Pelo contrário, as declarações reforçam o cenário de continuidade e possível intensificação do conflito, com riscos ampliados para a segurança internacional e para a economia global.

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Gazeta de Varginha

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