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Juiz federal bloqueia nova tentativa de conselho aliado a Trump de colocar seu nome no Kennedy Center; decisão cita lei do Congresso e ordem judicial

há 1 hora
1 min de leitura


Reprodução
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Um juiz federal dos Estados Unidos barrou nesta terça-feira (15) a mais recente tentativa do conselho administrativo do Kennedy Center de incluir o nome do presidente Donald Trump no edifício. O juiz distrital Casey Cooper determinou que a proposta de adicionar uma inscrição em agradecimento a Trump pela reforma e restauração do complexo "contraria uma ordem judicial federal e uma lei aprovada pelo Congresso". A decisão foi proferida horas antes de o conselho, composto majoritariamente por aliados do presidente, se reunir para deliberar sobre o assunto.

Os itens que tratavam da inclusão do nome foram retirados da pauta, e o conselho passou a debater apenas a possível paralisação do centro para reparos — tema que também foi levado à audiência com o magistrado na mesma manhã.

A decisão representa o novo capítulo de uma disputa jurídica que se arrasta há meses. Em dezembro do ano passado, o nome de Trump foi afixado na fachada externa do prédio; a medida foi contestada na Justiça, considerada ilegal e determinou-se a retirada das letras, que foi cumprida em junho. Em agosto, o conselho voltou a votar pela inclusão do nome e pelo fechamento do espaço para reformas de longo prazo. Diante da resistência judicial, comprometeu-se a não tentar nova inserção antes de 8 de outubro. O processo principal segue em andamento.

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Gazeta de Varginha

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