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Justiça decreta prisão preventiva de homem que produzia cachaça falsificada em BH

  • Foto do escritor: Elisa Ribeiro
    Elisa Ribeiro
  • 8 de out.
  • 2 min de leitura

Fonte: itatiaia
Fonte: itatiaia
A Justiça decretou a prisão preventiva de Rinaldo Roberto da Cruz, 51 anos, preso em flagrante na terça-feira (7) durante uma operação da Polícia Civil que desmantelou uma fábrica clandestina de cachaça em Belo Horizonte. A produção funcionava na residência do suspeito, no bairro Pongelupe, na Região do Barreiro, e a decisão foi tomada nesta quarta-feira (8).
Durante depoimento, Rinaldo admitiu utilizar uma substância escura chamada “caramelo” para simular o envelhecimento da cachaça e enganar consumidores. Foram identificadas três marcas nos rótulos: Cachaça da Farra, Cachaça Rainha de Minas e Cachaça Capelinha.
A investigação também envolveu uma fábrica de embalagens em Sarzedo, ligada ao filho e à nora do suspeito, que negaram participação na produção irregular.
Descoberta da operação
A ação começou após denúncia anônima à 2ª Delegacia do Barreiro. Ao chegar à residência, os policiais foram recebidos por Rinaldo, que se apresentou como comerciante de cachaça e permitiu a entrada da equipe.
A vistoria revelou uma produção estruturada em uma casa de três andares, com:
  • Cinco tonéis no sótão do terceiro andar;
  • Três compartimentos com líquido na garagem;
  • Rótulos e embalagens plásticas;
  • Máquinas de envase, fechamento de tampas e esteira enfardadeira;
  • Impressora serigráfica para impressão de rótulos.
O delegado Túlio Leno, da 2ª Delegacia do Barreiro, detalhou a operação:
“Ele fazia de forma muito arcaica dentro da casa, armazenando no primeiro andar e bombeando a bebida para o terceiro, onde ocorria o envase.”
Crimes e medidas
Rinaldo deve responder por três crimes:
  1. Crime contra as Relações de Consumo;
  2. Adulteração de Produtos Destinados ao Consumo;
  3. Violação de Marca.
O mandado de prisão preventiva prevê pena de até 12 anos. A Vigilância Sanitária e o Ministério da Agricultura (MAPA) foram acionados, e a perícia da Polícia Civil realizou exames técnicos.

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Gazeta de Varginha

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