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Justiça recebe denúncia e operação prende envolvidos em ataque que matou mulher no Carnaval de Rio Pomba

  • gazetadevarginhasi
  • 30 de abr. de 2025
  • 2 min de leitura
ustiça recebe denúncia e operação prende envolvidos em ataque que matou mulher no Carnaval de Rio Pomba
Divulgação
Operação Héstia: Justiça acata denúncia e seis são presos por tiroteio que matou mulher durante o Carnaval em Rio Pomba.

Promotores de Justiça e delegado da Polícia Civil detalharam, em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (29/4), os desdobramentos das investigações que apuram o tiroteio ocorrido durante o Carnaval em Rio Pomba, na Zona da Mata mineira. A troca de tiros aconteceu na noite de 3 de março, na praça Doutor Último de Carvalho, deixando dezenas de feridos e resultando na morte de uma mulher de 25 anos.

No domingo (28/4), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) teve sua denúncia recebida pela Justiça e foi deflagrada a Operação Héstia, com o cumprimento de sete mandados de prisão preventiva expedidos contra suspeitos envolvidos no confronto. A ação foi coordenada pelo Gaeco da Zona da Mata, unidade de Visconde do Rio Branco, com apoio das Polícias Civil e Militar de Minas Gerais.

As investigações apontam que o crime foi motivado por rivalidade entre dois grupos criminosos de Ubá, cidade a cerca de 40 quilômetros de Rio Pomba, ligados ao tráfico de drogas. Dos sete denunciados, dois haviam sido presos em flagrante logo após os fatos. Outros quatro foram detidos no dia 5 de março em uma casa em Ubá, usada como ponto de venda e depósito de drogas, onde também foram apreendidas armas, grande quantidade de entorpecentes, insumos para fabricação de lança-perfume e aparelhos eletrônicos que auxiliaram na elucidação do caso.

De acordo com os promotores Shermila Peres Dhingra (Rio Pomba) e Breno Costa da Silva Coelho (Gaeco Zona da Mata), e o delegado Douglas Mota Barbosa de Oliveira (Ubá), seis dos sete mandados foram cumpridos com sucesso, mas um dos investigados continua foragido. As provas reunidas incluem perícias e confronto balístico.

Os suspeitos foram denunciados por associação e tráfico de drogas, homicídio consumado e tentado com qualificadoras, porte de arma de fogo de uso permitido e restrito, além de falsa identidade, no caso de um dos denunciados. Se condenados, os réus podem ser sentenciados a penas que somam até cem anos de prisão.

O MPMG ainda solicitou a condenação dos acusados ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais, valor a ser revertido às vítimas inocentes e seus familiares, bem como ao Fundo Penitenciário do Estado de Minas Gerais. O caso será julgado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Rio Pomba.
Fonte: MPMG

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Gazeta de Varginha

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