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Kremlin afirma que Ucrânia "paga o preço" por ataques recentes; Rússia mantém operações militares em curso

há 2 horas
1 min de leitura

Reprodução
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O porta-voz do governo russo afirmou nesta segunda-feira, dia 28 de setembro, que a Ucrânia está pagando pelo que descreveu como consequências de seus próprios ataques lançados nos últimos meses contra território russo. Segundo ele, as forças de Moscou seguem realizando operações militares de forma sistemática e a resposta continuará. A declaração foi dada em referência a ofensivas que atingiram a capital russa e a cidade de São Petersburgo, as quais, na avaliação do governo, prejudicaram o clima para negociações.

Anteriormente, o presidente russo havia mencionado disposição em retomar conversas de paz após as eleições parlamentares de setembro. No entanto, classificou os ataques ucranianos durante esse período como fatores que interferem no processo. O presidente dos Estados Unidos, por sua vez, recebeu o líder ucraniano em Nova York, onde trataram de um possível cessar-fogo limitado que envolvesse a proteção de instalações de energia e rotas de comércio de grãos. A medida não encerraria a guerra, mas serviria como primeiro passo para aliviar impactos à população e ao mercado global.

Enquanto as tratativas prosseguem, os ataques não cessaram. Um drone atingiu um posto de combustível em uma via movimentada de Kiev, causando ferimentos; uma das vítimas faleceu posteriormente. O prefeito da capital ucraniana confirmou o registro de danos e atendimentos. Os Estados Unidos mantêm também canal de diálogo com a Rússia e disseram esperar que o presidente russo aceite o convite para participar da reunião do G20, marcada para dezembro. Cada lado ataca a infraestrutura energética do outro como estratégia de pressão militar e econômica.

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