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Mercado ilegal de anabolizantes persiste mesmo com proibição do Conselho Federal de Medicina

  • gazetadevarginhasi
  • 17 de jan.
  • 1 min de leitura

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Desde 2023, o Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu a prescrição de anabolizantes para fins estéticos ou de desempenho esportivo, alegando riscos significativos à saúde. No entanto, a resolução não conseguiu conter o avanço do mercado clandestino, que segue alimentado pela alta demanda por esses produtos.
Operações recentes revelaram a gravidade do problema. Em abril de 2023, uma ação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio desarticulou uma quadrilha que produzia e distribuía anabolizantes ilegais em todo o Brasil. Os produtos incluíam substâncias perigosas, como repelentes de insetos, aumentando os riscos à saúde dos consumidores.
Segundo Rafael Alcântara, conselheiro do CFM no Rio de Janeiro, a clandestinidade cria um cenário alarmante: “Hoje, as pessoas foram jogadas na clandestinidade. Quem compra ou vende anabolizantes sem receita comete crime sanitário.”
Allan Alage, ex-fisiculturista, compartilhou sua experiência negativa com o uso indiscriminado de anabolizantes durante sua juventude. Agora, aos 41 anos, ele só utiliza produtos prescritos e acompanhados por médicos, destacando a importância da supervisão profissional.
Especialistas apontam que, além dos danos físicos, como problemas cardiovasculares e hormonais, o mercado ilegal de anabolizantes representa um grave problema de saúde pública, exigindo fiscalização mais rigorosa e campanhas educativas para conscientizar a população.

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Gazeta de Varginha

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