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Metroviários de São Paulo aprovam estado de greve e intensificam mobilização por negociações com o Metrô

  • há 6 dias
  • 2 min de leitura
Reprodução
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Metroviários de São Paulo iniciaram uma nova fase de mobilização nesta semana depois que a categoria, em assembleia, aprovou o estado de greve em resposta à posição da empresa Metrô diante das negociações sobre o Plano de Carreira e outras pautas centrais dos trabalhadores. Segundo reportagens locais sobre o movimento, a decisão de decretar o estado de greve foi tomada pelos trabalhadores após a empresa estatal se recusar a apresentar propostas satisfatórias para os pontos reivindicados pela categoria.

A assembleia que resultou na aprovação do estado de greve ocorreu no dia 4 de fevereiro de 2026, quando os metroviários rejeitaram a proposta do Metrô e decidiram manter o boicote à tramitação do Plano de Carreira como forma de pressionar pela reabertura do canal de diálogo com a empresa.

Entre os temas destacados pelo Sindicato dos Metroviários como essenciais e não atendidos pela companhia estão a exigência de pagamento dos chamados STEPs para todos os trabalhadores, a oposição à terceirização da manutenção e a defesa de contratação por meio de concurso público, pautas que, para a categoria, compõem elementos fundamentais de sua valorização profissional e de um plano de carreira considerado adequado no transporte público da capital paulista.

A mobilização dos metroviários, conforme divulgado por veículos que acompanham o movimento, não se limita apenas ao decreto do estado de greve. A categoria definiu também ações de campanha que incluem, por exemplo, o uso de camisetas alusivas à mobilização entre os dias 10 e 12 de fevereiro de 2026 e a realização de nova assembleia no dia 11 de fevereiro, quando serão avaliados os próximos passos do movimento.

Segundo as informações disponíveis, o objetivo dos trabalhadores com o estado de greve não é necessariamente uma paralisação imediata das atividades, mas sim a criação de um ambiente de pressão que leve ao início de negociações mais amplas e ao atendimento de suas demandas, caso contrário, outras medidas poderão ser adotadas futuramente.

O Sindicato dos Metroviários destacou que a mobilização visa garantir um plano de carreira que, segundo seus membros, não contribua para a descaracterização do serviço público do Metrô, defendendo a manutenção do fortalecimento estatal do sistema de transporte e dos direitos trabalhistas associados.

Até o momento, não foram divulgadas declarações oficiais por parte da direção do Metrô de São Paulo nem de representantes do governo estadual sobre respostas concretas às pautas reivindicadas pelos metroviários ou sobre a possível evolução das negociações após o estado de greve e as ações de mobilização definidas pela categoria.

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Gazeta de Varginha

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