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Minha Casa, Minha Vida amplia limites e facilita financiamento para classe média

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura
Minha Casa, Minha Vida amplia limites e facilita financiamento para classe média
Divulgação
Caixa e Banco do Brasil começam a financiar imóveis com novas regras do Minha Casa, Minha Vida.

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil iniciaram, nesta quarta-feira (22/4), a concessão de crédito imobiliário com as novas regras do programa Minha Casa Minha Vida. As mudanças ampliam o alcance do programa, permitindo financiar imóveis de até R$ 600 mil para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

A atualização eleva os limites de renda e o valor dos imóveis em todas as faixas, facilitando o acesso a moradias maiores ou melhor localizadas, com juros abaixo dos praticados no mercado. A expectativa do governo federal é beneficiar ao menos 87,5 mil famílias em todo o país.

Novas faixas de renda
Os limites foram ampliados da seguinte forma:
  • Faixa 1: de R$ 2.850 para até R$ 3.200
  • Faixa 2: de R$ 4.700 para até R$ 5.000
  • Faixa 3: de R$ 8.600 para até R$ 9.600
  • Faixa 4: de R$ 12.000 para até R$ 13.000

Com isso, famílias que antes estavam fora ou em faixas com juros mais altos passam a ter acesso a condições melhores. Um exemplo é o de quem ganha entre R$ 4.700,01 e R$ 5 mil: antes enquadrado na faixa 3, com juros de cerca de 8,16% ao ano, agora passa para a faixa 2, com taxas em torno de 7% ao ano.

Valor dos imóveis também sobe
O teto para financiamento dos imóveis também foi reajustado:
  • Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil até R$ 275 mil (dependendo da localidade)
  • Faixa 3: de R$ 350 mil para até R$ 400 mil
  • Faixa 4: de R$ 500 mil para até R$ 600 mil

Na prática, isso significa que, com a mesma renda, o comprador pode adquirir um imóvel de melhor padrão ou reduzir o valor da entrada, tornando o crédito mais acessível.

Impacto das mudanças
A ampliação das faixas deve incluir cerca de 31,3 mil famílias na faixa 3 e outras 8,2 mil na faixa 4. A medida ocorre em um contexto de juros elevados no país, com a taxa Selic ainda em patamares altos — após ter atingido 15% e atualmente em torno de 14,75%.

Antes das mudanças, muitas famílias da classe média ficavam fora do programa e precisavam recorrer a financiamentos com taxas mais elevadas. Agora, com o novo teto de renda — que subiu de R$ 8 mil para R$ 13 mil em menos de um ano —, esse público passa a ser contemplado.

A Faixa 4, criada em 2025 para rendas de até R$ 12 mil, também foi ampliada, consolidando a estratégia do governo de incluir a classe média no programa habitacional.
Fonte: CorreioBraziliense

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Gazeta de Varginha

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