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Ministério da Saúde ainda analisa pedido para suspender temporariamente o flúor na água

  • há 3 horas
  • 1 min de leitura
Freepik
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O Ministério da Saúde ainda analisa um pedido apresentado por entidades do setor de saneamento para suspender temporariamente a obrigatoriedade da fluoretação da água em sistemas afetados pela falta de ácido fluossilícico, insumo utilizado no tratamento. A solicitação prevê uma interrupção de 90 dias.

O pedido foi levado ao governo por representantes do setor diante da escassez do produto, considerado essencial para a fluoretação da água. A proposta busca suspender temporariamente a exigência nos locais onde o abastecimento do insumo foi comprometido.

Segundo as informações apresentadas pelas entidades, o ácido fluossilícico deixou de ser produzido no Brasil e passou a enfrentar maior escassez e aumento de preços no mercado internacional. O produto é obtido como subproduto da indústria de fertilizantes fosfatados.

O pleito foi apresentado pela Abcon Sindcon, entidade que representa operadoras privadas de saneamento, e discutido em reunião com a Aesbe, associação das companhias estaduais, além de representantes do Ministério da Saúde. O encontro ocorreu em 23 de julho.

Além da interrupção temporária da fluoretação por 90 dias nos sistemas atingidos pela falta do insumo, as entidades também pediram que os prestadores de serviço não sejam penalizados durante o período. O Ministério da Saúde, no entanto, ainda não havia tomado uma decisão sobre a solicitação.

A eventual suspensão seria limitada aos sistemas afetados pela escassez de ácido fluossilícico. Até a conclusão da análise do pedido, a obrigatoriedade da fluoretação permanece como está nos demais sistemas de abastecimento.

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Gazeta de Varginha

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