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Monte Verde quer ir além do “clima romântico” e se prepara para receber turistas durante todo o ano

  • gazetadevarginhasi
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

fonte: itatiaia
fonte: itatiaia
Com temperaturas baixas durante todo o ano e famosa por atrair casais, Monte Verde — distrito de Camanducaia, no Sul de Minas — quer deixar de depender exclusivamente do turismo romântico e de inverno. Entre os dias 24 e 26 deste mês, o destino sediou a 1ª Feira Nacional de Destinos Turísticos de Inverno, evento que reuniu gestores públicos, empresários, representantes do trade turístico e especialistas para discutir soluções que tornem o distrito atrativo em todas as épocas.
Organizada pela MOVE, Prefeitura de Camanducaia e Governo de Minas, a feira buscou integrar as chamadas “rotas do frio” do país, fortalecer o segmento e incentivar novas experiências que quebrem a sazonalidade — desafio que afeta destinos de todo o mundo.
Planejamento para combater a sazonalidade
Durante a abertura, a secretária-adjunta de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Josiane Souza, destacou que o desequilíbrio no fluxo de visitantes ainda é um dos principais entraves do setor.
“A sazonalidade é um problema global. Na alta temporada, temos grande fluxo, alta demanda e até sobrecarga. Na baixa, os destinos esvaziam e o mercado esfria. O sonho é encontrar o equilíbrio, e isso só vem com planejamento, estratégia e intenção.”, afirmou.
Segundo Josiane, a meta é manter um ritmo de visitação linear ao longo do ano, favorecendo o bem-estar social, o desenvolvimento econômico e a geração contínua de emprego.
Monte Verde pode ir além do frio
A representante do Estado ressaltou ainda que Monte Verde tem potencial para se posicionar como destino de montanha completo, deixando de focar apenas no apelo romântico e nas baixas temperaturas.
Entre as áreas com maior capacidade de expansão estão: turismo de natureza e aventura
  • gastronomia autêntica
  • esportes e experiências ao ar livre
  • cultura e produtos locais
  • bem-estar e turismo de saúde
“É preciso entender quem é dono da entrega e da força de trabalho. O território precisa se enxergar como protagonista”, completou Josiane.

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Gazeta de Varginha

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