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Mulher é presa por espalhar fake news contra promotor e delegada no Vale do Jequitinhonha

  • gazetadevarginhasi
  • 9 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura
Mulher é presa por espalhar fake news contra promotor e delegada no Vale do Jequitinhonha
Divulgação
Mulher é presa por campanha difamatória contra promotor e servidores públicos em Almenara.

A Justiça decretou, neste sábado (7), a prisão preventiva de uma mulher investigada por promover uma campanha de difamação contra agentes públicos em Almenara, no Vale do Jequitinhonha. As acusações envolvem a disseminação de fake news contra o promotor de Justiça Olemar Miranda Santiago, sua esposa Marianna Campos Diniz do Amaral Ribeiro Santiago — delegada de polícia atualmente licenciada —, uma servidora do TJMG e um procurador da Câmara Municipal.

Segundo as investigações conduzidas pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a investigada utilizava redes sociais e aplicativos de mensagens para divulgar conteúdo falso e ofensivo, com o objetivo de atacar a imagem de representantes das instituições públicas. As postagens eram veiculadas em grupos como “Jornal de Rubim” (Facebook) e nos perfis “@jornalderubim” e “@jornal_almenara” (Instagram), todos vinculados à investigada.

A prisão foi decretada com o objetivo de preservar a ordem pública e impedir a continuidade dos crimes. A ação faz parte da operação “Luz da Verdade”, deflagrada na sexta-feira (6) pelo MPMG em conjunto com as Polícias Civil e Militar. A mulher foi presa em flagrante e teve celulares e um notebook apreendidos, todos com vínculos diretos com os conteúdos falsos divulgados. No momento da prisão, ela havia acabado de anunciar novas publicações.

Segundo o promotor Bruno Brandi Lichacovski, que atua na investigação, trata-se de um ataque direto à credibilidade do Ministério Público e à confiança da população no sistema de Justiça. “A liberdade de expressão é um pilar da democracia, mas a produção e o impulsionamento de mentiras para destruir reputações é um crime que precisa ser combatido com rigor”, afirmou.

De acordo com o MPMG, as publicações continham acusações falsas sobre fraudes em concursos públicos e supostas ligações dos servidores com irregularidades administrativas. Entre os conteúdos desmentidos está a alegação de que o promotor teria atrasado concursos públicos, quando, na realidade, ele moveu ações para obrigar a sua realização. Outro ponto desmentido foi a tentativa de ligar o casal à operação “Panoptes”, o que é totalmente infundado, já que ambos foram aprovados em concursos realizados em 2013 e jamais foram investigados.

A campanha criminosa também distorceu informações oficiais do próprio Ministério Público. Uma operação legítima de fiscalização de combustíveis, conduzida pelo promotor Olemar Miranda, foi manipulada para insinuar envolvimento em fraudes, o que não tem qualquer respaldo em provas.

O MPMG, a PCMG e a PMMG seguem investigando o caso para identificar outros envolvidos. As instituições reforçam o compromisso com a legalidade e com a proteção da honra de seus servidores, atuando com transparência e firmeza contra ações que visem minar a confiança pública nas instituições democráticas.
Fonte: MPMG

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Gazeta de Varginha

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