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Mãe e três filhos vão a júri popular por homicídio e ocultação de cadáver em BH

  • gazetadevarginhasi
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Mãe e três filhos vão a júri popular por homicídio e ocultação de cadáver em BH
Divulgação
A Justiça de Minas Gerais decidiu levar a júri popular uma mãe e três filhos acusados de envolvimento na morte de uma mulher, ocorrida em agosto de 2024, no bairro Candelária, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte. A decisão foi proferida pelo juiz Roberto Oliveira Araújo Silva, do 2º Tribunal do Júri Sumariante da Comarca da Capital.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o crime teria sido planejado após a vítima descobrir que a madrasta realizou um empréstimo de alto valor em nome do pai dela. Segundo o órgão, o dinheiro seria utilizado em benefício dos denunciados, que tinham a intenção de se apropriar de todo o patrimônio do homem.

Ao tomar conhecimento do prejuízo financeiro, a mulher procurou a madrasta e os meios-irmãos para cobrar a devolução da quantia. No dia seguinte, duas meias-irmãs teriam atraído a vítima até a casa do pai. No local, ela foi atacada e morta a facadas pelo meio-irmão.

Após o homicídio, conforme apontado na investigação, o grupo ocultou o corpo da vítima em uma cisterna no quintal do imóvel, que posteriormente foi lacrada com cimento.

Na decisão, o magistrado destacou que há provas da materialidade e indícios suficientes de autoria contra os réus, justificando o envio do caso ao Tribunal do Júri. Segundo ele, “Mostra-se adequado o caminho da pronúncia, cabendo ao Conselho de Sentença, juízo natural da causa, apreciar de forma mais aprofundada o conjunto probatório e proferir decisão sobre a questão.”

Os acusados respondem por homicídio qualificado, com as qualificadoras de recurso que dificultou a defesa da vítima, meio cruel e motivo torpe, além do crime de ocultação de cadáver.

O juiz manteve a prisão preventiva da mãe e de um dos filhos, detidos desde a data do crime. Já as outras duas rés tiveram a prisão preventiva revogada e passarão a responder ao processo em liberdade, mediante o cumprimento de medidas cautelares.
Fonte: TJMG

Gazeta de Varginha

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