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Operação contra contrabando de medicamentos termina com duas prisões em Pouso Alegre

  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Reprodução
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Uma operação realizada no dia 19 de fevereiro, em Pouso Alegre, mobilizou equipes da Receita Federal e da Polícia Militar no combate ao contrabando de medicamentos. A ação terminou com duas pessoas presas, que foram encaminhadas à Polícia Federal para os procedimentos legais. A investigação aponta que os envolvidos atuavam tanto na comercialização irregular de medicamentos quanto na prática de estelionato.
Durante o trabalho de fiscalização, foram apreendidos diversos produtos, entre eles canetas emagrecedoras e medicamentos destinados a tratamentos de fertilização in vitro. O volume e a natureza dos itens chamaram a atenção das autoridades, uma vez que se tratam de substâncias de uso controlado e que exigem acompanhamento médico específico.
Além do contrabando, a operação identificou indícios de estelionato. Segundo as informações apuradas, os investigados realizavam prescrições médicas utilizando assinatura e carimbo falsificados de um médico do estado de São Paulo. A prática, além de configurar crime, agrava a situação por envolver a utilização indevida do nome de um profissional da área da saúde para dar aparência de legalidade às vendas.
A comercialização e a importação de medicamentos no Brasil são regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece critérios rigorosos para a entrada e circulação desses produtos no país. Medicamentos sem registro no Brasil só podem ser importados em situações excepcionais, para uso exclusivamente pessoal, mediante prescrição médica válida e cumprimento de exigências adicionais determinadas pelo órgão regulador.
No caso identificado em Pouso Alegre, os produtos estavam sendo vendidos de forma irregular, o que caracteriza o crime de contrabando. Além da infração penal, a prática representa um risco significativo à saúde pública. Medicamentos comercializados fora dos padrões legais podem não ter garantia de procedência, armazenamento adequado ou controle de qualidade, colocando em perigo a vida e a integridade física dos consumidores.
A atuação integrada da Receita Federal e da Polícia Militar reforça o compromisso das instituições com a proteção da sociedade. O combate ao contrabando e a fraudes envolvendo medicamentos é considerado prioridade, especialmente diante dos potenciais danos à saúde coletiva.
As autoridades destacam que operações como essa são fundamentais para coibir práticas ilegais, assegurar o cumprimento da legislação sanitária e impedir que produtos sem autorização circulem no mercado. A ação também serve de alerta à população sobre os riscos de adquirir medicamentos fora dos canais oficiais e sem a devida orientação médica.
Fonte: Receita Federal

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Gazeta de Varginha

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