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Pai é preso por agredir bebê de dois meses, e mãe afirma que pretende retirar medida protetiva em SC

  • gazetadevarginhasi
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

fonte: nd+
fonte: nd+
Um homem foi preso na tarde desta terça-feira (13) após ser acusado de agredir o próprio filho, um bebê de apenas dois meses, no loteamento São Francisco de Assis, bairro Espinheiros, em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. A ocorrência mobilizou a Polícia Militar e o Conselho Tutelar, após diversas denúncias de maus-tratos feitas por moradores da região.
De acordo com o Conselho Tutelar, o casal é natural do Rio Grande do Sul e residia anteriormente em Ilhota, município onde foi expedida uma medida protetiva de urgência contra o pai da criança. Há poucos dias, eles haviam se mudado para Itajaí. A ordem judicial impedia o homem de se aproximar da mãe e do bebê, estabelecendo distância mínima de 200 metros.
Durante o atendimento da ocorrência, os conselheiros tiveram acesso a um vídeo gravado pela própria mãe, no qual o pai aparece dando palmadas no bebê, apertando com força as pernas da criança e gritando, provocando medo no filho. As imagens, que circularam nas redes sociais, causaram forte comoção e revolta.
Segundo a Polícia Militar, o homem foi encontrado dentro da residência, configurando o descumprimento da medida protetiva. Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Polícia para os procedimentos legais. No momento da abordagem, mãe e criança não apresentavam sinais aparentes de agressão recente, mas o caso foi tratado como grave devido ao histórico de violência.
Após a prisão do pai, o Conselho Tutelar determinou o afastamento imediato da criança do ambiente familiar como forma de proteção. Durante o atendimento, a mãe relatou que, apesar da medida protetiva em vigor, havia retomado o relacionamento com o companheiro e afirmou que pretende procurar a delegacia para solicitar a retirada da restrição judicial.
A manifestação da mãe acendeu um alerta entre os conselheiros tutelares, que demonstraram preocupação com a segurança física e emocional do bebê, especialmente diante das agressões registradas em vídeo. O caso segue sob investigação, e novas medidas poderão ser adotadas pelas autoridades e pelo sistema de proteção à criança e ao adolescente.
O Conselho Tutelar reforça que qualquer suspeita de violência contra crianças deve ser denunciada imediatamente pelos canais oficiais, como o telefone 190, o Disque 100 ou diretamente ao órgão no município.

Gazeta de Varginha

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