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PC prende suspeito de participar de sequestro, tortura e execução de jovem em BH

  • 16 de jan.
  • 2 min de leitura

fonte: itatiaia
fonte: itatiaia
A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta quinta-feira (15), Luigi Gustavo, de 23 anos, apontado como participante do sequestro, espancamento, tortura e assassinato de Andrey Kayky Santos de Almeida, de 20 anos. O jovem foi morto no dia 11 de outubro, em um barracão desocupado na altura do km 541 do Anel Rodoviário, em Belo Horizonte.
Durante a operação, a polícia apreendeu uma pistola calibre .380, dois carregadores, 30 munições, R$ 14 mil em dinheiro e dois celulares. As investigações agora buscam identificar os executores do crime e apurar as ligações de Luigi Gustavo, que é cadeirante, com a facção Terceiro Comando Puro (TCP), de origem carioca e com atuação em Minas Gerais.
Segundo a Polícia Civil, Andrey foi sequestrado após participar de um baile funk no bairro Cabana do Pai Tomás, na Região Oeste da capital. Antes de ser morto, ele foi levado ao barracão, onde teria sido brutalmente espancado e torturado, sofrendo fraturas nos braços, pernas e crânio, além de ter dedos cortados. Em seguida, foi executado com cerca de 40 disparos.
De acordo com as investigações, criminosos tiveram acesso ao celular da vítima e encontraram uma foto em que Andrey fazia um gesto associado ao Comando Vermelho (CV). Questionado, ele afirmou ter morado na Rocinha, no Rio de Janeiro, área dominada pela facção rival do TCP. Após o interrogatório, os amigos foram liberados e Andrey foi levado pelos suspeitos.
Familiares afirmam que o jovem não tinha qualquer envolvimento com o crime organizado. Morador do interior de Minas Gerais, Andrey estava em Belo Horizonte apenas a passeio e permaneceria cerca de 15 dias na casa de parentes.
Após o sequestro, os criminosos utilizaram o celular da vítima para extorquir um familiar, exigindo transferências via Pix e fazendo ameaças por mensagens de áudio. Mesmo após o envio de dinheiro, o contato foi interrompido nas primeiras horas da manhã do dia do crime.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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Gazeta de Varginha

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