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PCMG prende homem suspeito de matar a própria mãe e tentar despistar polícia com encenação de abuso

  • gazetadevarginhasi
  • 28 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura
PCMG prende homem suspeito de matar a própria mãe e tentar despistar polícia com encenação de abuso
Divulgação
Homem é preso suspeito de matar a própria mãe e tentar forjar crime sexual em Belo Horizonte.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na última sexta-feira (25/7), um homem de 32 anos suspeito de assassinar a própria mãe, uma professora de 56 anos, em Belo Horizonte. A prisão foi efetuada por meio de mandado temporário após a investigação reunir indícios que apontam para a participação do filho no crime.
O homicídio teria ocorrido na sexta-feira anterior (18/7). No dia seguinte, o investigado procurou a polícia para registrar o desaparecimento da mãe. O corpo da vítima foi localizado no domingo (20/7), sob um viaduto em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo as apurações, após se desfazer do corpo, o suspeito embarcou em uma viagem previamente marcada com amigos, numa tentativa de manter a rotina e afastar suspeitas.

A investigação apontou diversas contradições no depoimento do suspeito, o que levou a Polícia Civil a representar pela prisão. Durante o interrogatório, o homem confessou o crime, afirmando que teve um surto durante uma discussão com a mãe motivada por dívidas acumuladas, especialmente por conta de jogos on-line. Ele relatou que a enforcou no momento do desentendimento.

A delegada Ana Paula Rodrigues de Oliveira, responsável pelo caso, informou que há ainda indícios de uma tentativa de encobrir o homicídio com um cenário forjado de violência sexual. Segundo ela, o corpo foi deixado seminu e apresentava ferimentos próximos às partes íntimas, o que, para os investigadores, poderia ter sido uma tentativa de desviar o foco da autoria.

Apesar da confissão, a PCMG aguarda a conclusão dos laudos periciais, que são fundamentais para determinar a causa da morte e esclarecer todas as circunstâncias do crime. “Ainda há lacunas a serem preenchidas”, afirmou a delegada.

O delegado Álvaro Homero Huertas dos Santos, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), destacou que a prisão temporária visa auxiliar nas investigações. “A lógica jurídica de uma prisão temporária é a prisão de um suspeito que tem indícios contra ele e que a prisão favorece a apuração”, explicou.
Fonte: PCMG

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Gazeta de Varginha

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