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Polícia Civil investiga fraude em serviços para obtenção de visto americano em Minas Gerais

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
Polícia Civil investiga fraude em serviços para obtenção de visto americano em Minas Gerais
Divulgação/Vítimas pagaram por agendamento inexistente de visto dos EUA, aponta investigação da PCMG
Empresário é indiciado por estelionato em esquema de falsa assessoria para vistos dos EUA em Belo Horizonte.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou um empresário de 37 anos pelo crime de estelionato, no âmbito de uma investigação que apura a oferta fraudulenta de serviços para obtenção de vistos americanos em Belo Horizonte.

O inquérito foi instaurado após denúncia de duas vítimas que afirmaram ter contratado uma empresa de assessoria consular, acreditando que receberiam apoio para agendamento de entrevistas e obtenção do visto para entrada nos Estados Unidos.

Segundo as investigações, o suspeito, sócio-administrador da empresa, teria induzido as vítimas em erro ao prometer a realização dos procedimentos consulares. Os pagamentos foram feitos por transferências bancárias para conta vinculada à empresa investigada.

As vítimas relataram ter desembolsado cerca de R$ 2.974 após receberem informações sobre supostos agendamentos de entrevistas na Embaixada dos Estados Unidos, com o objetivo de viajar para acompanhar jogos da Copa do Mundo de Futebol. Elas chegaram a se deslocar até Brasília, onde constatariam posteriormente que não havia qualquer agendamento em seus nomes.

Durante a apuração, a Polícia Civil analisou comprovantes bancários, mensagens e documentos empresariais, identificando indícios de que a estrutura da empresa teria sido usada para dar aparência de legalidade às negociações.

Diante dos elementos reunidos, além do indiciamento, a PCMG também solicitou à Justiça medidas cautelares, incluindo a suspensão das atividades da empresa e o afastamento do investigado da administração do negócio.

O inquérito foi conduzido pela 4ª Delegacia de Polícia Civil do Barreiro e encaminhado ao Poder Judiciário para análise e demais providências.
Fonte: PCMG

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Gazeta de Varginha

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